“VÍBORAS – A ARTE
DO INSULTO”
ou
(UM BOM MOTIVO
PARA IR
AO TEATRO.)
Assisti, no final da tarde/início da noite
de um domingo (01/11/2026), no Teatro Vannucci, a
uma COMÉDIA, “VÍBORAS – A ARTE DO INSULTO”, com texto
e direção de FLÁVIO MARINHO, contando com um excepcional elenco:
ALICE BORGES, ALOÍSIO DE ABREU, GUILHERME DELLORTO e MARCOS BREDA. Para mim - e acho que para o público em geral -, uma COMÉDIA
é sempre super bem-vinda, desde que não faça com que nos arrependamos de ter
ido a um Teatro. Sim, porque, se um drama ou uma tragédia
mal encenados deixam péssimas recordações, caso isso se isso se aplicar a uma COMÉDIA,
o dano será muito maior: uma catástrofe, um “tsunâmi emocional”.
Uma COMÉDIA ruim causa traumas e deixa sequelas, porém quem
for assistir a “VÍBORAS – A ARTE DO INSULTO” não se arrependerá, com certeza.
Antes de pôr em prática meus humildes
comentários críticos acerca do espetáculo, permito-me fazer uma pequena
digressão, para falar sobre os objetivos de uma COMÉDIA, sobre o
desejo de um comediógrafo, ou seja, aquele que escreve COMÉDIAS.
Se fizermos, a qualquer pessoa leiga em TEATRO, um mero, porém
importantíssimo espectador, a pergunta: “Qual o objetivo de uma
COMÉDIA?”, não esperamos outra resposta que não seja esta: “O principal objetivo
da COMÉDIA é provocar o riso e entreter o público.
É óbvio que a resposta estaria correta; até a
página 5. Na verdade, a COMÉDIA pode ter, também, outros
propósitos. Aquele que julgo mais importante, sem desprezar os demais, é quando
ela, proporcionando o alívio de tensões, descontração e momentos de
leveza, por meio do humor, faz uso da sátira, a ironia e o exagero, para
questionar costumes, instituições, figuras de poder e as normas da sociedade,
o que significa criticar, negativamente (Sim, porque criticar significa analisar, avaliar
ou emitir um julgamento sobre algo ou alguém, apontando tanto qualidades quanto
defeitos, erros ou méritos.), o que “está fora da
ordem”, o que merece ser criticado, permitindo que as pessoas enxerguem
problemas sérios, tabus e conflitos humanos, sob uma nova perspectiva, usando o
riso, como ferramenta de pensamento e reflexão. Aprecio muito as que mostram as
fraquezas, erros e absurdos do comportamento humano, para que o público se
reconheça e se sinta acolhido em suas próprias imperfeições, o que é pertinente
a qualquer ser mortal. Também serve uma COMÉDIA para ridicularizar
ou quebrar a seriedade excessiva de dogmas, “status” ou situações
pomposas, aproximando as pessoas. E onde se encaixa o texto da peça em
tela? Na resposta que aquele leigo hipotético daria, ainda que, em rápidas
pinceladas – mas elas existem -, o autor do texto deixe escapar,
diretamente, aqui e ali, uma crítica direcionada a alguém ou algo, como a
instituição casamento, por exemplo; em sua maioria, nesta peça, as críticas
ocupam, muito bem, o lugar do subtexto.
SINOPSE:
A trama se passa no “Desgarrada”, um charmoso bar
português, comandado por Mirna (ALICE BORGES), ponto de
encontro de amigos de longa data.
A história acompanha Sílvio (MARCOS BREDA) e Luiz
(ALOÍSIO DE ABREU), que estão juntos, como um casal “gay”,
há quase 40 anos, também
sócios de uma livraria especializada em livros, CDs e DVDs raros, difíceis de
se encontrar no mercado.
Os dois construíram uma relação em que amor, amizade e
implicância se confundem.
Eles vivem um relacionamento e uma amizade temperados por ironias,
deboches e uma ferina “esgrima verbal”, em que os insultos
funcionam como forma de afeto e resistência.
Avessos a exercícios físicos, os dois são, em
compensação, atletas da já expressa e hilária “esgrima verbal”:
trocam provocações e insultos, com uma intimidade, que revela, por trás das
farpas, um vínculo afetivo sólido (“Ninguém pode insultar; apenas eu, porque o amo.”).
A rotina do grupo — e a dinâmica do casal — vira de cabeça
para baixo, com a chegada de Jorge (GUILHERME DELLORTO),
um jovem belo e escultural “personal trainer”, que aceita
trabalhar como garçom, no bar, para realizar o sonho de se casar com a noiva,
Olívia, que não aparece em cena.
A presença dele mexe com os desejos, ciúmes, vaidades e certezas dos
personagens, transformando o espetáculo em uma reflexão bem-humorada sobre etarismo,
envelhecimento, amizade e o direito de
continuar sonhando, após os 60 anos.
Este mais recente trabalho
de FLÁVIO MARINHO marca os 40 anos de carreira do autor e diretor
teatral, o qual já nos legou obras muito importantes para o TEATRO
brasileiro, merecendo um destaque mais rtobusto o recente, belíssimo e tocante
espetáculo “Não Me Entrego, Não”, como autor e diretor,
monólogo que é uma inesquecível homenagem ao ator Othon Bastos,
pelos seus mais de 70 anos de carreira artística. E o que pode o
público esperar da peça motivo desta crítica, vendo, em cena, uma mesa de bar,
três amigos de longa data, um casamento às vésperas de completar quatro décadas
e a chegada de um jovem “personal trainer”, que desorganiza
certezas, desejos e aparências? Dar boas gargalhadas, principalmente, ou
acima de tudo.
A história só passa a
existir a partir do no momento em que Mirna, uma imigrante portuguesa,
na mesma faixa etária dos amigos Sílvio e Luiz –
girando em torno dos 60 anos -, cansada da rotina do “Desgarrada”,
decide contratar alguém para ajudá-la no trabalho. É assim que Jorge,
professor de Educação Física, trabalhando como “personal trainer”, entra
em cena, aspirante a uma vaga de garçom, para complementar sua renda, mas que
acaba sendo uma espécie de “faz tudo”, naquele estabelecimento
comercial.
A presença do musculoso e “boa pinta”,
imediatamente, desperta o interesse de Mirna, Sílvio
e Luiz, os quais interpretam o rapaz a partir de suas próprias
expectativas, muito voltadas para a lascívia. A proprietária do bar vive a
repetir, para os dois amigos, que o rapaz “está a me comer com os olhos”.
O casal “gay” também passa
a imaginar Jorge em suas vidas afetivas e íntimas, inutilmente,
já que ele é heterossexual e está apaixonado por Olívia, sua
noiva, personagem apenas citada na trama, e pretende se casar com ela. Seu
grande plano, para melhorar de vida, era entrar numa próxima edição do
famigerado “reality” “BBB - Brasil”, vencer a
competição, pôr a mão em cerca de alguns milhões de reais e se tornar uma celebridade
rica, acreditando que os dois mais novos “amigos de infância”
poderiam ajudá-lo nessa missão.
Essa chegada do quarto personagem acaba expondo um
jogo de aparências, responsável maior pelo sustento desta COMÉDIA.
Enquanto Mirna alimenta esperanças de cair nos braços do rapaz, e o casal tenta
protegê-la de uma nova desilusão, Jorge lida, com bastante naturalidade, com as
investidas do trio e acaba se aproximando, relativamente, dos três. Não fica
bem claro se ele percebe o interesse especial dos três em fisgá-lo ou se não se dá conta
disso, graças à sua porção bronco ou ingênuo. “Entre ciúmes, desejos,
mal-entendidos, números musicais e flechas verbais, os personagens revelam que
a convivência pode ser tão afiada quanto afetuosa.”
Extraído do “release” que me
enviou DANIELLA CAVALCANTI (assessoria de imprensa da peça):
“Estruturada em torno dos quatro personagens, “VÍBORAS – A ARTE DO
INSULTO” usa o humor, para falar de etarismo, desejo e sexualidade na
maturidade, relações LGBTQIAPN+, amizade e do direito de continuar amando, sonhando
e ocupando espaço depois dos 60. A peça aposta no humor autodepreciativo e no
choque entre gerações sem transformar seus personagens maduros em figuras
secundárias: são eles que conduzem a ação, com suas contradições, vitalidade e
capacidade de rir de si mesmos.” O “humor autodepressivo”
se apresenta na forma das muitas e gozadíssimas farpas trocadas entre,
principalmente, o casal “gay”, sem dúvida, um dos pontos altos do
humor no espetáculo. Ajuda muito, numa COMÉDIA, a presença de
personagens que conseguem rir de si mesmos. Isso, na vida real, costuma tornar
as pessoas, de uma forma quase paradoxal, mais leves e aceitas pelos que as
cercam.
De uma forma, até certo ponto, a meu juízo, um
pouco exagerada, mas que não chega a comprometer a qualidade desta montagem, a música
se faz presente na peça, já que Mirna encontra, no fado –
Particularmente, esse tipo de música não é lá do meu agrado. (Sim, isso é um
eufemismo.) -, uma extensão de sua personalidade, enquanto Luiz
guarda a memória afetiva dos antigos Festivais da Canção, no que
me identifico com o personagem, visto que sempre estive presente nas plateias
de todos eles, torcendo, vigorosamente, por esta ou aquela canção (Muita
saudade daquela época! Sessão nostalgia.), tomado por um espírito de
polarização, muito próximo ao que vem acontecendo, atualmente, no campo da política,
no Brasil. “A Banda” ou “Disparada”? “Love Is
All” ou “Cantiga Para Luciana”? A propósito, é excelente o
“set list” que antecede o início do espetáculo, executado enquanto o público vai adentrando o auditório,
composto por grandes sucessos surgidos nos festivais de música, das décadas de 1960
e 1970. Já começou a ficar agradável o ambiente, a partir daquele
momento.
Na peça, o casal “gay” divide opiniões:
um torceu por “Cantiga Para Luciana”; o outro, por “Love Is
All”. Agora, em “off”, e apenas a título de curiosidade e
ilustração: Eu torcia pela canção defendida pela excepcional cantora Evinha,
e pelo Brasil, evidentemente, e detestava a que representava o Reino
Unido, (Inglaterra), tão diferentes entre si, esta defendida
por Malcolm Robert, a quem fui apresentado, à época, por um
amigo, um dos produtores do FIC (Festival Internacional da Canção),
e de quem me tornei o equivalente a, hoje, um “facefriend”, chegando a manter com Malcolm
uns dois ou três anos de correspondência (Na época, eram cartas mesmo.).
Um “insulto”, como todos sabem, “é
uma manifestação
verbal, gestual ou comportamental, com o objetivo de ofender, humilhar,
desrespeitar ou ferir a dignidade e a honra de alguém”. Em suma: intencionalmente, colocar
alguém “para baixo”. “Saber insultar” não é, exatamente,
uma “arte”, no seu sentido “lato”; aqui, o vocábulo
foi muito bem utilizado, no título, para situar o grau em que dois personagens põem
em prática a “destreza” em fazer uso de tal recurso ofensivo. O insulto se
apresenta, embora possa parecer paradoxal, como uma forma de afeto e
excentricidade: “A peça celebra o insulto não como ofensa maldosa, mas
como uma ‘excentricidade do amor’, uma forma peculiar e íntima de afeto entre
amigos de longa data, que usam o deboche para se relacionar. É bom o texto
de FLÁVIO MARINHO. Aplaudo a intenção do dramaturgo em dar
destaque e direito a voz aos idosos, mas não como figuras secundárias, e, sim,
abordando, com franqueza, o etarismo, a solidão, a invisibilidade social e o
direito ao desejo e à sexualidade na maturidade. Sempre que pode, neste texto, MARINHO
faz uso de regionalismos da língua portuguesa, seguindo a
linguagem típica dos lusitanos, o que é bem interessante. É boa a carpintaria
dramatúrgica, assim como a construção dos diálogos.
Longe de ser uma produção que tenha
exigido grande dispêndio de dinheiro, embora saibamos que, quando o
assunto é montar uma peça teatral, tudo custa muito caro, o espetáculo
agrada ao público, na sua relativa simplicidade. É importante dizer isso, quando chega o momento de tecer
comentários sobre alguns elementos de apoio à peça. Não estamos
diante de uma cenografia complexa e exuberante, mas a falta de luxo ou ostentação do cenário atende, perfeitamente, à necessidade do roteiro, como, da
mesma forma, bem próximos aos personagens, funcionam os figurinos,
ambos assinados por RONALD TEIXEIRA, na FICHA TÉCNICA, apresentados,
reunidos, pela rubrica direção de arte. O cenário é
único, visto que toda a ação se dá no bar português “Desgarrada”,
com poucos, porém visíveis e reconhecíveis elementos que reportam à cultura
portuguesa. Os figurinos são discretos, bem sóbrios, obedecendo à
faixa etária e às características pessoais dos quatro personagens.
PAULO CESAR MEDEIROS responde por uma
descomplicada e eficiente iluminação. BETO CARRAMANHOS se
associa ao figurinista, para colaborar na construção externa dos
personagens, com seu visagismo, enquanto PIETRO garante
que o desenho de som faça chegar à plateia, de forma clara, o que
é dito no palco. LILIANE SECCO, sempre presente, como excelente profissional
que é, nas peças de FLÁVIO MARINHO, tem seu nome ligado à direção
musical.
Sempre acreditei, e continuo acreditando, que a
tarefa de dirigir um espetáculo de TEATRO se torna menos difícil e, até
certo ponto, mais aprazível, quando as posições de dramaturgo e diretor
se fundem num só artista, como é o caso de FLÁVIO MARINHO, aqui, sobre
quem passo a falar agora, na função de diretor. Aprovo a condução
deste “maestro”, que se porta como o encenador de uma COMÉDIA
de costumes, como ela deve ser encenada, contudo com “um pezinho”
num fio dramático, “valorizando a palavra, o tempo cômico e o
protagonismo de atores maduros”, comportamento muito louvável, quando o
diretor não deseja suplantar essa centralidade.
Para falar do elenco, afinado e
competente, sem nenhum motivo especial, começo por Mirna,
interpretada por ALICE BORGES, uma veterana dos palcos, que sempre se
sai bem no drama ou na COMÉDIA. Minha preferência é por esta,
quando rememoro seus trabalhos anteriores. A personagem é uma imigrante d’além-mar,
dona do bar português, “Desgarrada”, que serve como ponto de
encontro de dois outros personagens, Sílvio e Luiz,
de quem ela é a melhor amiga. Embora não haja, na trama, qualquer citação ou
indício de que ela seja frustrada, quanto a não ser uma cantora profissional,
isso me ocorreu; adora soltar a voz, interpretando fados lusitanos, o que
parece aplacar um pouco a saudade da “santa terrinha”. Revela-se
dona de uma autoestima inabalável e incomensurável, sempre motivo para nos
fazer rir. Não permite que padrões de idade ou beleza limitem sua vida amorosa
e encontra, no fado, uma extensão de sua personalidade. ALICE dá, muito bem,
conta do recado.
Sílvio, personagem de MARCOS
BREDA, é um dos componentes da dupla “gay” da peça. É um contador
muito bem-sucedido, que vive um relacionamento homoafetivo e matrimonial, de
quase quarenta anos, com Luiz, seu sócio numa livraria. O
personagem Sílvio combina pragmatismo profissional com uma rotina de farpas e humor
afiado com o parceiro, comportamentos que não são lá muito compatíveis. O contador,
sim, carrega, ainda que não tão explícito, um quê de frustração, por ser um
ator de pouco êxito, muito ao contrário do grande profissional que o representa
na peça. MARCOIS BREDA sempre “joga um bolão”, quando
escalado para qualquer elenco e em qualquer papel, seja dramático, seja cômico.
Não é diferente aqui. Muito me apraz o desejo do autor, de não apresentar um “gay”
caricato, do que se ocupa, com seu talento, o veterano ator, em sua ótima
interpretação.
Se rimos muito com o personagem de MARCOS BREDA,
também o fazemos, com relação ao Luiz construído por ALOÍSIO
DE ABREU, este um multiartista, grande redator de textos de humor, mas que também
sabe como explorar esse caminho, quando atua. Seu personagem também é um ator de
parcos recursos, como o companheiro de quase quatro décadas. Dos dois,
na minha visão, caso tivéssemos que apontar um vencedor no “duelo de
insultos”, eu concederia, ao personagem de ALOÍSIO, o cinturão
de vencedor, visto que Luiz participa das “esgrimas verbais”
do casal, usando, hiperbolicamente, o humor autodepreciativo e a ironia, como
ferramentas para lidar com a maturidade, as frustrações da carreira e o passar
do tempo, com uma maestria e segurança impressionantes. Grande trabalho do
ator!
Fechando as considerações sobre o quarteto de
artistas, “last, but not least”, temos a presença de GUILHERME
DELLORTO, que veste a pele de Jorge, já apresentado como um “personal
trainer” escultural e jovem, com uma ambição bizarra, que pudesse levá-lo
a resolver a sua vida, dura, que o obriga a manter uma dupla jornada de
trabalho. O jovem, ainda que seja heterossexual e lide, com leveza e providenciais esgueiradas, com as
investidas e o ciúme do trio maduro, com sua chegada ao bar, sacode a rotina e
a libido dos outros personagens. Jorge é bastante carismático e
simpático, por sua postura de um rapaz desajeitado, meio tosco, não refinado e,
até me provarem o contrário, um pouco ingênuo, além de sonhador. Eram muitas
características exigidas, para a composição do personagem, trabalho que DELLORTO
“tira de letra”. Os quatro atores convencem bastante.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Flávio Marinho
Direção: Flávio Marinho
Assistência de Direção: Mabel Tude
Elenco: Alice Borges, Aloísio de Abreu, Marcos Breda e
Guilherme Dellorto
Voz em “off”: Miguel Falabella
Direção Musical: Liliane Secco
Direção de Movimento: Mabel Tude
Direção de Arte (cenário e figurino): Ronald
Teixeira
Assistência de Direção de Arte: Pedro Stamford
Assistência de Cenografia: Pedro Stamford e Ricardo Júnior
Assistência de Figurino: Pedro Stamford
Iluminação: Paulo César Medeiros
Desenho de Som: Pietro
Visagismo: Beto Carramanhos
Preparação Vocal: Felipe Abreu
Direção de Produção e Administração: Oscar José
Programação Visual: Jonas Breda e Fernanda Couto
Assessoria de Imprensa: Vanessa Cardoso e Daniella
Cavalcanti
Fotos: Beti Niemeyer
Cenotécnico: Guilherme Tommasi
Costureira: Riso Monteiro
Pintura de Arte: Pedro Stamford e Ricardo Júnior
Montagem de Luz: Boy George, Yasmin Lira e Antônio
Medeiros
Filmagem: Johnny
Assessoria Jurídica: Roberto Silva
Coordenação de Redes Sociais: Marcus Vinícius de
Moraes
Produção Executiva: Gleice Caxias
Operador de Som: Pietro
Operador de Luz: Éder Nascimento
Contrarregra: Reginaldo Celestino
Realização: Marinho D’Oliveira Produções Artísticas
Ltda.
SERVIÇO:
Temporada: De 02 de outubro a 06 de dezembro de 2026.
Local: Teatro Vannucci (Shopping da Gávea, 3º piso).
Endereço: Rua Marquês de São Vicente, nº 52, loja 371
– Gávea – Rio de Janeiro.
Informações: (21) 2274-7246.
Dias e Horário: 6ª feira e sábado, às 19h; domingo, às
17h30min.
Capacidade: 400 lugares.
Venda de Ingressos: Pela plataforma SYMPLA, https://bileto.sympla.com.br/event/126646?share_id=1-copiarlink (com cobrança de taxa de serviço) ou na bilheteria
do Teatro (sem cobrança de taxa de serviço).
Horário de funcionamento da bilheteria do Teatro: De
3ª feira a domingo, das 14h às 20h, estendendo-se até meia hora, após o início
dos espetáculos, nos dias de apresentação.
Duração: 80 minutos.
Classificação Etária: 14 anos.
Gênero: COMÉDIA.
Se a sua principal motivação,
para ir a um Teatro, for rir e se divertir, “VÍBORAS – A ARTE
DO INSULTO” é uma excelente pedida. RECOMENDO
O ESPETÁCULO.
(O elenco e o dramaturgo e diretor.)
FOTOS: BETI NIEMEYER.
É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de
espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se
necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos,
possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO.








































































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