sábado, 20 de junho de 2026

 

“MEU FILHO É

UM MUSICAL”

ou

(BELA HOMENAGEM

À ALTURA DO

TALENTO MASTER

DE PAULO GUSTAVO.)

 

               


Com uma grande e festejada FICHA TÉCNICA, está em cartaz, no Teatro Multiplan, Rio de Janeiro, uma superprodução de TEATRO MUSICAL: “MEU FILHO É UM MUSICAL”, uma bela e merecidíssima homenagem ao talento master de PAULO GUSTAVO, um dos maiores artistas que o Brasil já conheceu, falecido tão precocemente, aos 42 anos, em 2021, tragicamente uma das mais de 700.000 vítimas da Covid-19.



 Apresentado pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, com patrocínio do BNY e da Robert Half, o espetáculo é idealizado por RENATA BORGESDÉA LÚCIA, mãe de PAULO GUSTAVO, e tem produção assinada por DÉA LÚCIA, em parceria com a Touché Entretenimento, de RENATA BORGES. A direção artística é de JU AMARAL e JOÃO FONSECA, o qual dirigiu o artista na montagem original do espetáculo “Minha Mãe É Uma Peça”, de 2006, e, também, em várias temporadas de uma série televisiva, o “sitcom” “Vai Que Cola”.



O roteiro do espetáculo, ótimo, diga-se de passagem, é assinado por FIL BRAZ, um dos melhores amigos do homenageado e que entende de tudo, e mais um pouco, quando o assunto é PAULO GUSTAVO. Por oportuno, FIL também é o responsável pelos roteiros dos três filmes que fazem parte da franquia “Minha Mãe É Uma Peça”, um dos grandes campeões de bilheteria do cinema brasileiro, um fenômeno popular, tendo levado milhões de pessoas às casas de exibição. Penso que não havia ninguém melhor do que FIL para nos trazer a vida de PAULO GUSTAVO, pessoal e profissional, nos seus mínimos detalhes, muitos dos quais já bem conhecidos e outros nem tanto. O texto é formidável!



O musical não entrega nada mais do que promete: muita diversão, com um humor rasgado, bem na linha PAULO GUSTAVO, bastante amor e uma dose superlativa de emoção. Como diretores artísticos, JU AMARAL e JOÃO FONSECA, entendendo muito bem aquilo a que o roteiro se propunha passar aos espectadores, conduzem a peça com dedos de mestres, facilitando, em tudo, a integração plateia/palco/palco/plateia.



 

SINOPSE:

A vida e o legado de PAULO GUSTAVO (1978–2021) ganham forma em uma superprodução teatral que transforma sua história pessoal e profissional em um musical original de grande escala, pleno em qualidades.

O espetáculo concretiza um desejo manifestado, em vida, pelo artista e, agora, conduzido por sua própria família, em uma construção que conecta memória afetiva e linguagem cênica contemporânea.

Em cena, os intérpretes reúnem trajetórias que transitam entre TEATRO e audiovisual, compondo diferentes camadas de uma figura que marcou o imaginário popular.

Vinte anos depois de transformar a própria história em um dos maiores fenômenos do humor brasileiro, PAULO GUSTAVO volta aos palcos, como personagem de um musical que nasce da memória, do afeto e da própria família.


 

 


O processo seletivo do elenco foi de grande monta, longo e meticuloso, mobilizando cerca de 800 inscritos, de diferentes regiões do país, além de, aproximadamente, 200 candidatos, para papéis ligados ao universo do homenageado, e mais de 40 crianças. Ao longo de seis dias de audições presenciais, somando 48 horas de testes, cerca de 216 artistas foram avaliados e o resultado final deságua num fabuloso elenco de 31 nomes, reunindo novos talentos e artistas já consolidados no TEATRO MUSICAL.



O elenco, dos principais personagens àqueles que podemos chamar de “elenco de apoio”, no melhor dos sentidos, sustenta, da primeira à última cena, os arcos dramáticos do texto. Resumindo, ninguém sobra em cena e todos dão o seu melhor, até mesmo em alguns poucos momentos de uma importância não tão especial. O grande destaque do elenco, como não poderia deixar de ser, vai para JOÃO PEDRO CHASELIOV, talhado para interpretar o homenageado, quer quando se apresenta como o personagem PAULO GUSTAVO, quer quando se mostra como a icônica Dona Hermínia, o alter ego de sua hilária e espontânea mãe. JOÃO PEDRO e PIERRE BAITELLI se alternam na pele do protagonista. Assisti ao espetáculo com o primeiro à frente do elenco, mas desejo rever o musical conduzido pelo PIERRE; não para estabelecer comparações, mas para conhecer uma outra forma de interpretação. Nos principais papéis, muitos aplausos para STELLA MARIA RODRIGUES, que interpreta uma impecável e convincente Dona Déa; CASTORINE, no papel de Juju; MARCELO VÁRZEA, como Júlio, o pai de PAULO GUSTAVO; TALITA CASTRO, Tia Penha, segunda esposa de Júlio; e JOSIE ANTELLO, sempre muito engraçada, como Iesa, uma das tias. Também me deixei encantar pelo enorme talento de um dos três meninos que interpretam, como alternantes, PAULO GUSTAVO, quando criança: MIGUEL VENERABILI, uma grande promessa para, quando crescer, se tornar um ótimo ator de musicais, em função de sua afinada voz, no canto, e da leve e deliciosa interpretação.



Ainda completam o numeroso e afiado elenco BELLA MORAES, IVANA TKOTZ e NINA VARGENS, alternando-se no papel de Juju, na infância (Infelizmente, não sei quem atuou na noite em que estive presente.); CRIS POMPEO; PEDRO MADEIRA; LUIZA LEWICKI; THIAGO VOLTOLINI; GASPAR; OSCAR FABIÃO; LUCAS COLOMBO; e, em papéis múltiplos, VALÉRIA BARCELLOS, FABRÍCIO NEGRI, CÁSSIA SANCHES, ELIZÂNDRA SOUZA, FERNANDA SABOT, MILENA MACHADO, ANDRÉ CELANT, BETO MÀCEDO, GLAUBER SEVLA e CAIO NERY.



Também são dignos de reconhecimento os trabalhos de TONY LUCCHESI, que assina a admirável direção musical e os arranjos; DANIEL SALVE, responsável pelas excelentes músicas e letras originais; e ALONSO BARROS, pelo interessante desenho coreográfico e pela direção de movimento, que agregam muita ação às cenas, normalmente curtas e ágeis, o que é muito bom numa COMÉDIA. Ainda na parte dos criativos não podem, de forma alguma, ficar em segundo plano algumas menções, articulando diferentes camadas da linguagem teatral, como a da pesquisadora e antropóloga BEATRIZ COELHO, na colaboração dramatúrgica, além de uma bela e funcional cenografia, assim como os originais e criativos figurinos, o belo desenho de luz, o cristalino desenho de som e o excelente visagismo. Todos os profissionais, “cada um no seu quadrado” (VER FICHA TÉCNICA.), emprestaram seus talentos para engrandecer o musical.



A data de estreia da peça carrega um simbolismo particular, uma vez que marca os 20 anos da primeira apresentação de “Minha Mãe É Uma Peça”, monólogo que deu origem a uma das maiores franquias do entretenimento brasileiro, nas telonas. Duas décadas depois, é DONA DÉA quem retorna ao palco, numa singela participação afetiva, cantando, para retribuir ao filho a homenagem feita em vida, quando dividiram a cena em “O Filho da Mãe”, espetáculo de 2019, que reunia humor, música e muito afeto.



No palco, a narrativa acompanha o artista, desde sua infância, em Niterói, quando já imitava a mãe e as tias, até se tornar um dos nomes mais populares do humor brasileiro. O percurso atravessa seus primeiros passos no TEATRO, sua formação artística, o reconhecimento nacional, a criação de personagens icônicos e feitos históricos, como os mais de 11 milhões de espectadores de “Minha Mãe É Uma Peça 3”, a maior bilheteria da história do cinema nacional.



“Falar de PAULO GUSTAVO é falar de uma força da Natureza. Ele não veio do nada; veio do tudo: do amor imenso de DONA DÉA, da parceria de vida com JUJU, de uma coragem rara e de um brilho que o Brasil inteiro reconhece. Produzir este espetáculo é uma honra e uma travessia, porque cada cena carrega a memória viva de um artista que não apenas fazia rir, mas fazia sentir. PAULO GUSTAVO e DONA DÉA são patrimônios afetivos do Brasil”, afirma RENATA BORGES.



A trilha sonora é bastante eclética e combina canções já conhecidas, músicas presentes em sua trajetória, com outras originais, criadas para a montagem, refletindo sua irreverência, generosidade e impacto cultural. “A encenação articula humor e emoção, em uma dramaturgia que resgata não apenas o legado público, mas também as relações, referências e modos de criação que marcaram sua carreira”. (Trecho extraído do “release”, via GRAZY PISACANE.)



DONA DÉA reforça o caráter afetivo do projeto: “Meu filho tinha um talento e um coração raros. Tudo o que fez foi com muito amor e dedicação. Agora eu e JUJU vamos render a ele todas as homenagens e realizar um dos seus maiores sonhos: um grandioso espetáculo.” JU AMARAL completa: “O palco era a segunda casa do meu irmão. Ele pensava grande, queria tudo perfeito e tinha enorme respeito pelo público. É dessa forma que queremos homenageá-lo: com um espetáculo à altura de tudo o que ele foi e representou.” Esteja certa de que o objetivo foi plenamente atingido, JUJU.

 

 


 

FICHA TÉCNICA:

Idealização: Renata Borges e Dona Déa

Direção Geral e Produção Executiva: Renata Borges e Dona Déa

Direção Artística: Ju Amaral e João Fonseca

Dramaturgia: Fil Braz

Residência de Direção: Marcelo Vasquez

Direção Musical: Tony Lucchesi

Coordenação Artística: Lucas Pimenta

Músicas e Letras: Daniel Salve

Pesquisa e Colaboração Dramatúrgica: Beatriz Coelho

Coreografia: Alonso Barros

 

Cenografia: Nello Marrese e Victor Aragão

Figurinos: Theodoro Cochrane

Desenho de Luz: Daniela Sanchez

Desenho de Som: Gabriel D’Angelo, André Breda e Beatriz Martins

Visagismo: Anderson Bueno

Criação de Conteúdo: Bruna Junqueira (Maze FX)

 

Elenco: João Pedro Chaseliov e Pierre Baitelli (Paulo Gustavo - alternantes); Stella Maria Rodrigues (Dona Déa); Castorine (Juju); Marcelo Varzea (Júlio); Josie Antello (Iesa); Miguel Venerabile, Gabriel Gentil e Guilherme Baleixo (Paulo Gustavo Criança - alternantes); Bella Moraes, Ivana Tkotz e Nina Vargens (Juju Criança - alternantes); Cris Pompeo (Malu Valle e Iafa); Talita Castro (Penha); Pedro Madeira (Fil); Luiza Lewicki (Bia); Thiago Voltolini (Porchat); Gaspar (Majella); Oscar Fabião (Fábio); Lucas Colombo (Thales e Cover Paulo Gustavo); Valéria Barcellos (Vania, Samara e Camilão); Fabrício Negri (Gato de Botas); Elizândra Souza (Bianca(); Fernanda Sabot (Valdéa); Milena Machado (Fabiana e Cover Juju); André Celant (João Marcelo e Cover Fábio); Beto Màcedo (Ensemble e Cover Majella); Caio Nery (Ensemble e Cover Gato de Botas); Glauber Sevla (Ensemble); Cássia Sanches (Ensemble); Carol Donato (Swing); e Diego Lemos (Swing)

 

Direção de Elenco: Vanessa Veiga

Identidade Visual: Gus Perrella

Produtora: Renata Borges

Direção de Produção: Roberta Juricic

Gerência de Produção: Alyzandra Pessanha e Claudio Tizo

Coordenação Geral — Gui Barros

Fotos: Eny Miranda e Divulgação

 


 

 

 

SERVIÇO:

Temporada: De 28 de maio a 19 de julho de 2026.

Local: Teatro Multiplan – Shopping VillageMall.

Endereço: Avenida das Américas, nº 3900 – Barra da Tijuca - Rio de Janeiro.

Dias e Horários: De 4ª a 6ª feira, às 20h; sábado, às 16h e 20h; domingo, às 16h e 19h30min.

Valor dos ingressos: Plateia VIP: R$ 360 (inteira) e R$ 180 (meia-entrada); Plateia: R$ 320 (inteira) e R$ 160 (meia-entrada); Plateia Superior: R$ 280 (inteira) e R$ 140 (meia-entrada); Frisas: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia-entrada); Camarotes: R$ 180 (inteira) e R$ 90 (meia-entrada); e Ingressos Populares: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada), limitados a 20% da capacidade.

Venda de Ingressos: Sympla: https://bileto.sympla.com.br/event/113483 (com taxa de serviço) e Bilheteria do Teatro (sem taxa de serviço).

Classificação Etária: Livre.

Duração: 120 minutos (com intervalo de 15 minutos).

Gênero: COMÉDIA Musical.

 


 

 

Com temporada inicial no Rio de Janeiro e circulação prevista por outras cidades, incluindo São Paulo, naturalmente, “MEU FILHO É UM MUSICAL” se impõe como um excelente produção, uma celebração da vida, da arte e da potência criativa de um dos artistas mais populares do país, motivo que me leva a RECOMENDAR O ESPETÁCULO.

 

 

 

 


FOTOS: ENY MIRANDA

e DIVULGAÇÃO.

 

 

É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO.


































































terça-feira, 16 de junho de 2026

  “VICTOR OU VICTORIA”

ou

(COMO SE CONSTRUIR

UMA BOA COMÉDIA?)

 

 


            Com simplicidade, bom gosto e, principalmente, competência, consegue-se atingir um excelente resultado na construção de uma boa COMÉDIA. Foi com esses ingredientes que CLAUDIO BOTELHO, numa brilhante direção, montou seu espetacular musical “VICTOR OU VICTORIA”, em cartaz, em curtíssima temporada, no Teatro Claro Mais do Rio de Janeiro.






SINOPSE:

Victoria Grant (ALESSANDRA VERNEY) é uma cantora desempregada, que, na Paris dos anos 30, precisa se reinventar, para sobreviver no meio artístico.

Quando assume uma identidade masculina, ela experimenta um sucesso instantâneo, ao se transformar em Victor, um homem que se apresenta como mulher, no palco, e conquista as plateias com sua potente voz feminina.

A partir dessa farsa, “VICTOR OU VICTORIA” dá origem a uma série de tramas e situações hilárias e, também, debate temas como gênero, liberdade e preconceito.


 


 



 

            Sempre que parto para assistir a alguma montagem da grife MÖELLER & BOTELHO, faço-o com a melhor das expectativas e, quase sempre, elas são superadas, como ocorreu quando assisti ao musical aqui comentado. Desta vez, os méritos maiores da montagem vão para CLAUDIO BOTELHO, que, sozinho, sem Charles Möeller, assume a direção geral do espetáculo, porém essas virtudes também podem ser divididas com o excelente elenco e todos os artistas de criação envolvidos na produção.





            Mesmo sem ter visto o filme homônimo, que foi grande sucesso no Brasil, já conhecia o enredo da peça, por já ter assistido, em 2001, a uma outra montagem, igualmente sensacional, que trazia a grande Marília Pêra como protagonista. Em nada, a versão atual fica a dever àquela, enriquecida por algumas pequenas adaptações para o momento atual.





  Lançado pelo diretor Blake Edwards em 1982, o filme homônimo teve uma bem-sucedida trajetória mundial, recebeu sete indicações ao Oscar e passou a fazer parte do imaginário de diversas gerações. Em 1995, o longa ganhou a sua versão no Teatro Musical e seguiu uma jornada de imenso sucesso na Broadway, em montagem estrelada por Julie Andrews (Ela também fez o filme.), que chegou a incríveis 734 apresentações.





Este espetáculo marca o retorno da parceria CLAUDIO BOTELHO com MIGUEL FALABELLA e ALESSANDRA VERNEY, após o estrondoso sucesso que foi “Kiss Me, Kate – O Beijo da Megera”, de Cole Porter, que selou o reencontro dos gigantescos artistas em 2023.





  Com os olhos, os dedos e a cabeça voltados para o bom gosto e a inteligência cênica, BOTELHO acerta, mais uma vez, na função de diretor geral do espetáculo, apostando suas fichas num delicioso texto, num elenco de primeira e na reunião de grandes artistas de criação, alguns dos quais já de uma parceria constante com o diretor, e o resultado é um espetáculo delicioso, hilário, que diverte e agrada os espectadores, os quais retribuem tal qualidade do musical com muitos aplausos ao final da encenação.





  O humor da peça é simples, sem grandes sofisticações, com divertidíssimos momentos de um bom “vaudeville”, com seus quiprocós saltando aos olhos e criando memoráveis momentos de humor ingênuo e bem construídos, até meio que “à la” “Os Trapalhões”, sem o menor indício de demérito. Ressalte-se que, nesta excelente versão brasileira, de CLAUDIO BOTELHO, o versionista inseriu algumas ótimas piadas internas e outras da contemporaneidade, o que provoca muitas gargalhados do público.





  O melhor do humor cai no colo de MIGUEL FALABELLA e MARIA CLARA GUEIROS, os dois, cada um ao seu estilo, provocando muitas gargalhadas. ALESSANDRA VERNEY brilha, mais uma vez, na pele da protagonista, interpretando e cantando lindamente, numa atuação impecável. A personagem parece ter sido escrita para ela. JUNNO ANDRADE também se sustenta muito bem, ao lado de premiados colegas de cena, formando o quarteto dos principais personagens da peça. Os demais do elenco executam suas participações com igual esmero.





  Complemento minhas felicitações e festejos com os nomes de ANDRÉ GUERRA, pela ótima cenografia; CAROL LOBATO, que assina os vistosos figurinos; VINÍCIUS ZAMPIERI, criador do ajustado desenho de luz; MARCELO CASTRO, pela correta direção musical, novos arranjos e regência, à frente de uma excelente banda; MARIANA BARROS, pela criativa coreografia; ANDRÉ BREDA, pelo operoso desenho de som; e FELICIANO SAN ROMAN, pelo perfeito visagismo.

 

 





 

FICHA TÉCNICA:

UM ESPETÁCULO DE CHARLES MÖELLER E CLAUDIO BOTELHO

Texto: Blake Edwards

Música: Henry Mancini

Letras: Leslie Bricusse

Música e Letras Adicionais: Frank Wildhorne

Versão Brasileira, Adaptação e Supervisão Geral: Claudio Botelho

Direção Geral: Claudio Botelho

Direção Associada: Guilherme Logullo

Direção Musical, Novos Arranjos e Regência: Marcelo Castro

 

Elenco: Alessandra Verney, Miguel Falabella, Maria Clara Gueiros, Junno Andrade, Ricca Barros, Rafael Aragão, Hamilton Dias, Wagner Lima, Frederico Reuter, Danilo Barbieri, Fernanda Biancamano, Carol Botelho, Vitor Veiga, Alvinho de Pádua, Bruno Ospedal e Estêvão Souz

 

Coreografia: Mariana Barros

Cenografia: André Guerra

Figurinos: Carol Lobato

Desenho de Luz: Vinícius Zampieri

Desenho de Som: André Breda

Visagismo: Feliciano San Roman

Coordenação Artística: Tina Salles

Assessoria de Comunicação: Pedro Neves

Fotos: Annelize Tozetto

Direção de Produção: Carla Reis

Produção: Opus Entretenimento e Möeller & Botelho

Realização: Instrituto Cultural Opus


 





 

 

SERVIÇO:

Temporada: De 04 a 28 de junho de 2026.

Local: Teatro Claro Mais – RJ.

Endereço: Rua Siqueira Campos, nº 143 – 2º piso – Copacabana – RJ.

Dias e Horários: 5ª e 6ª feira, às 20h; sábado, às 16h e 20h; domingo, às 15h e 19h.

OBSERVAÇÃO: Não haverá sessões nos dias 13 e 19 de junho, devido aos jogos da Copa do Mundo. Essas sessões serão realocadas nos dias 11, 18 e 25 de junho, às 16h.

Valor dos Ingressos: R$ 450 (plateia VIP), R$ 350 (plateia), R$ 250 (frisa) e R$ 50 (balcão), com direito a meia-entrada nos casos previstos pela Lei.

Capacidade: 659 lugares.

Classificação Etária: 12 anos.

Duração: 120 minutos (com intervalo de 15 minutos).

Gênero: COMÉDIA Musical.


 

 




 

            É de se lamentar muitíssimo que um espetáculo tão perfeito, extremamente interessante e hilário, cumpra uma curtíssima temporada, para o seu padrão de qualidade, o que me leva a RECOMENDAR, COM URGÊNCIA, ESTA DELICIOSA COMÉDIA MUSICAL. Vão logo ao Teatro Claro Mais! Garantam logo seus ingressos, visto que as sessões têm estado esgotadas, com muito merecimento.

 

 




 



FOTOS: ANNELIZE TOZETTO



 

É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO.