quinta-feira, 6 de agosto de 2026

 “2º FESTIVAL

DE TEATRO DO RIO”

“RITA LEE:

A BALADA DA LOUCA”

ou

(UMA GRANDE ARTISTA

A CAMINHO

DA ETERNIDADE.)


 

         Como parte da excelente programação do “2º FESTIVAL DE TEATRO DO RIO”, sob a profícua e rica curadoria de MARIA SIMAN, ocupando os palcos do Teatro Riachuelo RJ e o Teatro TotalEnergies, um espetáculo em final de temporada no Teatro FAAP, em São Paulo, “RITA LEE: A BALADA DA LOUCA”, se apresentou como uma das mais concorridas atrações do referido evento. Lotação esgotada do Teatro. Duas apresentações apenas, mas a montagem, com toda a certeza, cumprirá temporada(s) no Rio de Janeiro, a primeira já agendada (de 10 de outubro a 01 de novembro de 2026, no Teatro Prio), para que milhares de pessoas possam também conferir a excelência desta produção. Vamos aguardar, com paciência e expectativa.





Tive a oportunidade e a sorte de poder assistir ao solo, em seu primeiro dia de exibição no “FESTIVAL...”, como convidado da MNiemeyer (ANA LUIZA), assessoria de imprensa do Teatro Riachuelo RJ, e deixei aquele espaço muito feliz, pelo que me foi dado apreciar, e com total vontade de reassistir a tão importante trabalho teatral.  

 

 



 

SINOPSE:

O espetáculo é um monólogo, baseado no livro Rita Lee: Outra Autobiografia”, lançado em 2023.

A peça retrata, com humor, irreverência e emoção, os últimos anos de vida da cantora e sua luta contra o câncer.

O solo companha os dias da rainha do “rock” brasileiro, após o diagnóstico de câncer de pulmão, em 2021.

Trata de temas como a finitude, o envelhecimento, o amor e a espiritualidade, sem perder a franqueza crua, a ironia e a leveza, características peculiares da artista.


 

 


 

         Não é a primeira vez que a icônica e saudosa artista é homenageada no Teatro e penso que nem será a última. E Rita bem o merece; de verdade. A atriz Mel Lisboa interpretou Rita Lee duas vezes. A primeira foi em 2014, na peça “Rita Lee Mora ao Lado”, tendo merecido aplausos e elogios da homenageada, iniciando-se ali uma forte ligação entre as duas, consolidada mais tarde, dez anos depois, quando, pela segunda vez, Mel encarnou Rita, no musical “Rita Lee – Uma Autobiografia Musical”, que estreou em 2024, em São Paulo, já cumpriu várias temporadas, viajou pelo país, já foi assistido por dezenas de milhares de espectadores e, ainda hoje, mais de dois anos após sua estreia, ocupa o palco do Teatro Porto, na capital paulista.




Em 2021, ao ser diagnosticada com câncer de pulmão, Rita Lee decidiu registrar, em um diário, suas reflexões, memórias e vivências, o seu dia a dia na luta contra a doença. Esse material deu origem a um livro, Rita Lee: Outra Autobiografia”, segundo volume de suas memórias, lançado em 2023. Agora, a obra ganha uma adaptação para o TEATRO, na forma de um instigante, belo e divertido monólogo, “RITA LEE: A BALADA DA LOUCA”, que retrata, com coragem e humanidade, os anos finais da artista. Idealizado e escrito por GUILHERME SAMORA, o espetáculo traz uma das mais importantes atrizes brasileiras, LILIA CABRAL, no papel da cantora e compositora, sob a direção de BEATRIZ BARROS.




Fui ao Teatro Riachuelo RJ um pouco apreensivo, eu diria, achando que chegaria às lágrimas, visto que, durante a minha leitura do livro que deu origem a esta peça, tão logo ele chegou às livrarias, chorei muito, ainda que me pegasse, de vez em quando, rindo e, até mesmo, gargalhando, com as muitas sacadas de um excelente humor, da parte de Rita. Qual não foi a minha surpresa, quando, ao final da encenação, percebi que, apesar de muitos momentos de profunda emoção e um forte sentimento de perda, eu não havia vertido uma lágrima! E a explicação é muito simples. É perfeito o trabalho de GUILHERME SAMORA, um dos poucos amigos íntimos da homenageada, e BEATRIZ BARROS na transmutação de um livro numa dramaturgia. O autor do texto soube preservar a essência da escrita de Rita Lee, marcada pela franqueza sem filtros, pelo humor afiado e por uma sensibilidade que transita entre a ironia, a delicadeza e o afeto, poupando, porém, o espectador de trechos mais tristes e “pesados” da obra autobiográfica.




 Apesar de o solo girar em torno de um período de uma guerra travada contra um inimigo terrível, que se saiu vencedor, para a nossa tristeza, o espetáculo pode ser considerado uma “celebração”, marcado pela irreverência, tudo envolvo em muita sensibilidade e bom gosto. Chega a última cena e tudo acaba “para cima”



 Depois de já ter assistido, por três vezes, ao espetáculo de Mel Lisboa, que, no palco, parece incorporar Rita, como se uma entidade fosse, custou-me um pouco conseguir enxergar LILIA CABRAL vivendo a mesma personagem, tão logo vim a saber sobre o projeto desta montagem. E fiquei muito curioso para conferir tal desafio, pensando na diferença do biotipo entre a cantora e compositora e a atriz convidada para interpretar a personagem. Mas nada que um “tantão” de talento e um bom visagismo não resolvam. Não é, em absoluto, minha intenção comparar as duas atuações; nada o justificaria. Mas ocorre que, enquanto Mel interpreta Rita em várias etapas de sua vida pessoal e artística, cabe a LILIA “ser” a Rita apenas na sua fase mais madura, por dois únicos anos, da data de seu fatídico diagnóstico, em 2021, até sua morte, em 08 de maio de 2023. E como LILIA CABRAL se dedicou à personagem! Com que entrega e verdade ela nos permite “ver” e sentir a Rita naquele palco!




“Sempre fui fã da Rita, que, para mim, é uma referência em tudo. Quando recebi esse convite, cheguei a perder um pouco o rumo — nunca havia pensado nessa possibilidade. Curiosamente, quando comentei com algumas pessoas, elas se surpreendiam e diziam que era uma junção de mundos maravilhosa.”, conta LILIA. E não é que é mesmo?!



A competente direção, de BEATRIZ BARROS, apostou, e acertou em cheio, na simplicidade e na excelência; jogou todas as suas fichas na qualidade de um texto, no talento e competência de LILIA CABRAL e na simplicidade de um cenário (PEDRO LEVORIN) e de um elegante e sóbrio figurino (WALÉRIO ARAÚJO), muito apropriado a uma Rita “senhora”, longe da exuberância e desafio de seus trajes provocantes, quando pisava os palcos como cantora. Esses detalhes são valorizados por uma belíssima iluminação, criação de ANA LUZIA MOLINARI DE SIMONI. LEOPOLDO PACHECO e EMI SATO assinam o importante trabalho de visagismo, para aproximar ao máximo, externamente, Rita de LILIA. O resto, que não é pouco, fica por conta da formidável “performance” de uma brilhante atriz, ocupando e preenchendo um espaço cênico e colhendo muitos aplausos de uma atenta plateia, inclusive, algumas vezes, em cena aberta.

 

 


 

 


FICHA TÉCNICA:


Idealização: Guilherme Samora

Texto: Guilherme Samora
Direção Geral e Adaptação Dramatúrgica: Beatriz Barros

Assistência de Direção: Sol Menezzes

Direção Musical: Dani Nega
Assistência de Direção Musical: Rafaela Penteado

Elenco: Lilia Cabral

 

Cenografia: Pedro Levorin
Figurino: Walério Araújo
Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni

Direção de Movimento e Preparação Corporal: Sol Menezzes
Visagismo: Leopoldo Pacheco
Peruca: Emi Sato
“Design” e “Social Media”: Malu Francini
Diretor de Palco: Dani Benevides
Técnico de Som: Thiago Silva
Técnico de Iluminação: Rodrigo Palmieri
Camareira: Jacque Vilar
Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Fotos: Cauê Moreno
Produção Executiva: Marta Tramonti
Direção de Produção: Edinho Rodrigues e Vanessa Campanari
Realização: Brancalyone Produções e Pipoca Comunicação


 

 

 


 

 

SERVIÇO:

Apresentações: 04 e 05 de agosto de 2026.

Local: Teatro Riachuelo RJ.

Endereço: Rua do Passeio, nº 38/40 – Centro – Rio de Janeiro.

Horário: 20h.

Valor dos Ingressos: Plateia VIP - R$ 190 (inteira) e R$ 95 (meia-entrada; Plateia - R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia-entrada); Balcão Nobre - R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia-entrada); e Balcão - R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada. 

Vendas dos Ingressos: https://www.ingresso.com/espetaculos/2-festival-de-teatro-do-rio-de-janeiro-rita-lee-a-balada-da-louca?utm_source=trr_site&utm_medium=organico&utm_campaign=trr_festival-rita-lee (com taxa de serviço) ou na bilheteria do Teatro (sem taxa de serviço).

Horário de funcionamento da bilheteria: De 3ª feira a sábado, das 12h às 20h; domingo e feriado, das 12h às 19h. 

Classificação Etária: Livre.

Duração: 70 minutos.

Gênero: Monólogo. 


 

 


 

         Fiquem atentos, como eu também ficarei, para a temporada carioca, já expressa no primeiro parágrafo destes escritos. RECOMENDO MUITO ESTE ESPETÁCULO!

 

 


 

 


FOTOS: CAUÊ MORENO

 

 


É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO.

 

 

 































































































































terça-feira, 4 de agosto de 2026

 

“É O FIM! LTDA”

ou

(UMA BOA E MODESTA

COMÉDIA PARA

O DIVERTIMENTO

DA FAMÍLIA.)

ou

(É SIMPLES, 

MAS É BOM.)

 

 


         Quando tenho que fazer um longo deslocamento, dirigindo ou utilizando outros meios de locomoção, para assistir a uma peça teatral, como no último domingo (02/08/2026), de um bairro da zona sudoeste do Rio de Janeiro até outro, da zona norte, não poupo os ouvidos dos DEUSES DO TEATRO, pedindo-lhes que não seja uma viagem e um sacrifício perdidos, principalmente quando o programa é assistir a uma COMÉDIA, já que boas peças desse gênero se tornaram raras, um artigo de luxo, mesmo, nos últimos tempos, salvo algumas raríssimas exceções. Confesso que sou muito rígido e exigente, com relação a peças cujo propósito primeiro é divertir, fazer rir. Piadas e textos que não têm a menor graça me aborrecem, me irritam. A peça sobre a qual, aqui, resolvi escrever algumas considerações chama-se “É O FIM! LTDA”, com um título um pouco estranho, mas que tem tudo a ver com a dramaturgia, em cartaz no Teatro 2 do SESC Tijuca (VER SERVIÇO!). Não vou enganar ninguém: Eu, pelo menos, não gargalhei, mas outras pessoas chegaram a tal estágio do riso. Mas o que importa é que sorri bastante e me diverti, a ponto de ter achado que valeu a pena a minha ida ao Teatro e de ter sido impelido a escrever uma crítica sobre a peça.

 




SINOPSE:

Como seria experimentar o seu próprio velório, antes da derradeira hora?

O espetáculo “É O FIM! LTDA” é uma COMÉDIA musical, que aborda a finitude humana, com humor, música e afeto.

A trama acompanha três empreendedores, que criam uma empresa chamada É O FIM! LTDA, de velórios, especializada em planejar e executar “gurufins” personalizados, mas sofrem um acidente no caminho de lançamento e descobrem que já estão mortos.

No dia do lançamento do negócio, a plateia é recebida como “cliente VIP” e convidada a conhecer o inovador serviço “Teste Drive Gurufim!”, que permite experimentar diferentes modelos de velório, antes de morrer de verdade.

Em uma trama envolvente, repleta de humor, música e situações inusitadas, o espetáculo reserva um final surpreendente.


 



         Antes de entrar, propriamente, em comentários sobre esta montagem, acho muito pertinente falar sobre uma espécie de ritual, citado na SINOPSE, só conhecido pelos mais velhos, como eu, já bastante em desuso, porém ainda encontrado, muito raramente, que é o “gurufim”, uma cerimônia fúnebre festiva e tradicional, comum no mundo do samba e em comunidades afro-brasileiras, que mistura o luto com música, dança, comida e bebida para celebrar a trajetória de quem partiu. A palavra tem origem no idioma quimbundo (de matriz banta, vindo de Angola). É um ritual para honrar a vida e espantar a dor, expressando que a alegria e a memória afetiva também cabem na despedida. Historicamente, envolvia cantorias, contação de histórias e brincadeiras tradicionais, para manter o ambiente desperto e vivo durante a noite toda”, tudo regado a bebidas e comidas, como se daria numa festa. É, por assim dizer, uma versão tupiniquim das celebrações dos mexicanos durante os velórios.



        O espetáculo, que foi agraciado com o edital Pulsar, do SESC Rio de Janeiro, traz dramaturgia de ALEXANDRE DANTAS, direção de ANDRÉ PAES LEME e, no elenco, o próprio ALEXANDRE, ao lado de HUGO GERMANO e SARA HANA. É a sétima peça da “Cia. FaláCia”, criada em 2008, por ALEXANDRE DANTAS e CLAUDIA VENTURA, esta uma consagrada atriz, que, neste espetáculo, assume a assistência de direção. A companhia surgiu para investigar a linguagem narrativa, utilizando-se de obras de importantes autores da literatura em língua portuguesa, como Machado de Assis, Arthur Azevedo, Rubem Fonseca, João de Mancelos e Ronaldo Correia de Brito. Ao longo de sua trajetória, a dupla também expandiu sua pesquisa para outras linguagens, incluindo adaptações de clássicos e o TEATRO musical. A montagem em tela marca um novo momento para o grupo, ao apresentar seu primeiro texto autoral. O espetáculo celebra, ainda, os 36 anos de parceria entre CLAUDIA e ALEXANDRE e os 18 anos de atuação da companhia, reunindo humor, música e forte identidade brasileira.





         Não se trata, propriamente, de um musical, no formato que estamos acostumados a ver, mas sim de uma COMÉDIA musical, feita com muito cuidado e empenho de todos os que fazem parte da FICHA TÉCNICA do espetáculo; modesto, é verdade, contudo atingindo seu objetivo: divertir, brincando com algo bastante sério, que é a morte, transformando o rito de passagem em celebração. O fim da vida, um dos temas mais universais e, ao mesmo tempo, mais evitados da experiência humana, ganha contornos de humor, música e afeto nesta COMÉDIA musical inédita, que combina sátira, ritmos populares brasileiros e uma relação direta com o público, para refletir sobre a finitude, de forma leve e divertida.



 Entre apresentações corporativas, planos funerários e situações inusitadas, o público é conduzido por uma narrativa repleta de humor e surpresas. O que os personagens não sabem é que sofreram um acidente, a caminho do evento, e já estão mortos. Aos poucos, a apresentação da empresa se mistura à própria despedida dos protagonistas, transformando o espetáculo em uma reflexão sensível sobre a vida, os encontros e a inevitabilidade do fim. A montagem alterna diferentes tempos narrativos, cruzando a história dos personagens com os acontecimentos que antecedem o lançamento de um empreendimento, em uma estrutura que se constrói como um quebra-cabeça cênico e musical.



  De longo tempo, sou um grande admirador do trabalho e da garra empreendedora do casal ALEXANDRE DANTAS e CLAUDIA VENTURA. Sobre eles, assim se expressa o diretor da peça, ANDRÉ PAES LEME: Trabalhar com dois profissionais de altíssimo nível, que sabem combinar afeto, dedicação, profissionalismo, firmeza e gentileza é gratificante. ALEXANDRE DANTAS e CLAUDIA VENTURA são parceiros de vida e de uma trajetória profissional muito intensa. São muitos trabalhos juntos e, a cada novo projeto, sinto que aprendo um pouco mais. Sou muito grato pelo convite para integrar este espetáculo e espero que muitos outros venham pela frente.”



  Além de não poupar elogios a toda a equipe, que, realmente, se empenhou bastante por um bom espetáculo, o diretor chama a atenção para a proposta artística da montagem, que aposta em uma COMÉDIA com forte apelo popular e uma relação próxima com a plateia. Diz ele: “É uma COMÉDIA diferente, com uma comunicação muito fluida com o público e que envolve diretamente a plateia.”



  Enganam-se os que pensam ser necessário uma produção nadar em cifrões, para conseguir erguer uma peça de qualidade. Já vi muito dinheiro ter sido gasto em produções duvidosas, no mínimo, ao passo que “É O FIM! LTDA”, uma montagem de poucos recursos financeiros, consegue atingir o público de uma forma direta e positiva. A cenografia (TERESA ABREU) e os figurinos (MARAH SILVA) dialogam com a simplicidade e o ajuste com as exigências da dramaturgia. A iluminação não traz grandes firulas, no entanto é muito bem desenhada pelo comprovado talento de RENATO MACHADO e DIEGO DIENER.



  Merecem aplausos as doze canções inéditas que embalam a peça, todas compostas por ALFREDO DEL-PENHO, que também assina a direção musical do espetáculo. As músicas são apresentadas ao vivo, cantadas pelo elenco, acompanhado por três músicos: o próprio DEL-PENHO (violão), GUINTER VIEIRA (cavaquinho) e GEÓRGIA CÂMARA (percussão).



 Humildemente, aprovo a descomplicada direção de ANDRÉ PAES LEME, assim como o correto desempenho do trio de atores, os quais demonstram um largo prazer em atuar e uma profunda cumplicidade entre si. Eles passam muita leveza e descontração em suas atuações, merecendo os justos aplausos direcionados da pequena plateia (A lotação do espaço gira em torno de apenas 50 lugares.), ao final da encenação. A propósito, a apresentação nesse micro espaço tem um ganho pela aproximação atores/plateia; por outro lado, é justo que este espetáculo mereça ser apresentado em espaços que comportem um número maior de espectadores, por sua qualidade e “honestidade”.  

 

 


 

FICHA TÉCNICA:

Dramaturgia: Alexandre Dantas

Músicas Originais: Alfredo Del-Penho

Direção: André Paes Leme

Assistência de Direção: Claudia Ventura

Direção Musical: Alfredo Del-Penho

 

Elenco: Sara Hana, Hugo Germano e Alexandre Dantas

Músicos: Alfredo Del-Penho (violão), GUINTER VIEIRA (cavaquinho) e GEÓRGIA CÂMARA (percussão)

 

Cenografia: Teresa Abreu

Figurino: Marah Silva

Iluminação: Renato Machado e Diego Diener

Produção Executiva: Christina Carvalho e Natália Dias

Coordenação de Comunicação e Fotografias: Daniel Barboza | incerta

Mídias Sociais e Produção de Conteúdo: Fabiana Bugard

“Design” Gráfico: Allan Brandão

Assessoria de Imprensa: Alessandra Costa

Idealização e Realização: CiaFaláCia


 



 

SERVIÇO:

Temporada: De 23 de julho a 16 de agosto de 2026.

Local: Sesc Tijuca (Teatro 2).

Endereço: Rua Barão de Mesquita, nº 539, Rio de Janeiro – RJ.

Dias e Horários: De 5ª feira a sábado, às 19h; domingo, às 18h.

Valor dos Ingressos: Grátis (PCG), R$ 21 (habilitado SESC), R$ 15 (meia-entrada), R$ 27 (conveniado) e R$30 (inteira).

Vendas “on-line” através do “site” da Ingresso.com (com taxa de serviço) ou na bilheteria do Teatro (sem taxa de serviço).

Horário de funcionamento da bilheteria: De 3ª feira a 6ª feira, das 8h às 20h; sábado, das 9h às 19h; domingo, das 9h às 18h.

Classificação Indicativa: 16 anos.

Duração: 70 minutos.

Gênero: COMÉDIA Musical


 

 


          Espero que este espetáculo continue fazendo uma boa carreira no Teatro 2 do SESC Tijuca e consiga novas pautas, em outros espaços, para que um número maior de pessoas possa se divertir e aplaudir um bom trabalho de TEATRO, que EU RECOMENDO.

  

 

 

 

 

FOTOS: DANIEL BARBOZA

 

 


É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO.