quarta-feira, 7 de outubro de 2026

 

“GIL – ANDAR

COM FÉ -

O MUSICAL”

ou

(“O MELHOR LUGAR

DO MUNDO

É AQUI E AGORA.”

[GILBERTO GIL].)



 

 


         Sempre gostei de musicais e continuo gostando, cada vez mais, quando bem-feitos, sejam eles biográficos, sejam calcados em outros temas. E fico muito feliz, quando assisto a espetáculos desse gênero que homenageiam artistas ou personalidades ainda em vida, o que considero um ato expressivo do valor atribuído a tal pessoa reverenciada. Isso deve ser, para o homenageado, motivo de profundo regozijo, por se ver distinguido no palco. O nome de quem está merecendo uma honraria, neste momento, num estupendo espetáculo em cartaz no Teatro Santander, em São Paulo (Ver SERVIÇO.), como parte das comemorações dos 10 anos da casa, onde foram encenados muitos dos mais festejados e premiados musicais, aqui numa superprodução, é Gilberto Passos Gil Moreira, ou, simplesmente, para o Brasil e o mundo, Gilberto Gil, um dos nomes mais importantes da Música Popular Brasileira, que carrega consigo uma história tão rica quanto seu indiscutível e supremo talento. Pensei, antes de iniciar os comentários críticos sobre a peça, em fazer um resumo da biografia de Gilberto Gil, entretanto, para poupar tempo e ir direto ao assunto, acho totalmente desnecessário fazê-lo, não fosse ele uma das pessoas públicas mais conhecidas. Para mim, na tarde daquele domingo, dia 27 de setembro de 2026, era ali, numa poltrona da 5ª fila da plateia do Teatro Santander, o melhor lugar do planeta e naquele momento (“O melhor lugar do mundo é aqui e agora.” – Gilberto Gil – 1977 – álbum “Refavela”.).



 



 

SINOPSE:

Combinando memória e poesia, o musical, autoral, oferece um retrato sensível e vibrante da vida de Gilberto Gil, a primeira biografia musical sobre a vida e a obra do cantor e compositor, um artista plural, como é o Brasil.

Sua história e seu legado transbordam ricas memórias, diferentes ritmos e mensagens que ajudaram, e ainda ajudam, a compor a identidade brasileira.

Gil segue, caminhando com fé, encantando multidões e inspirando diferentes gerações. 

Sua longeva jornada musical nos brinda com grandes canções.

Suas palavras e versos atravessaram décadas e ajudaram a retratar o Brasil, consagrando-o como uma das maiores referências culturais do país.

O espetáculo, dedicado à vida e à obra do artista, reúne canções, episódios marcantes e passagens que atravessam suas diversas fases como criador, intérprete e pensador da música popular brasileira.


 

 



 

         Como é gratificante assistir a um espetáculo de TEATRO musical autoral! Para iniciar, venho com comentários sobre o enxuto texto, de NEWTON MORENO, que foi fundo na sua rica pesquisa, para criar a dramaturgia do musical, ocupando-se de não deixar de citar nem explorar nada de importante da vida pessoal e artística do ídolo brasileiro, admirado por muitas gerações e que está em total evidência e atividade laboral e criativa ainda nos dias de hoje.



A narrativa acompanha a trajetória de Gilberto Gil (GUI VENTURA), a partir do período do exílio, em Londres, momento decisivo para o artista, a partir de quando sua vida e obra passaram a ganhar novas camadas de significado. Desse ponto em diante, o espetáculo conduz o público por lembranças que resgatam sua formação no sertão de Ituaçu, Bahia, a efervescência de Salvador, os palcos do Rio de Janeiro e de São Paulo, que o projetaram para o Brasil e o mundo, e episódios marcantes, como o histórico e memorável “show” de despedida, “Barra 69”, imortalizado em um disco LP, gravado ao vivo, sob péssimas condições técnicas, em apenas um canal, salvo engano, mas que tem um valor histórico inestimável (Tenho uma cópia.), momento que antecedeu sua partida do país, forçada pelos gorilões da ditadura militar que tomou conta do país, desde 01 de abril de 1964, “Página infeliz da nossa História” – Chico Buarque – “Vai Passar” – 1984 – álbum “Chico Buarque”), junto com Caetano Veloso e respectivas famílias.




Nesse percurso, surge Tempo-Rei (GUGA BARBOSA), um ser maduro e de caráter quase mítico, que leva o nome de um dos sucessos de Gil, personagem simbólico, que atua como guia e consciência, aproximando diferentes fases da vida do artista e estabelecendo diálogos entre o Gil jovem e o Gil do futuro. Ele é o condutor da narrativa, conectando memórias, visões e reencontros, que revelam a força transformadora da música.



 Não ficaram de fora, o que seria imperdoável, figuras essenciais do universo do homenageado, como Caetano Veloso (HENRIQUE ZAMITH), irmão de alma e parceiro fundamental de Gil na criação tropicalista e nos anos de exílio; Gal Costa (PAMELA MACHADO); Maria Bethânia (CALU MANHÃES); Luiz Gonzaga (GUGA BARBOSA); Sandra Gadelha, a Drão (LETÍCIA) e artistas e familiares que ajudaram a moldar sua trajetória pessoal e musical, entre os quais cito João Gilberto (GUGA BARBOSA), Jorge Mautner, Jards Macalé, Roberto Carlos e Nana Caymmi (LUBO), com quem Gil foi casado, além de filhos, netos e sua companheira de muitos anos e sua “fiel escudeira”, parceira de uma fase serena e plena da vida do artista, Flora Gil (BEL LIMA), que simbolizam a continuidade de seu legado.



Além de confiável aos fatos, NEWTON MORENO foi muito feliz, ao incluir, na arquitetura dramática do espetáculo, a presença de um personagem tão curioso quanto enigmático, ainda que bem identificado pelo público, quase como um “alter ego” de Gil, sem o ser, na verdade. Também foi milimétrico o dramaturgo nas falas dos personagens e na costura de todas as cenas, não permitindo “barrigas” ou qualquer outro desvio de ritmo, detalhe reforçado pela excelente direção de MIGUEL FALABELLA. Um grande acerto da dramaturgia é o fato de ela também reunir personagens decisivos na vida pessoal de Gil e da cultura brasileira, como Belina Paraíso, sua primeira namorada e, também, primeira esposa; Sandra Gadelha (Drão), sua segunda esposa, Dedé Gadelha, irmã de Sandra e primeira esposa de Caetano Veloso, com quem compartilha a experiência do afastamento forçado do Brasil. A atual esposa Flora Gil, com quem o artista está casado há mais de 45 anos, marca a fase mais serena da trajetória do artista, enquanto Preta Gil evoca sua relação com a paternidade, ele que, ao todo, é pai de oito filhos, dois dos quais, infelizmente, contrariando a "ordem natural das coisas",  já falecidos: Pedro Gil, em 1990, e Preta Gil, em 2025. Mais um ponto positivo da dramaturgia é que os dois fatos são mencionados na peça, porém sem nenhum apelo dramático.  




 Artista mais que tarimbado, como ator e diretor, principalmente na área de musicais, tantas vezes premiado, nas duas funções, FALABELLA, de forma bastante acertada, no meu entender, optou por uma narrativa não linear, obedecendo ao tão ajustado roteiro, afastando-se do formato que estamos acostumados a ver em musicais como este, biográfico tradicional e cronológico, estruturando a encenação sob a ótica mítica do genial personagem Tempo-Rei, certamente, um grande achado. A direção faz com que tempos se misturem no palco; passado, presente e futuro se entrelaçam, permitindo que momentos, como a infância, na Bahia, o grande sucesso da “subversiva” Tropicália e o exílio, em Londres, apareçam conectados por essa figura central do tempo. Tempo-Rei ocupa todas as dimensões temporais e espaciais. O diretor joga bastante luz sobre o aspecto transgressor da geração dos anos 1960, adversária ferrenha da falta de liberdade de expressão e manifestação e oposição a um regime de exceção, como um marco que “salvou o Brasil da caretice” – E viva os tropicalistas!!! -, exaltando a luta pela arte e pelos direitos humanos. Um dos grandes méritos do diretor, além de seu trabalho de orientação aos atores e comando geral, reside na escolha, como sempre, de uma impecável FICHA TÉCNICA, selecionada a dedo - elenco, artistas de criação e técnicos -, para que o brilhante resultado da encenação fosse alcançado. Em cena, FALABELLA nos presenteia com um espesso caldo de fortes referências às artes plásticas brasileiras, unindo cor, ritmo, dança e humor, em uma grande festa cênica com elenco grandioso, em número (34 artistas, fora os músicos da banda.) e qualidade.





 A maior atração do espetáculo, depois, evidentemente, do nome de Gilberto Gil, uma verdadeira “entidade”, para mim, destacado como o criador e promotor de uma arte que atravessou fronteiras e segue inspirando novas gerações, é representada pelo ator/protagonista, GUI VENTURA, um multiartista (ator, cantor, compositor e musicista), que veio das Minas Gerais, escolhido em um processo de disputadíssimas audições, que mobilizaram mais de 800 candidatos, do Brasil inteiro, com formações e trajetórias diferentes, ganhando o papel com a posterior bênção do próprio Gil. Não sei se, no meu repertório léxico, conseguirei encontrar um termo preciso e o mais adequado possível, para adjetivar o irretocável trabalho de GUI. Logo a partir de sua primeira aparição em cena, o público demonstra sua estupefação, diante da semelhança física do ator/cantor com Gilberto Gil, logicamente com a ajuda luxuosa do visagismo, a cargo de DICKO LORENZO, parecença que só faz aumentar, cada vez mais, à medida que o espetáculo vai transcorrendo, por conta da voz de GUI, quando fala e canta, num trabalho de composição de personagem emocionante, raramente visto nos palcos. Não só se sai muito corretamente na interpretação como nos encanta quando canta. E como canta o rapaz! Trabalho merecedor de prêmios.




     Os demais do elenco, veteranos e novos talentos do TEATRO Musical, contribuem, todos, sem a menor exceção, para uma harmonia cênica, no que diz respeito à interpretação, ao canto e à execução das alegres e marcantes coreografias, propostas pela dupla LEILANE TELES e TIAGO DIAS. Atores e atrizes se apresentam em personagens fixos, e/ou representando mais de um papel ou função. São eles, além dos já citados GUI VENTURA e GUGA BARBOSA e de outros também já relacionados: MARIEL (Rita Lee), LUCI SALUZZI (Preta Gil), MARIA ANTÔNIA IBRAIM (Mãe Claudina), CHICO RUBENS (Ensemble e Gilberto Gil Cover), JESUS JADH (Personagens Masculinos), OFÀ LÓWÒ (Pai Zeca e Gilberto Gil Cover), MAURÍCIO REDUCINO (Ensemble), ANALUHH (Irmã Gildina), JULIANA TEIXEIRA (Ensemble), YGOR ZAGO (Personagens Masculinos), BIA VASCONCELLOS (Personagens Femininos), VEHTZ (Ensemble), PAULA MIESSA (Personagens Femininos), VINÍCIUS LOYOLA (Chacrinha e Personagens Masculinos), NATÁLIA ANTUNES (Ensemble), THIAGO ALVES (Ensemble), VITOR VIEIRA (Personagens Masculinos), JOYCE COSMO (Personagens Femininas), ÁGATA MATOS (Avó Lydia), ANTÔNIA MEDEIROS (Ensemble), JEISON LOPES (Ensemble), MOIRA OSÓRIO (Elis Regina), MARI SARAIVA (Swing Feminino), TIAGO DIAS (Swing Masculino), PEDRO ARRAIS (Chico Buarque) e ROMES PINHEIRO (Ensemble e Cover Tempo-Rei). A maioria dos atores se desdobram em inúmeros personagens da trama, a qual se desenrola ao longo de décadas.





 A fim de dirimir qualquer dúvida, para os que não têm tanta intimidade com o TEATRO Musical, fica aqui a distinção entre duas funções importantes neste gênero de espetáculo. O “ensemble”, vocábulo inglês, ou corpo de baile/coro, é o grupo fixo de artistas – atores, cantores e bailarinos - que apoia o elenco principal, cantando e dançando em conjunto, para dar vida, ritmo e energia às cenas. Já o “swing”, outro representante da língua de Shakespeare, é o membro do elenco responsável por cobrir e substituir múltiplos papéis do “ensemble” ou, até mesmo, de atores principais, em caso de ausência, doença ou imprevistos, sendo que, neste último caso, via de regra, já há atores definidos, previamente, chamados de “cover”.



 Outros aspectos, importantíssimos em musicais, que podem agregar muito valor ao projeto e que, aqui, merecem destaque nesta montagem, da parte deste crítico, são a direção musical, assinada por THIAGO GIMENES, e os arranjos musicais e orquestração, a cargo do mesmo THIAGO, dividindo a tarefa com TIAGO SAUL e IVAN DE ANDRADE. Uma banda formidável, regida pelo maestro residente GUI LEAL, acompanha, ao vivo, os 34 artistas em cena, quando cantam uma fantástica “setlist”, que abarca alguns dos mais emblemáticos “hits” da lavra de Gil, como “Eu Vim da Bahia”, “Andar com Fé”, “Aquele Abraço”, “Domingo no Parque”, “London, London”, “Tempo-Rei”, “Se Eu Quiser Falar Com Deus”, “Drão”, “Vamos Fugir”, “Back In Bahia”, “Palco”, “Realce” e “Toda Menina Baiana”, entre outras, canções que surgem como elemento dramatúrgico fundamental, transformando lembranças em cena e recriando momentos de saudade, exílio, resistência, descoberta e celebração. É óbvio que dezenas de outros sucessos tiveram que ficar de fora da trilha sonora, porque o espetáculo não poderia durar mais do que os 155 minutos de ação, já computados os 15 de intervalo.




 Ao ser apresentado, por MIGUEL FALABELLA, diretor do espetáculo, a Gilberto Gil, antes de seu nome ser publicamente divulgado, com muita emoção, o GUI VENTURA disse ao mestre: “Vou fazer o melhor que eu puder.”, ao que o baiano, naquele seu jeito manso e sábio de falar, respondeu: “Faça apenas o que puder, não precisa do melhor”. O encontro terminou com os dois cantando, em dueto, “A Paz”, parceria de Gil com João Nonato.



 Os artistas criativos esbanjam talento e bom gosto nesta equipe coesa. Já tendo mencionado os trabalhos de alguns, sinto-me no desejo, e obrigação, de relacionar outros, como NATÁLIA LANA, responsável pela cenografia da montagem, concebida, de maneira fascinante, para refletir a ideia de que o tempo e a vida de Gilberto Gil não andam em linha reta, mas giram e se conectam, traduzindo a visão de que o passado, o presente e o futuro dançam juntos, girando e se reinventando como a obra do artista. Além de toda a descomunal estrutura cênica concebida por NATÁLIA, a premiada artista pôs, no palco, um elevador que faz com que os atores "surjam do nada" e, pela primeira vez – para mim, pelo menos -, um conjunto de esteiras rolantes, material de alta tecnologia, pelas quais, quando acionadas, os atores deslizam, numa festa de dinâmica e beleza sem par. Por muitas e muitas vezes, a estrutura cenográfica se transforma, para acompanhar os diferentes climas e fases da vida de Gil. Uma preciosidade de trabalho!



 Gil é alegria, é cor, é luz; Gil é vida, em suma. Isso está presente nos alegres e bem confeccionados figurinos, numa grande e variedade quantidade, desenhados por MARCO PACHECO e JEMIMA TUANY, dois nomes que sempre se destacam em grandes e pequenas produções.



 A plasticidade que emana do palco é uma festa para os olhos, um esbanjar de alegria e bom gosto, tudo muito bem iluminado e realçado pelas luzes, cores e intensidades, inseridas no fenomenal desenho de luz, com o qual nos brinda WAGNER PINTO. Conversam, em total harmonia, no imenso espaço cênico do Teatro Santander, o que há de melhor em termos de elementos cenográficos e iluminação, luz essa que também evidencia detalhes das indumentárias.  

 

 




 

FICHA TÉCNICA:

Texto: Newton Moreno

Direção: Miguel Falabella

Direção Associada: Bárbara Guerra

Direção Musical: Thiago Gimenes

Arranjos Musicais e Orquestração: Thiago Gimenes, Tiago Saul e Ivan de Andrade


Elenco: Gui Ventura (Gilberto Gil), Guga Barbosa (Tempo-Rei), Henrique Zamith (Caetano Veloso), Bel Lima (Flora Gil), Mariel (Rita Lee), Luci Saluzzi Preta Gil), Calu Manhães (Maria Bethânia), Pamella Machado (Gal Costa), Letícia (Sandra Gadelha, Drão), Maria Antônia Ibraim (Claudina, mãe de Gil), Chico Rubens (Ensemble e Gilberto Gil Cover), Jesus Jadh (Personagens Masculinos), Ofà Lówò (Zeca, pai de Gil, e Gilberto Gil Cover), Maurício Reducino (Ensemble), Analuhh (Gildina, irmã de Gil), Juliana Teixeira (Ensemble), Ygor Zago (Personagens Masculinos), Bia Vasconcellos (Personagens Femininos), Vehtz (Ensemble), Lubo (Nana Caymmi), Paula Miessa (Personagens Femininos), Vinícius Loyola (Chacrinha e Personagens Masculinos), Natália Antunes (Ensemble), Thiago Alves (Ensemble), Vitor Vieira (Personagens Masculinos), Joyce Cosmo (Personagens Femininos), Ágata Matos (Avó Lydia), Antônia Medeiros Ensemble), Jeison Lopes (Ensemble), Moira Osório (Elis Regina), Mari Saraiva (Swing Feminino), Tiago Dias (Swing Masculino), Pedro Arrais (Chico Buarque) e Romes Pinheiro (Ensemble e Cover de Tempo-Rei).


Coreografia: Leilane Teles e Tiago Dias

Cenografia: Natália Lana

Figurino: Marco Pacheco e Jemima Tuany

Iluminação: Wagner Pinto

“Design” de Som: Tocko Michellazo

Visagismo: Dicko Lorenzo

Assessoria de Imprensa: Midiorama

Fotos: Felipe Menezes

Produção de Elenco: Giselle Lima

Identidade Visual: Gabriel Wickbold (O fotógrafo Gabriel Wickbold assina o cartaz do espetáculo, no estilo de seu projeto autoral “I am light”, que também inspira um dos cenários da montagem.)


 

 




 

SERVIÇO:

Temporada: De 20 de agosto a 29 de novembro de 2026.

Local: Teatro Santander.

Endereço: Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, nº 2041 – Complexo JK Iguatemi – São Paulo, SP.

Dias e Horários: 5ªs e 6ªs feiras, às 20h; sábados, às 16h e 20h; domingos, às 15h e 19h.

Valor dos Ingressos: Plateia VIP: R$ 400 (inteira) e R$ 200 (meia-entrada); Plateia Superior: R$ 300 (inteira) e R$ 150 (meia-entrada); Frisa Plateia: R$ 300 (inteira) e R$ 150 (meia-entrada); Balcão A: R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia-entrada); Frisa Balcão: R$ 200 (inteira) e R$ 100 (meia-entrada); Balcão B: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada).

Venda dos Ingressos: Pela plataforma SYMPLA (com cobrança de taxa de serviço) e na bilheteria do Teatro (sem cobrança de taxa de serviço).

Horário de funcionamento da bilheteria: A bilheteria do Teatro Santander funciona todos os dias, das 12h às 18h, e, em dias de espetáculo, permanece aberta até o início da apresentação. O Teatro dispõe de totem de autoatendimento, para compras, sem taxa de conveniência, 24 horas por dia.

Duração: 140 minutos, mais intervalo de 15 minutos.

Classificação Etária: 12 anos.

Acessibilidade: Em todas as sessões, há audiodescrição e Libras.

Gênero: Musical.


 



 

          “GIL – ANDAR COM FÉ – O MUSICAL” é um espetáculo sem o menor defeito. É um convite às memórias, à poesia, ao amor, à alegria. É um musical que nos enche de orgulho dos nossos artistas e de paixão pelo nosso TEATRO, mormente o musical, que sabemos fazer, com competência e dignidade, a ponto de não dever nada às montagens estrangeiras. E tudo isso é motivo para que eu RECOMENDE, COM O MAIOR EMPENHO, ESTE ESPETÁCULO, que ainda pretendo rever, no final da temporada.






 

FOTOS: FELIPE MENEZES

 

 

GALERIA PARTICULAR

(Fotos: Carlos Sabag.)

 


 



 É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO.

 

 

 

 



 













































































































































































































































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