sábado, 3 de outubro de 2026

 

“FELIZ ANO VELHO

– O MUSICAL”

ou

(UM ESPETÁCULO

LINDO E EMOCIONANTE,

PARA SER GUARDADO,

COMO UMA JOIA RARA,

NO CORAÇÃO.)

 

 



 

              Uma noite para ser guardada, de forma indelével, no coração foi aquela de 26 de setembro de 2026, depois de eu ter assistido a um musical que está em cartaz no Teatro Sabesp Frei Caneca, em São Paulo, e já, felizmente, com temporada confirmada para o Rio de Janeiro, a partir de 14 de janeiro de 2027, no Teatro Riachuelo, com ingressos antecipados à venda pela plataforma Ingresso.com. Refiro-me, com o maior orgulho, entusiasmo e com o coração transbordando de alegria, a “FELIZ ANO VELHO”, espetáculo dirigido por GUSTAVO BARCHILON, com um elenco estelar, baseado no romance homônimo do escritor e jornalista Marcelo Rubens Paiva, um dos maiores “best-sellers” da literatura brasileira, líder de venda nos anos 1980, adaptado, para os palcos, agora em forma de musical, por MARILIA TOLEDO.

 

 




SINOPSE:

         “FELIZ ANO VELHO - O MUSICAL”, em cartaz no Teatro Sabesp Frei Caneca, é uma adaptação, para o palco, da obra autobiográfica de Marcelo Rubens Paiva, que conta a história de superação de um jovem de 20 anos, Marcelo (HUGO BONÈMER), o qual fica tetraplégico, após um acidente em um mergulho, quando bateu a cabeça.

A trama retrata a vida, pré e pós-acidente, de um jovem universitário de 20 anos, Marcelo, transformando a tragédia em um relato pulsante de reabilitação, afeto e redescoberta.

O espetáculo traz uma inovação cênica, em que o protagonista interage com sua versão mais madura, que lhe oferece uma perspectiva esperançosa do futuro que ele deveria aceitar.

A narrativa evoca o retrato de uma juventude que cresceu sob a ditadura militar e chegou à vida adulta ávida por liberdade, embalada pelo sonho da redemocratização.

A montagem também ilumina laços familiares profundos e recordações do pai do autor, o ex-deputado Rubens Paiva, assassinado pelo regime militar.


 

 



            Não é a primeira vez que essa história é levada a um palco. A primeira, em 1984, foi adaptada por Alcides Nogueira, sob a direção de Paulo Betti, trazendo, no elenco, nomes que viriam a se consagrar no TEATRO brasileiro, como Denise Del Vecchio, Lilia Cabral (Foi a primeira vez que a vi em cena e, logo, me apaixonei por seu trabalho.) e Marcos Frota. Ficou, por um bom tempo, em cartaz, no icônico Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro, como um fenômeno teatral nacional. Foi uma montagem histórica, num momento de grande ebulição no país, que estava vivendo o auge do movimento “Diretas Já”, uma enorme mobilização popular, que tomou as ruas do país, exigindo o fim da ditadura militar e o direito ao voto direto para presidente. O espetáculo tornou-se um marco do TEATRO brasileiro, nos anos 1980, misturando o drama do acidente que deixou Marcelo tetraplégico com o contexto político do desaparecimento de seu pai, o deputado Rubens Paiva, atraindo multidões ao Teatro Ipanema, antes de excursionar pelo Brasil e exterior.




          Já havia lido o livro, um pouco antes de ter assistido à primeira montagem da peça, em 1983 – Quem não o leu? – e chorado bastante, durante a leitura, mesmo com os muitos e excelentes gatilhos de humor que a obra trazia. Chorei muito mais, ainda, nas três ou quatro vezes em que fui ao Teatro Ipanema, sempre na primeira fila. A história é bastante comovente. Se chorei agora, ao ver esta nova versão musical do livro de Marcelo Rubens Paiva, o mesmo que escreveu “Ainda Estou Aqui”, outra obra literária que deve fazer parte de qualquer biblioteca, a qual deu origem ao emblemático e magnífico filme nacional do mesmo nome, vencedor de tantos prêmios, mundo afora, motivo de orgulho para qualquer brasileiro amante da liberdade e da democracia? Não, não chorei desta vez. Acho que pelos motivos sobre os quais discorrerei adiante. Mas fiquei com a boca seca e os batimentos cardíacos um pouco alterados. É impossível não exercitar a empatia, diante daquela história, que merece, sempre e sempre mais, ser repassada às novas gerações. Tem que ser!




         Não é uma história que ninguém desejasse a si ou a alguém a quem estivesse ligado por laços familiares ou afetivos, de uma forma geral. O escritor, ao escrever e lançar o livro, em 1982, três anos após o acidente sofrido, em 1979, parecia estar um pouco “conformado” – Talvez não seja o melhor termo empregado. – com sua “desdita”, a ponto de inserir ótimas pinceladas de humor, em meio aos relatos dramáticos, até - Quem sabe? – como um mecanismo de defesa, para suportar o pesado fardo que lhe fora destinado.




  Na adaptação para o TEATRO Musical, esse detalhe foi muito bem explorado pelo imenso talento de MARILIA TOLEDO, que, ainda por cima, teve uma ideia “supimpa” (Entreguei a idade! Meu momento descontração.) de renunciar à utilização de canções originais, especialmente compostas para o espetáculo, como é comum em espetáculos do gênero, firmando-se, para pontuar a encenação, na escolha de muitos “hits” do “rock” brasileiro, música que proliferou, com muito sucesso, por estas terras, na década de 1980, revelando uma grande quantidade de excelentes bandas e cantores, que, até hoje, fazem sucesso entre jovens de 8 a 80 anos, como Legião Urbana, Titãs, Barão Vermelho, Lulu Santos e Cazuza. Sobrou espaço até para um solitário da MPB, no meio dos roqueiros, o gênio Chico Buarque, com seu “O Que será (À Flor da Terra)”, em parceria com outro gênio, Milton Nascimento. A opção pelo “rock” se deve, creio eu, pelo fato da ligação de Marcelo Rubens Paiva a tal ritmo musical, ele que fez parte de uma banda roqueira, que fazia “shows”, muitas vezes, abrindo a apresentação de artistas já consagrados. Não resta a menor dúvida de que isso também ajuda, e muito, a aliviar o peso que a dor contida no enredo possa nos causar.




           Com quase três décadas de carreira, MARILIA TOLEDO, de há muito, já se notabilizou como um nome de referência, quando o assunto é TEATRO Musical. É dramaturga, roteirista, produtora e diretora, com um currículo invejável. Seu nome está ligado a grandes produções, como, “O Adorável Trapalhão”, “Sílvio Santos Vem Aí”, “Ney Matogrosso – Homem Com H” e, mais recentemente, “Gal, O Musical”, por exemplo. Desta vez, MARILIA TOLEDO, a meu juízo, se superou, a despeito de eu ter muito apreço pelas duas últimas citadas, grandes sucessos, de público e de crítica, fartamente premiadas. MARILIA foi felicíssima, ao pensar em colocar em cena duas versões do mesmo Marcelo, quando o protagonista interage com sua versão mais madura, que lhe oferece uma perspectiva esperançosa do futuro que ele deveria aceitar. O espetáculo é muito dinâmico, em função de uma arquitetura dramática original, que passeia pelo tempo, num universo de diálogos curtos e bastante ágeis, mas que se bastam em sentido e força dramática.




Marília Toledo.
(Fonte: Desconhecida.)


            Muito jovem, com apenas 34 anos de idade, e pouco tempo de carreira – menos de uma década -, GUSTAVO BARCHILON, já pode ser considerado um dos mais férteis e premiados diretores do TEATRO Musical Brasileiro, tendo assinado a direção artística e geral de alguns dos maiores sucessos no gênero, nos últimos seis anos, como “Barnum – o Rei do Show” (2021), “Funny Girl – A Garota Genial”, “Alguma Coisa Podre” e “Bob Esponja – O Musical da Broadway” (2023), “Dreamgirls – Em Busca De um Sonho”, “Titanique – O Musical” e “Músicas Que Fiz Em Seu Nome” (2025), “O Céu de Bibi Ferreira” e Shrek, O Musical” (2026), todos, ampla e merecidamente, premiados.



Gustavo Barchilon.
(Fonte: Desconhecida.)


   Na direção deste espetáculo, percebo uma profunda simbiose entre a dramaturga e o diretor. BARCHILON, de posse de um texto magnífico, pôs em prática seu talento e sua experiência e vivência pelos musicais, mundo afora, por meio de uma estética moderna, com a utilização de imagens captadas em tempo real, por câmeras espalhadas pelo espaço palco e uma outra, operada por um “videomaker”, o qual acompanha, sobre as tábuas e nas coxias, as cenas, e descobriu soluções fantásticas, utilizando super criativas ideias, expondo os atores a “dialogar” com a cenografia, que é outro grande achado do espetáculo, sobre a qual farei comentários direcionados adiante. Um verdadeiro trabalho de mestre, de alguém que transpira talento e sensibilidade por todos os poros. Afirmo, peremptoriamente, que, até o presente momento, esta é sua melhor direção, a despeito de eu gostar de todas as outras.




         A FICHA TÉCNICA do musical é esplêndida, em relação a todos os setores, e a seleção do elenco não poderia ter sido mais certeira; no alvo. Há, sim, o que podemos chamar de um “elenco protagonista”, que reúne HUGO BONÈMER (Marcelo Rubens Paiva), BRUNO GARCIA (Marcelo Rubens Paiva / Rubens Paiva) e HELOÍSA PÉRISSÉ (Eunice Paiva), mas outros 13 atores e atrizes, que se revezam em papéis menores e variados, também colaboram, substancialmente, para a perfeição do espetáculo, o que me leva a reforçar a afirmação de que não há papéis pequenos para grandes atores. Que o digam, por exemplo, MATEUS RIBEIRO, SABRINA KORGUT e RENAN MATTOS, que já foram protagonistas, em grandes produções anteriores de grande sucesso, os três premiados, os quais, aqui, de forma humilde, muito correta e generosa, representam papéis de menor importância na trama. O mesmo pode ser dito sobre a atuação de BIBI TOLENTINO, INGRID GAIGHER, MATTILA, JOÃO CÔRTES e TUNA DWEK, esta uma das grandes atrizes “da antiga”. Também exalto o trabalho de LUCIANO MALLMANN, um excepcional ator, cadeirante, que também se destaca no festejado elenco.




   Aquela tríade familiar – HUGO, BRUNO e PÉRISSÉ - concentra a maior parte das atenções, com um destaque maior para HUGO, evidentemente, o protagonista-mor, que sempre é uma garantia de sucesso em qualquer espetáculo de que participa. Ele me emociona à farta, com sua dose superlativa de talento, sensibilidade e carisma, que o faz preencher um palco nu, de elementos cênicos, com sua atuação convincente, comovente e empolgante. O ator, também grande referência em musicais, ao qual venho aplaudindo, há bastante tempo, em espetáculos como “Hair” (2010), “Yank! O Musical” (2017 / 2018) e “Quertido Evan Hansen” (2023 / 2024), por exemplo, vive, agora, seu melhor momento num palco, sabendo, muito bem, dosar o ritmo e as entonações, canalizando a emoção da plateia para o seu trabalho impecável. Além de tudo isso, é um ator assaz generoso, como dizem seus colegas de cena. Domina a interpretação, a dança e o canto, até quando sola numa cena de cabeça para baixo. Seu Marcelo é excelente e, acima de tudo, muito humano. HUGO BONÈMER, certamente, por este espetáculo, deverá merecer indicações a prêmios de TEATRO, com um grande potencial de possibilidade de se sair vencedor.





         BRUNO GARCIA e HELOÍSA PÉRISSÉ, ambos excelentes atores, ela mais no campo do humor, não são “habitués” em musicais, porém estão muito bem nos seus personagens. Ele se desdobra entre o Marcelo no futuro e seu próprio pai, o deputado Rubens Paiva, cruel e barbaramente torturado e morto pela nefasta ditadura militar que assombrou o Brasil, durante 21 anos, a página mais negra e vil da nossa História. HELOÍSA compõe, com perfeição, uma heroína, a personagem Eunice Paiva, matriarca da família Paiva. BRUNO e HELOÍSA valorizam todas as cenas de que participam, marcando-as com seus destaques. Até os demais nomes, do precioso elenco, que eu não havia citado até agora - ABRAHÃO COSTA, GISELLE LIMA, LÁZARO MENEZES e LIA CANINEU - são importantes nesta produção.




         É sempre bom lembrar que o livro que deu origem a este espetáculo, o primeiro da carreira de escritor de Marcelo Rubens Paiva, marcou diversas gerações, sobretudo a dos anos 1980, por retratar tão bem a juventude da época e por contar, sem tabus, a história do acidente que o autor sofreu em uma lagoa, em Campinas – Se não me engano, na peça, seria uma piscina. -, que o deixou tetraplégico. Além de ter vencido diversos prêmios, como o “Jabuti”, e de ter sido traduzida para diversos idiomas, a obra ganhou, ainda, mais evidência depois da já citada montagem teatral de 1983, e, certamente, será motivo de curiosidade da parte de quem ainda não congecia a obra literária. 




        Nas palavras do brilhante diretor, GUSTAVO BARCHILON, “A montagem busca uma linguagem diferente daquela que estamos acostumados a ver nos musicais tradicionais. Com uma estética atemporal, música, texto, imagem e atuação se misturam, para contar essa história de um jeito novo. Assim como “Feliz Ano Velho” trouxe uma nova linguagem para a literatura de sua época, quero que o espetáculo também encontre uma nova forma de se comunicar com o público de hoje”. Concordo, “in totum”, com ele e acrescento que, não só conseguiu o seu intento, como também seu trabalho é muito bem recebido e aplaudido por mim e pela multidão que superlota o Teatro Sabesp Frei Caneca, a cada sessão. E ainda assim se manifesta BARCHILON: “Figurinos, espaço e linguagem se afastam da reconstrução histórica, para concentrar o olhar no ator, na palavra e nas relações”.




           Não poderia concluir estes escritos críticos sem tecer comentários acerca de elementos fundamentais e complementares na produção de qualquer espetáculo de TEATRO, mormente quando se trata de musicais: direção musical, coreografia, cenografia, figurinos, desenho de luz, desenho de som e visagismo.



           O nome de CARLOS BAUZYS está presente em boa parte do acervo de grandes musicais brasileiros. Aqui, ele também está inserido, como responsável pela direção musical e os arranjos, sempre com acerto.



         As inventivas coreografias da peça são de GABRIEL MALO, acrescentando, à montagem, dinamismo, graciosidade e frescor.



        Sou aquilo que se pode chamar de “fã de carteirinha” do talento de NATÁLIA LANA, como cenógrafa. A nove, entre dez espetáculos de sucesso, musicais ou não, o nome da artista pode estar atrelado, como responsável pela parte cenográfica. Vai aqui uma confissão: Quando, nesta peça, me deparei com um palco quase nu, de elementos cenográficos, fiquei meio “chocho” (Entreguei a idade pela segunda vez. O Tio Google pode resolver o problema. Segundo momento descontração.). Onde haveria se escondido o exuberante cenário pelo qual eu esperava? A resposta veio ao longo da encenação, quando vi as excelentes peças cenográficas que vão sendo agregadas a cada cena, pela técnica ou pelos próprios atores, um detalhe mais interessante que o outro. É importante dizer que tal tarefa, por parte do elenco, tem que ser cumprida milimetricamente, para que os artistas não sejam atingidos por algum material, em cena muito rápidas. É muita responsabilidade. Continuo, portanto, de posse da minha “carteirinha”.




        Possuo, também, uma segunda “carteirinha de fã”, desta vez como pertencente ao “fã-clube” de KAREN BRUSTTOLIN, indiscutivelmente, dos nomes mais merecedores de aplausos, quando o assunto é figurino. Conhecida por sua criatividade e bom gosto, quando são necessários trajes luxuosos, exigidos pela peça, aqui, a figurinista, também seguindo as exigências do texto, se comporta irrepreensivelmente, obedecendo à época em que se dá a narrativa, com criações bem representativas daquele momento. Outra "carteirinha" preservada.




          A estética eleita pela direção pedia um desenho de luz também especial, que colocasse em relevo tudo o que fosse necessário. É aí que entre o ótimo trabalho de um craque da iluminação, MANECO QUINDERÉ, muito preciso em suas intervenções.



          Quando ainda estudante de TEATRO, na segunda metade dos anos 1960, aprendi, com a saudosa e grande mestra da fonoaudiologia Glorinha Beuttenmüller, que a minha voz teria que chegar, claramente, aos ouvidos de uma velhinha meio surda, que, sem ter dinheiro para comprar um assento nas primeiras filas, foi alocada na última - e do distante balcão -, a qual tinha o mesmo direito de ouvir que os privilegiados sentados na plateia e sem problemas de audição. Naquela época, não se usava microfone e o jeito era o ator aprender a técnica para projetar a voz, o que ainda persiste. Hoje, porém, com o amplo uso de elementos ligados à tecnologia, os atores, principalmente em musicais, são microfonados. Até aí, tudo bem, contudo é necessária a participação de alguém competente, responsável pelo desenho de som, para que todos, na audiência, possam ouvir bem, de forma cristalina, o som que vem do palco. GUSTAVO INCA, aqui, é esse profissional, exercendo sua função com ótimo rendimento.




        Espetáculo de época pede que os personagens, exteriormente, se mostrem como se nela estivessem mesmo inseridos. O visagismo é muito importante nesses momentos. Quando se fala neste importante elemento de apoio a uma produção teatral, que ajuda muito o ator a construir um personagem, nos lembramos logo de FELICIANO SAN ROMAN, que, aqui, responde, precisamente, pelo visagismo.

        


 


FICHA TÉCNICA:

Baseado no livro autobiográfico homônimo, do escritor e jornalista Marcelo Rubens Paiva

Dramaturgia: Marilia Toledo, a partir do texto original de Alcides Nogueira

Direção Geral: Gustavo Barchilon

Direção Associada: Daniela Stirbulov

Direção Musical: Carlos Bauzys

Arranjos: Carlos Bauzys


Elenco: Hugo Bonèmer (Marcelo Rubens Paiva), Bruno Garcia (Marcelo Rubens Paiva / Rubens Paiva), Heloísa Périssé (Eunice Paiva), Abrahão Costa, Bibi Tolentino, Giselle Lima, Ingrid Gaigher, João Côrtes, Lázaro Menezes, Lia Canineu, Luciano Mallmann, Mateus Ribeiro, Mattilla, Renan Mattos, Sabrina Korgut e Tuna Dwek


Coreografia: Gabriel Malo

Cenografia: Natália Lana

Figurinos: Karen Brusttolin

Desenho de Luz: Maneco Quinderé

Desenho de Som: Gustavo Inca

Visagismo: Feliciano San Roman

Desenho de Vídeo: André Voulgaris

Assessoria de Imprensa: Pombo Correio

Fotos: Caio Gallucci

Direção de Produção: Thiago Hoffmann




 






SERVIÇO:

Temporada: De 19 de setembro a 22 de novembro de 2026.

Local: Teatro Sabesp Frei Caneca.

Endereço: Rua Frei Caneca, nº 569, 7º Piso – Consolação – São Paulo – SP. 

Dias e Horários: 6ª feira, às 20h; sábado, às 17h e às 20h; domingo, às 15h e às 18h.

Capacidade: 600 lugares.

Valor dos Ingressos: A partir de R$ 25 (meia-entrada), dependendo da localização do assento.

Venda dos Ingressos: “on-line”, pela plataforma uhuu.com (com cobrança de taxa de serviço) ou na bilheteria do Teatro (sem cobrança de taxa de serviço).

Horário de funcionamento da bilheteria: De 3ª feira a domingo, das 12h às 15h e das 16h às 19h. Em dias de espetáculo, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início da apresentação. Às 2ªs feiras, permanece fechada, exceto ser houver alguma sessão especial programada.

Classificação indicativa: 14 anos.

Duração: 100 minutos.

Abertura da casa: 1 hora antes de cada espetáculo.

Gênero: Musical.


 

 


 

          No meu coração de amante do BOM TEATRO, com foco, principalmente nos musicais, sempre há espaço para mais um, desde que seja pleno de boa qualidade comprovada, como é o caso desta montagem de “FELIZ ANO VELHO”, o mais novo habitante do meu “órgão muscular oco, que bombeia o sangue para todo o corpo, garantindo a distribuição de oxigênio e nutrientes”. (TEATRO também é “cultura biológica”. Terceiro momento descontração.). Destarte (Vamos variar nos advérbios? Quarto momento descontração.), RECOMENDO, COM TODA A MINHA EMOÇÃO E VERDADE, ESTE MAGNÍFICO MUSICAL, o qual pretendo rever no seu último dia da temporada paulista e, mais uma vez, pelo menos, na temporada carioca.

 

 



 


FOTOS: CAIO GALLUCCI




GALERIA PARTICULAR:

(Fotos: Carlos Sabag.)




Com João Côrtes.



Com Hugo Bonèmer.



Com Tuna Dwek.



Com Sabrina Korgut.



Com Luciano Mallmann.



Com Ingrid Gaigher.



Com Abrahão Costa, Ingrid Gaigher, Tuna Dwek, 
Renan Mattos, Lia Canineu (em pé), 
Hugo Bonèmer, Luciano Mallmann 
e Bibi Tolentino (abaixo). 
 



É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO.