“AS MARIAS DE
BELÉM DO PARÁ –
SOMOS TODAS MARIAS”
ou
(SE É TEATRO,
EU NÃO SEI;
SÓ SEI QUE GOSTEI.)
ou
(É PARA EMOCIONAR;
E EU ME EMOCIONEI.)
Fui, ontem (03/08/2026),
ao Teatro SESC Ginástico, para assistir a um espetáculo teatral,
mas o que vi foi muito mais do que uma peça eu, também, mais do que eu esperava; participei, eis a verdade, de
uma grande celebração: a Belém do Pará;
ao TEATRO brasileiro, aos grandes nomes que
escreveram a história do nosso TEATRO e da arte de representar; ao
amor e à amizade; UMA CELEBRAÇÃO À VIDA.
Não estou com muita vontade de fazer uma crítica,
propriamente dita, do ponto de vista técnico, a “AS MARIAS DE
BELÉM DO PARÁ – SOMOS TODAS MARIAS”, em cartaz no Teatro SESC
Ginástico, no Centro do Rio de Janeiro (VER
SERVIÇO.), que isso é o de menor importância, mas, sim, fazer um
registro sobre uma magnífica ideia (idealização), da parte de EDUARDO
BARATA, que também escreveu a dramaturgia desta
obra e dirigiu o espetáculo, contando com a codireção
e colaboração de dramaturgia de ELAINE MOREIRA.
SINOPSE:
“AS MARIAS DE BELÉM DO PARÁ – SOMOS TODAS
MARIAS” é uma COMÉDIA musical, que acompanha seis moradoras de um
condomínio em Copacabana — todas chamadas Maria —,
as quais decidem realizar o sonho de montar uma peça e viajar para Belém
do Pará.
A história começa em uma reunião de moradores de um
condomínio fictício, no Rio de Janeiro, chamado “Condomínio Galharufa”.
Seis veteranas dos palcos, BETE MENDES, ÍTALA
NANDI, IVONE HOFFMANN, MARIA POMPEU, MARIAH DA PENHA e
VELUMA, chamadas Maria, dividem queixas, vivências e
recordações de suas longas carreiras e vidas.
Inspiradas pela vontade de recomeçar e sonhar, elas
criam um plano coletivo para conhecer o Círio de Nazaré e a
cultura paraense.
A peça mistura humor, música, religiosidade e
ancestralidade, para celebrar a amizade e a força feminina na maturidade.
Para quem é, e vive, do TEATRO,
o substantivo que dá nome ao condomínio onde se passa a ação não é nenhuma
novidade, mas, para os que não têm tal intimidade com a arte de representar,
julgo ser necessária uma explicação. “Galharufa”, esse nome de “sonoridade estranha”,
é um termo tradicional, do meio teatral brasileiro, que se refere a um pequeno
amuleto ou objeto de apadrinhamento, entregue por um ator veterano a um artista
novato, em sua primeira estreia. Pode ser qualquer objeto singelo ou com valor
afetivo, como um pingente, um leque ou uma pequena quinquilharia, representando
um pacto de afeto e acolhimento entre gerações da classe artística.
Uma prova de acolhimento e incentivo. Neste lindo encontro, cada uma
das seis atrizes tem a oportunidade de, num “momento solo”, dizer, à plateia,
quem lhe “passou a galharufa”. É, na minha visão, o momento mais
lindo e mais importante deste trabalho. A título de curiosidade, quem me passou as minhas foi o querido e saudoso amigo Armando Bógus.
Começo
por dizer que o que existe naquele palco é, acima de tudo, para emocionar –
e muito –, e o objetivo maior de todos os envolvidos neste importante
projeto é atingido, de forma total e em grande grau. Todos os “tropeços”
desfilados, ao longo de, aproximadamente, 100 minutos, são
totalmente “perdoados” e não devem ser levados em consideração.
Se o texto não é tão robusto, faltando à sua arquitetura, a
meu juízo, um bom arco dramático, bem definido, com um
pouco, também, de falta de liga entre as partes, a gente pode, e deve, não ver
nisso uma falha gritante; o texto é apenas um pretexto para lindas homenagens. Aqui, a dramaturgia tem um peso muito leve.
O importante é o que saiu do coração de quem escreveu o roteiro.
Se a direção se apresenta como meio “previsível”,
que importância há nisso? Em outro tipo de espetáculo, seria imperdoável. Não é
o caso aqui. Não é mesmo, até porque que responsabilidade representa, para alguém, dirigir
seis mulheres, seis damas do nosso TEATRO, cada uma com dezenas
de anos de ofício, cujas idades, somadas, chegariam quase a cinco séculos (476 anos, exatamente)!!!
Louvo,
intensamente, a iniciativa de EDUARDO BARATA, ao prestar uma
merecidíssima homenagem a BETE MENDES, ÍTALA NANDI, IVONE HOFFMANN, MARIA POMPEU, MARIAH DA PENHA e VELUMA, reunindo as memórias
do elenco à profunda ligação ancestral do idealizador,
dramaturgo e diretor com a cultura paraense.
Sabemos
que há encontros que levam uma vida
inteira para acontecer, como o deste momento. Depois de décadas, dividindo
estreias, camarins e os bastidores da história do TEATRO brasileiro,
seis mulheres, seis respeitáveis artistas, seis venerandas senhoras, com
trajetórias marcantes na representação dramática, sobem, juntas, ao palco, pela
primeira vez. Só por esse motivo – e nem precisava de mais -, a peça já é um
marco para a história do TEATRO, transformando as importantíssimas
biografias de oito mulheres. Sim, oito, no total, visto que, em cada sessão, há
o privilégio de se contar com uma participação especial de JOANA FOMM ou
HILDEGARD ANGEL. No palco, a formação de um lindo mosaico de
gerações, experiências e linguagens artísticas fundamentais para os pilares da
cultura brasileira.
Mais
do que uma narrativa documental, a montagem celebra o tempo vivido, a potência
feminina, os costumes e tradições da região norte. “Cada uma dessas
mulheres carrega, no corpo, na voz e na memória, as marcas do tempo. Não vejo
isso como fragilidade, mas como trajetória. Quero revelar a humanidade que há
nisso. Também existe um encontro entre
gerações, porque vamos ter artistas mais jovens em cena.”,
afirma EDUARDO BARATA, que coloca, no palco, junto às atrizes, 26 artistas, com idades que vão de 23 a quase 90 anos.
Um
detalhe muito importante do espetáculo é a relevância atribuída à riquíssimo
patrimônio cultural paraense: festas populares, fé, cultura, imaginação e
música. Tudo isso, nessa seara, é muito lindo no palco. Neto de paraenses,
tanto por parte de mãe quanto de pai, sentimos, claramente, a forte ligação
afetiva de EDUARDO BARATA com a região norte, o que é bastante emocionante,
fruto da própria história familiar e vivência do encenador. E,
para embalar essa história, nada melhor do que a alegre e elétrica música
regional, encenada, no palco, pelo Grupo Carimbaby, fundado pela
paraense BÁRBARA VENTO, acompanhada pela belenense CAMILA GONZALEZ,
por MARIA LUISA TONÁCIO e a multi-instrumentista ROHL. Como esse
tal de carimbó é gostoso de se ouvir e de se ver dançado, fazendo
com que nos mexamos nas nossas poltronas!
A
cenografia (ROSTAND ALBUQUERQUE) traz muitos elementos da
cultura regional abraçada pela peça, em cores alegres e vibrantes. O figurino,
assinado por RUTE ALVES, segue, acertadamente, as mesmas características
da cenografia, traduzindo, à nossa vista, a cultura e a
religiosidade paraenses. Um trabalho deste jaez merece ficar na retina dos
espectadores, valorizado pela variada paleta de cores utilizada por ELISA
TANDETA, no seu delicado desenho de luz.
“Essa
força da cultura amazônica e da religiosidade popular serve de moldura, para
que as atrizes coloquem suas próprias vivências em movimento”. ÍTALA NANDI, por exemplo, “celebra o
prazer de voltar à cena, homenageando tanto seu eterno lado transgressor
como o talento de suas colegas contemporâneas”. MARIA POMPEU, “que
retorna aos palcos após um hiato de dez anos, usa o humor, para refletir sobre
o envelhecimento e a modernidade...”, enquanto BETE MENDES, “na
pele de uma síndica rabugenta e divertida, exalta o frescor que só a
experiência teatral proporciona.” (Extraído do “release” a mim enviado por GUILHERME
SCARPA (assessoria de imprensa da peça).
Recuso-me,
peremptoriamente, a analisar a atuação das seis atrizes. Elas mais do que já
provaram a que vieram, com seus reconhecidos talentos. Não faria o menor
sentido e poderia até considerar um “sacrilégio” de minha parte, uma atitude
leviana. Suas idades, que vão de 67
(MARIAH DA PENHA, a “caçulinha de todas.) a 89 anos (MARIA
POMPEU, 89, às vésperas dos 90.), a despeito de sua ótima saúde –
Graças a Deus! – justificam qualquer pequeno deslize. Refiro-me a
esquecer o texto – Parece que a memória envelhece mais rápido que o
corpo. -, o que ocorre, aqui, certas vezes, por parte de algumas delas,
momentos em que, providencialmente, são ajudadas por um “ponto presencial”;
não eletrônico. Tive a impressão de que determinados atores, do grupo jovem,
têm a tarefa de socorrê-las - um, especificamente, para cada uma delas -,
nos instantes de lapso de memória. É claro que o público percebe isso, mas
reage rindo; não de deboche ou desaprovação, mas de carinho e empatia, como se
fosse a coisa mais natural do mundo, e, até mesmo, aplaudindo em cena aberta. A
verdade é que é, extremamente, comovente vê-las atuando, ainda. Vontade de beijar
e abraçar todas elas.
BETE
MENDES, 77 anos, merece
todo o nosso respeito, não só por ser uma ótima atriz, mas, também, por ter
sido – e ainda o é - uma ativista política, de imenso destaque no Brasil.
Iniciou sua carreira artística nos anos 1960, integrando o elenco
de novelas históricas, como “Beto Rockfeller”, um marco na
televisão brasileira. Além de sua marcante atuação no TEATRO,
cinema e televisão, com papéis inesquecíveis, em obras como “O Rei do
Gado” e “Tieta”, BETE teve um papel fundamental na
luta pela democracia, tendo sido presa, pela nefasta ditadura que enlameia a
história do Brasil, e, severa, cruel e covardemente torturada.
Posteriormente, seguiu carreira política, elegendo-se deputada federal, mantendo sempre forte seu compromisso com as causas sociais e os direitos
humanos. No TEATRO, trabalhou em montagens célebres, como “A Cozinha”, direção de Antunes Filho; “Gota d'Água”,
direção de Gianni Ratto; e “A Morte de Danton”,
direção de Aderbal Freire Filho.
ÍTALA NANDI,
84 anos, é uma das atrizes e diretoras mais vanguardistas do TEATRO
brasileiro. Participou, ao lado de José Celso Martinez Corrêa, do
histórico Teatro Oficina, atuando, ativamente, na revolução cultural do
movimento Tropicalista, nos anos 1960 e 1970.
ÍTALA, sempre à frente de seu tempo e despudoradamente transgressora e desafiadora, protagonizou
o primeiro nu frontal feminino do TEATRO brasileiro, na lendária
montagem de “Na Selva das Cidades”, a que tive o grato prazer de
assistir, num espaço alternativo, em Copacabana, transformado,
hoje, num supermercado (Esse, ainda bem, escapou de virar igreja
evangélica. Contém ironia.). Com uma carreira brilhante no cinema -
trabalhou com diretores como Ruy Guerra e Arnaldo Jabor - e na
televisão, também se dedica à escrita, à direção teatral e ao ensino das artes
cênicas.
IVONE HOFFMANN,
86 anos, outra atriz veterana, tem uma sólida e respeitada
trajetória dedicada, majoritariamente, ao TEATRO, mas com
participações marcantes no cinema e na televisão. Conhecida por sua
versatilidade e refinamento técnico, IVONE transitou, com maestria, pelo
TEATRO clássico e contemporâneo, ao longo de décadas. Esteve,
inclusive, no elenco da montagem histórica de “Hair”, em 1969,
da qual também participei, como ator, na temporada carioca (1970 / 1971).
Na TV, integrou o elenco de diversas novelas e minisséries, como “A
Muralha” e “Porto dos Milagres”, sendo uma presença
constante e admirada no cenário artístico e na formação de novas gerações de
atores.
MARIA POMPEU, 89 anos, atriz, ex-modelo e vedete,
prestes a completar 90 anos, iniciou sua trajetória artística nos
anos 1960. Com uma presença cênica marcante, construiu uma
carreira prolífica no TEATRO, no cinema, especialmente na era do Cinema
Novo e das pornochanchadas, e na televisão, na qual participou de
dezenas de novelas e programas humorísticos, na Rede Globo e na
extinta TV Manchete. Além de atuar, sempre foi uma defensora
ativa da classe artística, tendo atuado, fortemente, em sindicatos e
associações de atores no Rio de Janeiro. Uma das atrizes que mais
fez espetáculos diferenciados no país. Com todo o respeito e carinho que
ela, minha querida amiga, me merece – E eu nunca tive coragem de dizer, pessoalmente, a
ela, sempre que nos encontramos, com bastante frequência, nas plateias da vida.
-, a querida POMPEU foi um dos “crushes” do
adolescente Gilberto Bartholo, já, naquela época, um “ratinho”
de TEATRO (Momento descontração!).
(Maria Pompeu, recebendo o seu manto.)
MARIAH DA PENHA,
67 anos, é uma atriz com mais de quatro décadas de carreira,
amplamente reconhecida, por seu carisma e talento, na televisão e no TEATRO.
MARIAH é uma atriz de TEATRO popular da Baixada Fluminense
e participou do Grupo Tá na Rua, cria de Amir Haddad.
Começou a ganhar grande projeção na Rede Globo, nos anos 1980,
participando de novelas de grande sucesso, como “Dona Beja” e “A
Gata Comeu”. Ao longo dos anos, tornou-se uma figura familiar e querida
do público brasileiro, acumulando papéis marcantes, em produções como “Suave
Veneno”, “A Diarista” e “Aquele Beijo”,
destacando-se tanto na COMÉDIA quanto no drama.
(Mariah da Penha, ao centro, de verde.)
VELUMA, 73 anos, nome artístico de VEra
LÚcia MAria, foi uma das maiores e mais icônicas supermodelos
brasileiras, nas décadas de 1970 e 1980. Com sua
elegância e traços marcantes – Ela é linda! -, VELUMA
rompeu barreiras no mercado da moda nacional e internacional, tornando-se a
primeira modelo negra, no Brasil, a assumir a beleza dos cabelos “black
power” e adereços da cultura afro-brasileira; e também foi pioneira a
sorrir nas passarelas. Ganhou imenso destaque no país e foi musa de grandes
estilistas, como Clodovil e Dener, dois dos maiores
nomes da alta-costura brasileira. Após ter brilhado nas passarelas e capas de
revista, também fez incursões na televisão e no TEATRO,
consolidando seu nome na história cultural brasileira.
HILDEGARD
ANGEL, 76 anos, é
uma das vozes mais respeitadas e influentes do jornalismo brasileiro. Filha da
estilista Zuzu Angel e irmã do estudante de economia Stuart
Angel, assassinados pela ditadura militar, transformou sua trajetória
pessoal em um compromisso permanente com a defesa da democracia, da memória e
dos direitos humanos. Com uma carreira marcante como colunista do Jornal
do Brasil e de O Globo, HILDEGARD tornou-se
referência pela independência, sensibilidade e firmeza com que acompanhou os
grandes acontecimentos políticos, culturais e sociais do país. No TEATRO,
em participações meio bissextas, trabalhou com diretores consagrados, como José Celso Martinez Corrêa, em “Gracias, Señor”; Amir Haddad, em “A Dama do
Camarote”; e João Bethencourt, em “Bonifácio
Bilhões”.
JOANNA FOMM, 86 anos, é dona de uma das carreiras mais brilhantes da televisão - com 46 novelas no currículo -, do TEATRO e do cinema nacional. Ao longo de décadas, deu vida a personagens inesquecíveis, como a elegante Yolanda Pratini, de “Dancin’ Days”, e conquistou o público, de forma definitiva, ao interpretar a inesquecível Perpétua, de “Tieta”, seu mais impactante papel, uma das maiores e mais marcantes vilãs da televisão brasileira. O palco, contudo, foi sempre seu solo sagrado. JOANA estreou no icônico Theatro Municipal do Rio de Janeiro, em 1958 na peça “Paixão na Terra”, quando contracenou com veteranos, como Nicette Bruno e Paulo Goulart. Nos anos 1960, foi para São Paulo e integrou o lendário Teatro de Arena. Sob a direção de Augusto Boal, e ao lado de Juca de Oliveira, destacou-se no clássico “O Melhor Juiz, o Rei” (1963). Em 1964, deu vida a uma emblemática anciã nordestina, em “O Filho do Cão”, de Gianfrancesco Guarnieri e direção de Paulo José, período em que, nos bastidores da ditadura militar, usou de sua coragem para ajudar na proteção e fuga de colegas perseguidos políticos.
FICHA
TÉCNICA:
Criação,
Dramaturgia e Direção: Eduardo Barata
Codireção
e Colaboração de Dramaturgia: Elaine Moreira
Assistência
de Direção: Miguel Petereit
Pesquisa:
Claudia Chaves
Elenco Protagonista (por ordem alfabética): Bete Mendes, Ítala Nandi, Ivone Hoffmann, Maria Pompeu, Mariah da Penha e Veluma Nunes
Participações
Afetivas: Hildegard Angel e Joanna Fomm
Elenco:
Duda Barata, Cesar Werneck, Amanda Lívia, Madu Emmerick, Juliane
Andrade, Jhessy S, Miguel Petereit, Morgana Bernabucci e Giuliano Laffayette
Banda
/ Carimbaby: Bárbara Vento, Camila Gonzalez, Maria Luisa Tonacio e Rohl
Direção Musical: Marco André
Direção
de Movimento: Caroline Monlleo
Cenografia:
Rostand Albuquerque
Figurinos:
Rute Alves
Iluminação:
Elisa Tandeta
Desenho
de Som: Enrico Baraldi
Visagismo:
Diego Nardes
Preparação
Vocal: Jane Celeste e Julie Wein
Diretores
de Palco: Tom Pires e Roy D`Peres
Camareiras:
Ingrid Santos e Sônia Martins
Operação
de Som: Enrico Baraldi
Microfonista:
Daniella Nanni
Coordenação
de Produção: Eduardo Barata
Direção
de Produção: Elaine Moreira
Produção
Executiva: Bruno Luzes
Assistência
de Produção: Daniella Nanni e Gabo M. Barros
Captação
de Apoio: Alex Palmeira
Administrativo
e Financeiro: Bruno Luzes e Lilian Santiago
Assessoria
Jurídica: Haline Vaz
Assessoria
de Imprensa: Barata Comunicação e Dobbs Scarpa
Fotos: Nil Caniné
Programação
Visual: Luciano Cian
Mídia Social: Larissa Macedo
Realização:
Barata Produções
SERVIÇO:
Temporada:
De 14 de agosto a 13 de setembro de 2026.
Local:
Teatro Sesc Ginástico.
Endereço:
Avenida Graça Aranha, nº 187 – Centro – Rio de Janeiro.
Dias
e Horários: 5ª feira e 6ª feira, às 19h; sábado e domingo, às 17h.
Valor
dos Ingressos: 5ª feira e domingo: Inteira: R$ 50 e Meia-Entrada: R$ 25; Comerciários
e conveniados Sesc: R$ 15; 6ª feira e sábado: Inteira: R$ 60 e Meia-Entrada: R$
30; Comerciários e conveniados Sesc: R$ 15.
Venda
de Ingressos: Podem ser adquiridos, “on-line”, na plataforma Ingresso.com (com a
cobrança de taxa de serviço) ou, diretamente, na bilheteria do Teatro Sesc
Ginástico.
Horário de funcionamento da Bilheteria do Teatro:
De 3ª feira a domingo, das 10h às 19h. A bilheteria permanece fechada nos feriados em que não haja programação artística.
Classificação
Indicativa: 12 anos.
Duração:
100 minutos.
Gênero:
COMÉDIA Musical.
Ao
unir diferentes gerações e estéticas em torno da memória coletiva e da riqueza
cultural do Pará, “AS MARIAS DE BELÉM DO PARÁ – SOMOS TODOS
MARIAS” reafirma o TEATRO como um “território de afeto,
reverência e reinvenção”. RECOMENDO MUITO O ESPETÁCULO!
FOTOS: NIL CANINÉ
É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que
a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais.
Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de
melhor no TEATRO.