quinta-feira, 21 de maio de 2026

 

“SHREK,

O MUSICAL”

ou

(UM REINO

ENCANTADO

NO PÂNTANO.)

ou

(DIVERSÃO GARANTIDA

PARA TODA 

A FAMÍLIA.)

 

 

 

           Tenho, não sei por que, uma simpatia especial pelo personagem Shrek e seus amigos; talvez seja pela grande mensagem que a história propõe, a de que devemos respeitar e valorizar as diferenças. A primeira vez que travei contato com o “ogro mais simpático e amado do universo” foi em dezembro de 2012, quando assisti a uma primeira montagem no Brasil, mais propriamente, no Teatro João Caetano, Rio de Janeiro, produção muito boa, que ficou em cartaz até abril do ano seguinte, quatro meses de temporada. Saudade daquele tempo em que espetáculos de qualidade ficavam meses em cartaz! Há poucas semanas, tive a alegria de conhecer a mais recente versão da história, fabulosa, diga-se de passagem, que segue em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo (VER SERVIÇO.).

 



 

SINOPSE:

A história acompanha Shrek (TIAGO ABRAVANEL) e seu inseparável amigo Burro Falante (EVELYN CASTRO) em uma jornada repleta de música, gargalhadas e aventura.

Ao longo do caminho, eles desafiam estereótipos e provam que todos merecem um final feliz, mesmo quando estão fora dos padrões dos contos de fadas.

Shrek é um ogro antissocial, que tem sua paz e seu pântano invadidos por criaturas de contos de fadas, exiladas pelo Lorde Farquaad (BACCIC).

Para recuperar sua tranquilidade, ele firma um acordo com o lorde: resgatar a Princesa Fiona (FABI BANG ou MYRA RUIZ) de uma torre protegida por um dragão, em troca de sua terra de volta.

“SHREK” é uma história sobre quebrar moldes.


 


 



            Não preciso de muitas palavras para demonstrar toda a minha alegria e o prazer que me causou ter assistido a esta nova versão de um espetáculo que é endereçado a toda a família, com ótimos momentos de humor, fantasia e verdades. O musical é uma superprodução, dirigida ao público de todas as idades, que chega à cena para ratificar a importância e alto nível de crescimento atingido pelo TEATRO MUSICAL BRASILEIRO, que, a meu juízo, sem ufanismos nem medo de ser julgado, digo nada dever, em qualidade, a muitas produções estrangeiras.




          O musical é super bem estruturado, contando com um texto, trazendo uma mensagem que deve ser muito valorizada nos dias de hoje, uma competentíssima direção, de GUSTAVO BARCHILON, um elenco para lá de harmonioso e comprometido, além de uma plasticidade belíssima, ímpar, assegurada pela criativa cenografia (TIM HATLEY), os bem elaborados figurinos (LÍGIA ROCHA, baseados nos desenhos de TIM HATLEY), o desenho de luz, cheio de nuances e matizes especiais (VINICIUS ZAMPIERI), e o esplêndido visagismo (trabalho coletivo de CRIS TAKKAHASHI, FELICIANO SAN ROMAN e BRUNO VINAGRE). A produção chega com cenários grandiosos, figurinos premiados e efeitos especiais impressionantes.




            Os números falam mais alto, quando é preciso provar a dimensão desta superprodução: só para TIAGO ABRAVANEL, são 200 próteses, confeccionadas em Londres – uma diferente para cada sessão. A caracterização leva cerca de três horas, envolvendo maquiagem, próteses e figurino. Somem-se a isso, 30 atores em cena, mais de 940 itens de figurino (totalizando 145 “looks” completos), 57 chapéus, 280 pares de sapatos em cena, 150 perucas, 15 trocas de cenários ao longo do espetáculo, 25 números musicais e um dragão de cerca de 9 metros. Todos os cuidados foram tomados para oferecer o que há de melhor, em entretenimento, ao público.




            O elenco é formado por grandes nomes do TEATRO MUSICAL, como TIAGO ABRAVANEL, que dá vida ao icônico ogro protagonista; EVELYN CASTRO, como o Burro Falante, a primeira mulher, no mundo, a representar o personagem, importantíssimo na trama; FABI BANG e MYRA RUIZ, duas das nossas mais completas “cantrizes”, as quais se apresentam, alternadamente, como a Princesa Fiona (Assisti com a FABI, mas quero rever, com a MYRA.) e BACCIC, interpretando o difícil papel do Lorde Farquaad. Esse é o quarteto dos principais personagens da história. Além deles, há um grande número de atores já bem conhecidos e consagrados por grandes musicais brasileiros, como MATEUS RIBEIRO, PAMELA ROSSINI, VANIA CANTO, AMANDA VICENTE, GABI CAMISOTTI e tantos outros.




          Uma curiosidade sobre a transformação de Fiona humana para uma ogra: é das trocas mais rápidas e complexas do teatro musical, realizada em tempo recorde. “Trabalhar o figurino de Fiona é um exercício de dualidade. Precisamos unir a delicadeza da princesa à robustez da ogra, preservando a agilidade necessária para as cenas. Beber na fonte dos desenhos de Tim Hatley foi fundamental para garantir que o público brasileiro tenha a mesma experiência visual impactante da Broadway, mas com o toque e a excelência da nossa produção.”, conta a figurinista LIGIA ROCHA.




  Uma das curiosidades do espetáculo é sobre o personagem Lorde Farquaad, que tem como característica principal sua baixa estatura. Durante todo o musical, o ator BACCIC, que dá vida ao personagem, atua de joelhos, com as pernas dobradas para trás, e usa um figurino especial com pernas falsas e pequenas.

 

 


 

 

FICHA TÉCNICA:

Baseado no livro de: William Steig

Texto e Letras: David Lindsay-Abaire

Músicas: Jeanine Tesori

Versão Brasileira: Victor Mühlethaler

Direção geral: Gustavo Barchilon

Direção Musical: Thiago Rodrigues

Coreografia: Anelita Gallo

 

Elenco: Shrek – Tiago Abravanel, Princesa Fiona - Fabi Bang, Princesa Fiona - Myra Ruiz, Burro Falante - Evelyn Castro, Lorde Farquaad – Baccic, Lorde Farquaad Alternante - Fabrizio Gorziza, Dragona - Amanda Vicente, Pinóquio - Mateus Ribeiro, Ensemble e Swings: Luisa Bresser, Pamela Rossini, Vania Canto, Fabrizio Gorziza, Bia Vasconcellos, Roberto Justino, Gabriela Gatti, Pedro Balu, Carla Vazquez, Fernanda Godoy, Eddy Norole, Afonso Monteiro, Thiago Perticarrari, Gabriel Querido, Clarty Galvão, Gabi Camisotti, Thaiane Chuvas, Fernanda Muniz, Leo Rommano, Lucas Corsino, Tati Christine, Mariana Montenegro e Sergio Blur

 

Cenário: Tim Hatley

Figurino: Lígia Rocha

“Design” de luz: Vinicius Zampieri

“Design” de Som: Gustavo Inca

“Design” de Vídeo: Bruna Junqueira

“Design” de Maquiagem: Cris Takkahashi

“Design” de Perucas: Feliciano San Roman

“Design” de Próteses: Bruno Vinagre

Direção Técnica: David Brenon

Fotografias: João Caldas

Produção Executiva: Pia Calixto

Diretor de Operações: Pedro Romani

Diretor Geral de Produção: Baccic 

Coprodução: Atelier de Cultura

Realização: Instituto Artium de Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal


 

 



 

 

SERVIÇO:

Temporada: De 15 de abril a 07 de junho de 2026.

Local: Teatro Renault.

Endereço: Avenida Brigadeiro Luís Antônio, nº 411 – Bela Vista – São Paulo.

Dias e Horários: De 4ª feira a 6ª feira, às 20h; sábado, às 15h e 19h30min; domingo, às 14h e 18h30min.

Valor dos Ingressos: De R$ 50 a R$ 450.

Consultar as possibilidades de descontos.

Vendas: Bilheteria Online: www.ticketforfun.com.br (com taxa de conveniência) ou Bilheteria Física (sem taxa de conveniência).

Horário de funcionamento da Bilheteria Física: de 3ª feira a domingo, das 12h às 20h, exceto feriados.

Classificação: Livre (Menores de 12 anos devem estar acompanhados dos responsáveis legais.

Duração: 165 minutos (com 15 minutos de intervalo).

Gênero: Musical.


 

 


 

          “SHREK, O MUSICAL” é um dos melhores espetáculos musicais em cartaz em São Paulo, no momento, e é uma pena que a sua temporada seja tão curta, para os padrões de musicais em cartaz no Teatro Renault. A mesma lamentação vai para o fato de que, muito dificilmente, a produção será transferida para outras praças, como o Rio de Janeiro, por exemplo. RECOMENDO MUUUUUUUITO ESTE MARAVILHOSO MUSICAL!!!

 

 




 

 

 

FOTOS: JOÃO CALDAS

e

COPIADAS DA INTERNET

E REDES SOCIAIS.

 

 

É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO BRASILEIRO!















 

























































































































terça-feira, 19 de maio de 2026

 

“TINA - TINA TURNER,

O MUSICAL

ou

(UM ESPETÁCULO

SOBRE UMA DIVA

PARA OUTRA

DIVA BRILHAR.)

 


             Uma boa história de vida pode render um ótimo livro, filme ou uma peça de TEATRO, quando cai em mãos de quem sabe como desenvolvê-la numa obra artística de ficção. Histórias cheias de peripécias, de altos e baixos e de superação costumam agradar ao grande público, quando bem contadas. É o caso do que aconteceu na vida da grande intérprete e “hitmaker” Tina Turner, levada aos palcos, neste momento, no Teatro Santander, em São Paulo, com temporada prevista para ser encerrada no dia 12 de julho (2026) (VER SERVIÇO.), musical ao qual assisti, há pouco tempo, e do qual muito gostei.





            Tina Turner, nascida Anna Mae Bullock, em 26 de novembro de 1939, em Brownsville, USA, e falecida em 24 de maio de 2023, em Küsnacht, Suíça, foi uma cantora e compositora, amplamente referida como a “Rainha do Rock‘n’Roll”, que ganhou destaque como vocalista da dupla Ike & Tina Turner Revue, antes de lançar uma carreira de sucesso, como artista solo. Tina renunciou à cidadania americana, em 2013, e passou a morar na Suíça, de 1995 até à sua morte, no ano de 2023, aos 83 anos, tendo assumido a cidadania daquele país. Tina e Ike, este viciado em cocaína, foram casados e se separam em 1976, vida em comum marcada por extrema violência, física e psicológica, praticada pelo marido sobre a mulher. Foi ele quem a batizou com o nome artístico, tendo sido seu mentor na carreira; e “carrasco”.






     Na década de 1980, ela teve um dos maiores retornos da história da música. Aos 44 anos, foi a artista solo feminina mais velha a liderar o “Hot 100”. Em 1988, seu nome entrou para o Guiness Book, o livro dos recordes, como o “show” com o maior número de público pagante já feito por uma cantora solo, quando reuniu 182 mil pessoas no Estádio Mário Filho (Maracanã), no Rio de Janeiro, para ver sua apresentação, que foi transmitida para todo o mundo, evento que, infelizmente, perdi, ao vivo, por estar fora do país. Turner também atuou no cinema – “Tommy”, em 1975, “Mad Max – Além da Cúpula do Trovão”, em 1985, e “Last Action Hero”, de 1993. Vendeu mais de 100 milhões de discos, em todo o mundo, tendo recebido doze prêmios Grammy. Foi a primeira artista negra e primeira mulher a figurar na capa da revista “Rolling Stone”, que a classificou entre os 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos e os 100 Maiores Cantores de Todos os Tempos.






      “TINA – TINA TURNER, O MUSICAL”, espetáculo indicado a 12 Tony Awards, incluindo o de melhor musical, foi criado em Londres e estreou, mundialmente, em abril de 2018, no West End, passando, depois, pela Broadway, Alemanha, Austrália e outros países. A primeira montagem foi acompanhada de perto e supervisionada pela própria homenageada.

 




 

SINOPSE:

“TINA – TINA TURNER, O MUSICAL”, estrelado por ANALU PIMENTA, na pele da protagonista, narra a trajetória eletrizante da “Rainha do Rock 'n' Roll”, desde suas origens humildes, no Tennesse, EUA, passando pelas barreiras de raça, gênero e idade que ela enfrentou e desafiou, até sua ascensão como superestrela internacional, sem falar na violência doméstica de seu ex-marido, Ike Turner (CÉSAR MELLO).  

O espetáculo celebra a força e a reinvenção de Tina, embalado por seus maiores sucessos.

A trajetória começa em Nutbush, Tennessee, mostrando o início humilde, na colheita do algodão feita pela família, e os primeiros passos na música.

Aborda, também, o casamento abusivo, com Ike Turner, retratando-o como parceiro criativo, mas também o agressor.

Revela, ainda, a coragem de Tina, ao romper o ciclo de violência e reiniciar sua carreira do zero, alcançando o estrelato internacional.

Clássicos, como “What's Love Got To Do With It?”, “Private Dancer” e “The Best”, entre tantos outros, embalam a narrativa.

A história começa e termina com os preparativos para o grande e já referido “show” no Brasil, trazendo muita emoção e energia para o palco.


 


 



 

     Inspirado no olhar da própria Tina Turner, que, como já dito, participou do desenvolvimento do espetáculo, em sua primeira montagem, o musical combina emoção, energia e uma trilha sonora repleta de clássicos que marcaram gerações, reunindo a maior parte de seus “hits”.




     A atriz ANALU PIMENTA comenta que interpretar Tina Turner é uma honra e uma grande responsabilidade: Ela foi uma mulher que transformou a dor em potência e inspirou gerações com sua coragem e sua voz. Levar essa história ao palco é, sem dúvida, um dos grandes desafios e privilégios da minha carreira.”




       Já CÉSAR MELLO destaca que dar vida a Ike Turner representa um trabalho de intensa entrega: É um personagem complexo, que exige muita dedicação e sensibilidade para retratar uma trajetória real. Fazer parte desse musical é uma oportunidade única de mergulhar em uma narrativa de superação e reinvenção.”




     Produzido por IMM Stephanie Mayorkis, em colaboração especial com Stage EntertainmentTali Pelman Tina Turner Estateo musical traz a história de uma mulher que ousou desafiar os limites de sua idade, gênero e raça para se tornar a Rainha Global do Rock n’ RollTINA – TINA TURNER O MUSICAL” é uma celebração da resiliência e uma inspiração de triunfo sobre a adversidade.




      O musical é uma história real e inspiradora de uma mulher que ousou sonhar intensamente, quebrar barreiras e desafiar os limites de idade, gênero e raça, para conquistar o mundo contra todas as probabilidades.




         A equipe criativa é formada por artistas estrangeiros, todos de renomados nomes no universo dos musicais. Na direção, PHYLLIDA LLOYD; o texto é escrito pela vencedora do “Olivier Award” e do prêmio “Pulitzer”KATORI HALL, com FRANK KETELAAR e KEES PRINS. A coreografia é de ANTHONY VAN LAAST, com cenários e figurinos de MARK THOMPSON, supervisão musical de NICHOLAS SKILBECK, iluminação de BRUNO POETsom de NEVIN STEINBERGdesign” de projeção de JEFF SUGG, orquestrações de ETHAN POPP, perucas, “design” de cabelo e maquiagem de CAMPBELL YOUNG ASSOCIATES e direção de luta de KATE WATERS. É evidente que toda essa equipe veio ao Brasil, para executar o trabalho de erguer o espetáculo, porém contou com todo um imenso “staff” de artistas e técnicos brasileiros, de suma competência e importância, cujos nomes, infelizmente, não aparecem na FICHA TÉCNICA. Lamentável!






              O musical é dos melhores a que já assisti – E olha que assisto a quase todos! – pelo conjunto da obra. Nada de errado notei nesta montagem, navegando do texto às interpretações, passando por tudo o que pode contribuir para um magnífico espetáculo. Tudo funciona a contento e, até mesmo, em alguns casos, superando a minha já enorme expectativa. Um detalhe, porém, não pode ser omitido. A despeito do perfeito trabalho de todo o elenco, todos os focos e aplausos convergem para ANALU PIMENTA, que parece ter incorporado Tina Turner; do visual, obra de algum excelente visagista, aos gestos, trejeitos, cacoetes, danças e marcas em geral que faziam parte da grande artista, dentro e fora do palco. É comovente o modo como se comporta em cena a ANALU! Sua composição de personagem é extraordinária! Sem dúvida, esta estupenda “cantriz” é das mais credenciadas a ganhar prêmios, ao final da temporada teatral de 2026. Como cantora, nota 10; como atriz e dançarina, o mesmo grau. Uma atriz completa. Completíssima!!!

         

 





 

FICHA TÉCNICA:

Texto: Katori Hall, Frank ketelaar e Kees Prins

Versão Brasileira: Não divulgado

Direção: Phyllida Lloyd

Coreografia: Anthony van Laast

Cenários: Mark Thompson

Figurinos: Mark Thompson

Iluminação: Bruno Poet

Supervisão Musical: Nicholas Skilbeck

“Design” de Som: Nevin Steinberg 

Design” de Projeção: Jeff Sugg

Orquestrações: Ethan Popp

Perucas, “design” de Cabelo e Maquiagem: Campbell Young Associates

Direção de Luta: Kate Waters

 

Elenco: Analu Pimenta (Tina Turner), Carol Roberto (Tina Turner Alternante), César Mello (Ike Turner), Renata Vilela (Zelma Bullock), Aline Cunha (Vovó Georgeanna), Rodrigo Garcia (Roger Davies), Bruno Sigrist (Erwin Bach), Vanessa Mello (Alline Bullock), Lia Canineu (Rhonda Graam), Samuel Conze (Richard Bullock), Abrahão Costa  (Raymond Hill e Ike Turner Cover), Dante Paccola (Phil Spector), Leonardo Miggiorin (John Carpenter), Gabi Germano (Jessie / Ikette e Alline Bullock Cover), Nayara Venancio (Robbie / Ikette), Semadha S Rodrigues (Venetta  / Ikette), Bhener (Craig e Raymond Hill Cover), Douglas Motta (Ronnie), Moira Osório (Toni e Rhonda Graam Cover),
Letícia Nascimento (Lorraine e Tina Turner Cover), Tiago Dias (Swing / Dance Captain e Richard Bullock Cover), Mari Saraiva (Swing e Dance/Fight Captain Assistente), André Luiz Odin (Swing), Ágata Matos (Swing e Zelma Bullock Cover), Pedro Navarro (Swing) e Mariana Gomes (Swing e Vó Georgeanna Cover)

Fotos: Caio Gallucci

 

OBSERVAÇÃO: NÃO FORAM DIVULGADOS OS NOMES DOS ARTISTAS/TÉCNICOS BRASILEIROS.


 

 



 

 

SERVIÇO:

Temporada: De 26 de fevereiro a 12 de julho de 2026.

Local: Teatro Santander.

Endereço: Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 2041, Itaim Bibi – São Paulo (Complexo JK Iguatemi).

Telefone: (11) 4810-6868.

Dias e Horários: De 4ª feira a 6ª feira, às 20h (Conferir 4ªs feiras disponíveis por mês.); sábado, às 16h e 20h; domingo, às 15h e 19h.

Valor dos Ingressos: PLATEIA VIP: R$ 225 (meia-entrada) e R$ 450 (inteira); PLATEIA SUPERIOR: R$180 (meia-entrada) e R$ 360 (inteira); FRISA PLATEIA: R$ 180 (meia-entrada) e R$ 360 (inteira); BALCÃO A: R$ 120 (meia-entrada) e R$ 240 (inteira); FRISA BALCÃO: R$ 120 (meia-entrada) e R$ 240 (inteira); e BALCÃO B: R$ 25 (meia-entrada) e R$ 50 (inteira).

Clientes Santander têm 30% de desconto nos ingressos inteiros, limitados a 2 por CPF.

Verificar outras formas de descontos.

Venda dos Ingressos: Internet: https://bileto.sympla.com.br/event/113220 (com taxa de conveniência)   e Bilheteria Física: Teatro Santander (sem taxa de conveniência).

Horário de Funcionamento da Bilheteria: Todos os dias, das 12h às 18h. Em dias de espetáculos, a bilheteria permanece aberta até o início da apresentação. A bilheteria do Teatro Santander possui um totem de autoatendimento para compras de ingressos, sem taxa de conveniência, 24h por dia.

Duração: Aproximadamente, 180 minutos, com intervalo de 15 minutos.

Classificação Etária: Livre (Menores de 14 anos acompanhados dos pais ou responsáveis legais).

Gênero: Musical.


 


 




 

          Acertaram, precisamente, os responsáveis pelo Teatro Santander, ao escolher esta superprodução musical para dar início às comemorações de 10 anos de funcionamento desta fabulosa casa de espetáculos, que já recebeu algumas das melhores  produções musicais da história deste gênero entre nós. Assim como não é necessário dizer que RECOMENDO ESTE MUSICAL, também me apresso para voltar a assistir a ele, novamente, bem no final da temporada.

 

 



 

 

 

FOTOS: CAIO GALLUCCI.

 

 

 

É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO BRASILEIRO!