“FELIZ ANO VELHO
– O MUSICAL”
ou
(UM ESPETÁCULO
LINDO E EMOCIONANTE,
PARA SER GUARDADO,
COMO UMA JOIA RARA,
NO CORAÇÃO.)
Uma noite para ser guardada, de forma
indelével, no coração foi aquela de 26 de setembro de 2026,
depois de eu ter assistido a um musical que está em cartaz no Teatro Sabesp
Frei Caneca, em São Paulo, e já, felizmente, com
temporada confirmada para o Rio de Janeiro, a partir de 14 de janeiro de 2027,
no Teatro Riachuelo, com ingressos antecipados à venda pela plataforma
Ingresso.com. Refiro-me, com o maior orgulho, entusiasmo e com o coração
transbordando de alegria, a “FELIZ ANO VELHO”, espetáculo dirigido por GUSTAVO
BARCHILON, com um elenco estelar, baseado no romance homônimo do escritor e
jornalista Marcelo Rubens Paiva, um dos maiores “best-sellers”
da literatura brasileira, líder de venda nos anos 1980, adaptado,
para os palcos, agora em forma de musical, por MARILIA TOLEDO.
SINOPSE:
“FELIZ ANO VELHO - O MUSICAL”, em cartaz no Teatro
Sabesp Frei Caneca, é uma adaptação, para o palco, da obra
autobiográfica de Marcelo Rubens Paiva, que conta a história de
superação de um jovem de 20 anos, Marcelo (HUGO
BONÈMER), o qual fica tetraplégico, após um acidente em um mergulho, quando
bateu a cabeça.
A trama retrata a vida, pré e pós-acidente, de um
jovem universitário de 20 anos, Marcelo,
transformando a tragédia em um relato pulsante de reabilitação, afeto e
redescoberta.
O espetáculo traz uma inovação cênica, em que o
protagonista interage com sua versão mais madura, que lhe oferece uma
perspectiva esperançosa do futuro que ele deveria aceitar.
A narrativa evoca o retrato de uma juventude que
cresceu sob a ditadura militar e chegou à vida adulta ávida por liberdade,
embalada pelo sonho da redemocratização.
A montagem também ilumina laços familiares
profundos e recordações do pai do autor, o ex-deputado Rubens Paiva,
assassinado pelo regime militar.
Não é a primeira vez que essa história
é levada a um palco. A primeira, em 1984, foi adaptada por Alcides
Nogueira, sob a direção de Paulo Betti,
trazendo, no elenco, nomes que viriam a se consagrar no TEATRO
brasileiro, como Denise Del Vecchio, Lilia Cabral (Foi
a primeira vez que a vi em cena e, logo, me apaixonei por seu trabalho.)
e Marcos Frota. Ficou, por um bom tempo, em cartaz, no icônico Teatro
Ipanema, no Rio de Janeiro, como um fenômeno teatral nacional. Foi uma montagem histórica, num
momento de grande ebulição no país, que estava vivendo o auge do movimento “Diretas Já”, uma
enorme mobilização popular, que tomou as ruas do país, exigindo o fim da
ditadura militar e o direito ao voto direto para presidente. O espetáculo tornou-se um marco do TEATRO brasileiro, nos
anos 1980, misturando o drama do acidente que deixou Marcelo
tetraplégico com o contexto político do desaparecimento de seu pai, o deputado Rubens
Paiva, atraindo multidões ao Teatro Ipanema, antes de
excursionar pelo Brasil e exterior.
Já
havia lido o livro, um pouco antes de ter assistido à primeira montagem da peça,
em 1983 – Quem não o leu? – e chorado bastante,
durante a leitura, mesmo com os muitos e excelentes gatilhos de humor que a
obra trazia. Chorei muito mais, ainda, nas três ou quatro vezes em
que fui ao Teatro Ipanema, sempre na primeira fila.
A história é bastante comovente. Se chorei agora, ao ver esta nova versão
musical do livro de Marcelo Rubens Paiva, o mesmo que escreveu “Ainda
Estou Aqui”, outra obra literária que deve fazer parte de qualquer
biblioteca, a qual deu origem ao emblemático e magnífico filme nacional do
mesmo nome, vencedor de tantos prêmios, mundo afora, motivo de orgulho para
qualquer brasileiro amante da liberdade e da democracia? Não, não chorei desta
vez. Acho que pelos motivos sobre os quais discorrerei adiante. Mas fiquei com
a boca seca e os batimentos cardíacos um pouco alterados. É impossível não
exercitar a empatia, diante daquela história, que merece, sempre e sempre mais,
ser repassada às novas gerações. Tem que ser!
Não
é uma história que ninguém desejasse a si ou a alguém a quem estivesse ligado
por laços familiares ou afetivos, de uma forma geral. O escritor, ao
escrever e lançar o livro, em 1982, três anos após o acidente
sofrido, em 1979, parecia estar um pouco “conformado”
– Talvez não seja o melhor termo empregado. – com sua “desdita”,
a ponto de inserir ótimas pinceladas de humor, em meio aos relatos dramáticos,
até - Quem sabe? – como um mecanismo de defesa, para suportar o
pesado fardo que lhe fora destinado.
Na adaptação para o TEATRO Musical,
esse detalhe foi muito bem explorado pelo imenso talento de MARILIA TOLEDO,
que, ainda por cima, teve uma ideia “supimpa” (Entreguei a idade! Meu
momento descontração.) de renunciar à utilização de canções originais,
especialmente compostas para o espetáculo, como é comum em espetáculos do
gênero, firmando-se, para pontuar a encenação, na escolha de muitos “hits”
do “rock” brasileiro, música que proliferou, com muito sucesso, por
estas terras, na década de 1980, revelando uma grande quantidade
de excelentes bandas e cantores, que, até hoje, fazem sucesso entre jovens de 8
a 80 anos, como Legião Urbana, Titãs, Barão
Vermelho, Lulu Santos e Cazuza. Sobrou
espaço até para um solitário da MPB, no meio dos roqueiros, o
gênio Chico Buarque, com seu “O Que será (À Flor da Terra)”,
em parceria com outro gênio, Milton Nascimento. A opção pelo “rock”
se deve, creio eu, pelo fato da ligação de Marcelo Rubens Paiva a
tal ritmo musical, ele que fez parte de uma banda roqueira, que fazia “shows”,
muitas vezes, abrindo a apresentação de artistas já consagrados. Não resta a
menor dúvida de que isso também ajuda, e muito, a aliviar o peso que a dor
contida no enredo possa nos causar.
Com quase
três décadas de carreira, MARILIA TOLEDO, de há muito, já se notabilizou como um nome de referência, quando o
assunto é TEATRO Musical. É dramaturga, roteirista, produtora
e diretora, com um currículo invejável. Seu nome está
ligado a grandes produções, como, “O Adorável Trapalhão”, “Sílvio
Santos Vem Aí”, “Ney Matogrosso – Homem Com H” e, mais
recentemente, “Gal, O Musical”, por exemplo. Desta vez, MARILIA
TOLEDO, a meu juízo, se superou, a despeito de eu ter muito apreço pelas
duas últimas citadas, grandes sucessos, de público e de crítica, fartamente
premiadas. MARILIA foi felicíssima, ao pensar em colocar em cena duas
versões do mesmo Marcelo, quando o protagonista interage com sua
versão mais madura, que lhe oferece uma perspectiva esperançosa do futuro que
ele deveria aceitar. O espetáculo é muito dinâmico, em função de uma
arquitetura dramática original, que passeia pelo tempo, num universo de diálogos
curtos e bastante ágeis, mas que se bastam em sentido e força dramática.
Muito
jovem, com apenas 34 anos de idade, e pouco tempo de carreira –
menos de uma década -, GUSTAVO BARCHILON, já pode ser
considerado um dos mais férteis e premiados diretores do
TEATRO Musical Brasileiro, tendo assinado a direção artística e
geral de alguns dos maiores sucessos no gênero, nos últimos seis
anos, como “Barnum – o Rei do Show” (2021), “Funny
Girl – A Garota Genial”, “Alguma Coisa Podre” e “Bob
Esponja – O Musical da Broadway” (2023), “Dreamgirls – Em Busca
De um Sonho”, “Titanique – O Musical” e “Músicas
Que Fiz Em Seu Nome” (2025), “O Céu de Bibi Ferreira” e Shrek,
O Musical” (2026), todos, ampla e merecidamente, premiados.
Na direção deste espetáculo,
percebo uma profunda simbiose entre a dramaturga e o diretor.
BARCHILON, de posse de um texto magnífico, pôs em prática
seu talento e sua experiência e vivência pelos musicais, mundo afora, por meio
de uma estética moderna, com a utilização de imagens captadas em tempo real, por câmeras espalhadas pelo espaço palco e uma outra, operada por um “videomaker”,
o qual acompanha, sobre as tábuas e nas coxias, as cenas, e descobriu soluções fantásticas,
utilizando super criativas ideias, expondo os atores a “dialogar”
com a cenografia, que é outro grande achado do espetáculo, sobre
a qual farei comentários direcionados adiante. Um verdadeiro trabalho de mestre,
de alguém que transpira talento e sensibilidade por todos os poros. Afirmo, peremptoriamente, que, até o presente momento, esta é sua melhor direção, a despeito de eu gostar de todas as outras.
A
FICHA TÉCNICA do musical é esplêndida, em relação a todos os setores, e
a seleção do elenco não poderia ter sido mais certeira; no alvo.
Há, sim, o que podemos chamar de um “elenco protagonista”, que
reúne HUGO BONÈMER (Marcelo Rubens Paiva), BRUNO GARCIA
(Marcelo Rubens Paiva / Rubens Paiva) e HELOÍSA PÉRISSÉ (Eunice
Paiva), mas outros 13 atores e atrizes, que se revezam em
papéis menores e variados, também colaboram, substancialmente, para a perfeição
do espetáculo, o que me leva a reforçar a afirmação de que não há papéis
pequenos para grandes atores. Que o digam, por exemplo, MATEUS
RIBEIRO, SABRINA KORGUT e RENAN MATTOS, que já foram
protagonistas, em grandes produções anteriores de grande sucesso, os três premiados,
os quais, aqui, de forma humilde, muito correta e generosa, representam papéis
de menor importância na trama. O mesmo pode ser dito sobre a atuação de BIBI
TOLENTINO, INGRID GAIGHER, MATTILA, JOÃO CÔRTES e TUNA
DWEK, esta uma das grandes atrizes “da antiga”. Também exalto
o trabalho de LUCIANO MALLMANN, um excepcional ator, cadeirante, que
também se destaca no festejado elenco.
Aquela tríade familiar – HUGO, BRUNO e
PÉRISSÉ - concentra a maior parte das atenções, com um destaque maior para HUGO,
evidentemente, o protagonista-mor, que sempre é uma garantia de
sucesso em qualquer espetáculo de que participa. Ele me emociona à farta, com sua dose
superlativa de talento, sensibilidade e carisma, que o faz preencher um palco
nu, de elementos cênicos, com sua atuação convincente, comovente e empolgante. O
ator, também grande referência em musicais, ao qual venho
aplaudindo, há bastante tempo, em espetáculos como “Hair” (2010),
“Yank! O Musical” (2017 / 2018) e “Quertido Evan Hansen”
(2023 / 2024), por exemplo, vive, agora, seu melhor momento num palco, sabendo,
muito bem, dosar o ritmo e as entonações, canalizando a emoção da plateia para
o seu trabalho impecável. Além de tudo isso, é um ator assaz generoso, como
dizem seus colegas de cena. Domina a interpretação, a dança e o canto, até quando sola numa cena de cabeça para baixo. Seu Marcelo é excelente e, acima de tudo, muito humano. HUGO BONÈMER, certamente, por este espetáculo,
deverá merecer indicações a prêmios de TEATRO, com um grande
potencial de possibilidade de se sair vencedor.
BRUNO
GARCIA e HELOÍSA PÉRISSÉ, ambos excelentes atores, ela mais no campo
do humor, não são “habitués” em musicais, porém estão muito bem
nos seus personagens. Ele se desdobra entre o Marcelo no futuro e
seu próprio pai, o deputado Rubens Paiva, cruel e barbaramente
torturado e morto pela nefasta ditadura militar que assombrou o Brasil,
durante 21 anos, a página mais negra e vil da nossa História. HELOÍSA compõe, com perfeição, uma heroína, a personagem Eunice Paiva, matriarca da família Paiva. BRUNO e HELOÍSA valorizam todas as cenas de que participam,
marcando-as com seus destaques. Até os demais nomes, do precioso elenco, que eu não havia citado até agora - ABRAHÃO COSTA, GISELLE LIMA, LÁZARO MENEZES e LIA CANINEU - são importantes nesta produção.
É
sempre bom lembrar que o livro que deu origem a este espetáculo, o primeiro da
carreira de escritor de Marcelo Rubens Paiva, marcou diversas
gerações, sobretudo a dos anos 1980, por retratar tão bem a
juventude da época e por contar, sem tabus, a história do acidente que o autor
sofreu em uma lagoa, em Campinas – Se não me engano, na
peça, seria uma piscina. -, que o deixou tetraplégico. Além de ter
vencido diversos prêmios, como o “Jabuti”, e de ter sido
traduzida para diversos idiomas, a obra ganhou, ainda, mais evidência depois da
já citada montagem teatral de 1983, e, certamente, será motivo de curiosidade da parte de quem ainda não congecia a obra literária.
Nas
palavras do brilhante diretor, GUSTAVO BARCHILON, “A
montagem busca uma linguagem diferente daquela que estamos acostumados a ver
nos musicais tradicionais. Com uma estética atemporal, música, texto, imagem e
atuação se misturam, para contar essa história de um jeito novo. Assim como “Feliz
Ano Velho” trouxe uma nova linguagem para a literatura de sua época, quero que
o espetáculo também encontre uma nova forma de se comunicar com o público de
hoje”. Concordo, “in totum”, com ele e acrescento que,
não só conseguiu o seu intento, como também seu trabalho é muito bem recebido e
aplaudido por mim e pela multidão que superlota o Teatro Sabesp Frei
Caneca, a cada sessão. E ainda assim se manifesta BARCHILON: “Figurinos,
espaço e linguagem se afastam da reconstrução histórica, para concentrar o
olhar no ator, na palavra e nas relações”.
Não
poderia concluir estes escritos críticos sem tecer comentários acerca de elementos
fundamentais e complementares na produção de qualquer espetáculo de TEATRO,
mormente quando se trata de musicais: direção musical,
coreografia, cenografia, figurinos, desenho
de luz, desenho de som e visagismo.
O
nome de CARLOS BAUZYS está presente em boa parte do acervo de grandes
musicais brasileiros. Aqui, ele também está inserido, como responsável pela direção
musical e os arranjos, sempre com acerto.
As inventivas coreografias da peça são de GABRIEL MALO, acrescentando, à
montagem, dinamismo, graciosidade e frescor.
Sou
aquilo que se pode chamar de “fã de carteirinha” do talento de NATÁLIA
LANA, como cenógrafa. A nove, entre dez espetáculos de
sucesso, musicais ou não, o nome da artista pode estar atrelado, como
responsável pela parte cenográfica. Vai aqui uma confissão:
Quando, nesta peça, me deparei com um palco quase nu, de elementos
cenográficos, fiquei meio “chocho” (Entreguei a
idade pela segunda vez. O Tio Google pode resolver o problema. Segundo momento
descontração.). Onde haveria se escondido o exuberante cenário
pelo qual eu esperava? A resposta veio ao longo da encenação, quando vi as
excelentes peças cenográficas que vão sendo agregadas a cada
cena, pela técnica ou pelos próprios atores, um detalhe mais interessante que o outro. É importante dizer que tal tarefa, por parte do elenco, tem que ser cumprida milimetricamente, para que os artistas não sejam atingidos por algum material, em cena muito rápidas. É muita responsabilidade. Continuo, portanto, de posse da
minha “carteirinha”.
Possuo,
também, uma segunda “carteirinha de fã”, desta vez como
pertencente ao “fã-clube” de KAREN BRUSTTOLIN, indiscutivelmente,
dos nomes mais merecedores de aplausos, quando o assunto é figurino.
Conhecida por sua criatividade e bom gosto, quando são necessários trajes
luxuosos, exigidos pela peça, aqui, a figurinista, também
seguindo as exigências do texto, se comporta irrepreensivelmente,
obedecendo à época em que se dá a narrativa, com criações bem representativas
daquele momento. Outra "carteirinha" preservada.
A
estética eleita pela direção pedia um desenho de luz
também especial, que colocasse em relevo tudo o que fosse necessário. É aí que
entre o ótimo trabalho de um craque da iluminação, MANECO
QUINDERÉ, muito preciso em suas intervenções.
Quando
ainda estudante de TEATRO, na segunda metade dos anos 1960,
aprendi, com a saudosa e grande mestra da fonoaudiologia Glorinha Beuttenmüller, que a minha voz teria que chegar,
claramente, aos ouvidos de uma velhinha meio surda, que, sem ter dinheiro para
comprar um assento nas primeiras filas, foi alocada na última - e do distante balcão -, a
qual tinha o mesmo direito de ouvir que os privilegiados sentados na plateia e
sem problemas de audição. Naquela época, não se usava microfone e o jeito era o ator aprender
a técnica para projetar a voz, o que ainda persiste. Hoje, porém, com o amplo uso de elementos ligados à
tecnologia, os atores, principalmente em musicais, são microfonados. Até aí,
tudo bem, contudo é necessária a participação de alguém competente, responsável
pelo desenho de som, para que todos, na audiência, possam ouvir
bem, de forma cristalina, o som que vem do palco. GUSTAVO INCA, aqui, é
esse profissional, exercendo sua função com ótimo rendimento.
Espetáculo
de época pede que os personagens, exteriormente, se mostrem como se nela estivessem
mesmo inseridos. O visagismo é muito importante nesses momentos.
Quando se fala neste importante elemento de apoio a uma produção teatral, que
ajuda muito o ator a construir um personagem, nos lembramos logo de FELICIANO SAN ROMAN, que, aqui, responde, precisamente, pelo visagismo.
FICHA
TÉCNICA:
Baseado no livro autobiográfico homônimo, do escritor e jornalista Marcelo Rubens Paiva
Dramaturgia: Marilia Toledo, a partir do texto original de Alcides Nogueira
Direção
Geral: Gustavo Barchilon
Direção
Associada: Daniela Stirbulov
Direção
Musical: Carlos Bauzys
Arranjos: Carlos Bauzys
Elenco: Hugo Bonèmer (Marcelo Rubens Paiva), Bruno Garcia (Marcelo Rubens Paiva / Rubens Paiva), Heloísa Périssé (Eunice Paiva), Abrahão Costa, Bibi Tolentino, Giselle Lima, Ingrid Gaigher, João Côrtes, Lázaro Menezes, Lia Canineu, Luciano Mallmann, Mateus Ribeiro, Mattilla, Renan Mattos, Sabrina Korgut e Tuna Dwek
Coreografia:
Gabriel Malo
Cenografia:
Natália Lana
Figurinos:
Karen Brusttolin
Desenho
de Luz: Maneco Quinderé
Desenho
de Som: Gustavo Inca
Visagismo:
Feliciano San Roman
Desenho
de Vídeo: André Voulgaris
Assessoria
de Imprensa: Pombo Correio
Fotos:
Caio Gallucci
Direção
de Produção: Thiago Hoffmann
SERVIÇO:
Temporada:
De 19 de setembro a 22 de novembro de 2026.
Local:
Teatro Sabesp Frei Caneca.
Endereço:
Rua Frei Caneca, nº 569, 7º Piso – Consolação – São Paulo – SP.
Dias e Horários:
6ª feira, às 20h; sábado, às 17h e às 20h; domingo, às 15h e às 18h.
Capacidade:
600 lugares.
Valor dos
Ingressos: A partir de R$ 25 (meia-entrada), dependendo da localização do
assento.
Venda dos Ingressos:
“on-line”, pela plataforma uhuu.com (com cobrança de taxa de serviço) ou
na bilheteria do Teatro (sem cobrança de taxa de serviço).
Horário de
funcionamento da bilheteria: De 3ª feira a domingo, das 12h às 15h e das 16h às
19h. Em dias de espetáculo, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o
início da apresentação. Às 2ªs feiras, permanece fechada, exceto ser houver
alguma sessão especial programada.
Classificação
indicativa: 14 anos.
Duração:
100 minutos.
Abertura
da casa: 1 hora antes de cada espetáculo.
Gênero:
Musical.
No meu coração de amante do BOM
TEATRO, com foco, principalmente nos musicais, sempre há
espaço para mais um, desde que seja pleno de boa qualidade comprovada, como é o
caso desta montagem de “FELIZ ANO VELHO”, o mais novo habitante do meu “órgão
muscular oco, que bombeia o sangue para todo o corpo, garantindo a distribuição
de oxigênio e nutrientes”. (TEATRO também é “cultura biológica”. Terceiro
momento descontração.). Destarte (Vamos variar nos advérbios? Quarto
momento descontração.), RECOMENDO,
COM TODA A MINHA EMOÇÃO E VERDADE, ESTE MAGNÍFICO MUSICAL, o qual
pretendo rever no seu último dia da temporada paulista e, mais uma vez, pelo
menos, na temporada carioca.
FOTOS: CAIO GALLUCCI
GALERIA PARTICULAR:
(Fotos: Carlos Sabag.)
É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que
a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais.
Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de
melhor no TEATRO.