“O FILHO”
ou
(TEMA SENSÍVEL
E URGENTE,
TRATADO COM
MUITA SERIEDADE
E BELEZA.)
Você
conhece ou já ouviu falar de FLORIAN ZELLER? Em caso de resposta
negativa, trate de prestar bastante atenção ao nome deste grande e premiado dramaturgo, romancista, diretor de TEATRO
e cineasta francês, contemporâneo, em grande atividade laboral, nascido em Paris,
em 28 de junho de 1979. Sou um confesso admirador de sua arte,
como dramaturgo. Seu vitorioso currículo, a despeito de sua pouca
idade (47 anos), reúne romances, filmes – como roteirista
e / ou cineasta – e 13 textos para o TEATRO. Além da peça
aqui comentada, “O FILHO”, em cartaz no Teatro Fernanda Montenegro
Copacabana Palace (VER SERVIÇO.), os brasileiros - e eu assisti a
todos - já tiveram a oportunidade de ver encenados, nos palcos, três de
seus títulos, pelo menos em São Paulo e no Rio de Janeiro:
“O Pai”, belíssimo drama, com direção de LÉO
STAFFANINI, que também assina a mesma função no espetáculo em tela, e as
deliciosas COMÉDIAS “A Mentira”, com adaptação
e direção de Miguel Fabella, e “A
Verdade”, dirigida por Marcus Alvisi, todos
grandes sucessos, de público e de crítica.
A peça a que assisti anteontem (30/08/2026)
e que me arrebatou logo de início, terminando por deixar-me em estrado de
êxtase total, além de bastante mexido, emocionalmente, e que leva muitos
espectadores, homens e mulheres, às lágrimas, faz parte de uma trilogia,
que reúne, além dela - “Le Fils” (2018), no original
francês -, “A Mãe” (“La Mère”), de 2010
e “O Pai” (“Le Père”), de 2012. A título de
curiosidade, seguem as SINOPSES de “A Mãe” e “O
Pai”. Não vejo a hora de assistir a uma encenação da primeira, ainda inédita no Brasil.
SINOPSE de “A Mãe”: A
peça é um drama psicológico, que explora a solidão, o esvaziamento da
identidade materna e os limites entre a realidade e a sanidade. A história gira
em torno de Anne, uma mulher de meia-idade, cuja identidade
inteira foi construída ao redor do papel de mãe e esposa, no entanto seus
filhos já cresceram e saíram de casa, para seguir suas próprias vidas, e seu
marido está sempre ocupado com a carreira e, frequentemente, ausente; e sob
suspeita de um caso amoroso. Diante desse vazio, por conta da “síndrome
do ninho vazio” e da sensação de abandono, Anne mergulha
em um processo de isolamento, ciúme e desespero por atenção. A narrativa
utiliza uma estrutura engenhosa e fragmentada, em que as cenas se repetem com
variações sutis: o público passa a vivenciar a fragilizada psiquê da
protagonista, sem conseguir distinguir, com clareza, o que é real, o que é
delírio e o que é fruto da angústia e da solidão da personagem.
SINOPSE
de “O Pai”: A peça conta a história de André, um idoso de
80 anos, que começa a perder a memória e as referências da
própria realidade, por conta do mal de Alzheimer. O personagem
central é um homem orgulhoso, outrora engenheiro, que mora sozinho, mas cuja
mente começa a falhar, devido ao avanço da idade e ao esquecimento progressivo.
Sua única filha, Anne, enfrenta um dilema difícil: decidir se
contrata uma enfermeira, para ajudá-lo em casa, ou se o interna em uma
instituição de longa permanência, para poder viver ela a própria vida, ao lado do
novo namorado. O texto coloca a plateia na mente de André. A
confusão mental do personagem se mistura com a realidade, desafiando o público
a perceber o mundo sob o ponto de vista de quem sofre perda de memória.
SINOPSE (“O FILHO”)
A peça acompanha Nicolas (ANDREAS
TROTTA), um adolescente de 16 anos, filho de pais separados,
que lida com um profundo processo de depressão e desorientação.
Sentindo-se perdido e sem encontrar sentido na
vida, ele decide deixar a casa da mãe, Ana (MARIA RIBEIRO ou MARIA
FLOR), para ir morar com o pai, Pedro (GABRIEL BRAGA
NUNES).
A tentativa de recomeço e reequilíbrio familiar
revela um sofrimento intenso e camadas complexas de incompreensão.
O espetáculo aborda, com delicadeza e realismo, a
saúde mental na adolescência, os limites da escuta, a responsabilidade dos pais
e o despreparo das famílias modernas diante da depressão.
A peça leva o espectador a mergulhar na teia
complexa das relações familiares, para refletir sobre os mistérios insondáveis
da mente e o imenso desafio em tentar ajudar um jovem a reencontrar sentido na
vida.
As peças de FLORIAN ZELLER costumam formar
um panorama sobre as dores e fraturas nas relações familiares e já foram encenadas em todo o
mundo, em mais de 45 países (“O FILHO” já foi montada em
mais de 20.), sempre com os melhores resultados, vindo o autor a
se tornar um dos dramaturgos contemporâneos mais celebrados no
cenário teatral hodierno. “O Pai”, quando encenada no West
End, em Londres, sob o título de “The Father”,
recebeu uma grande aclamação da crítica especializada e figurou nas listas das melhores
peças do ano. Foi considerada, na época de sua temporada, “a peça nova
mais aclamada da última década” e ganhou vários prêmios e
indicações, em Paris, Londres e Nova York.
Segundo o conceituado jornal britânico “The Times”, “The
Father” é “uma das maiores peças do século”. ZELLER
teve dezenas de indicações aos mais importantes prêmios de TEATRO
e cinema, tendo vencido em várias dessas nomeações. Dirigiu e coescreveu a
adaptação cinematográfica, de 2020, de “O Pai”,
quando ganhou o “Oscar” e o “Bafta” de melhor
roteiro. Com relação à trilogia teatral aqui já citada, os três
espetáculos foram indicados ao “Prêmio Molière”, o mais
importante da França, e o “O Pai” conquistou a cobiçada
estatueta.
FLORIAN ZELLER.
Como sabem todos os que me dão o prazer de ler as
minhas críticas teatrais, só me decido por dedicar algumas horas do meu tempo,
diante de um computador, para tornar públicos os meus comentários técnicos
sobre alguma peça, quando ela me toca, da maneira como me senti, ao assistir a “O
FILHO”, sem dúvida alguma, um dos melhores espetáculos a que assisti
neste ano e nos últimos tempos. Tudo isso aconteceu por conta de um
conjunto de fatores.
Começo minhas considerações pela estupenda
qualidade do texto, uma dramaturgia que se
apresenta com uma arquitetura dramática de fazer inveja. Os temas
presentes no texto, alguns dos quais já explorados em outras obras, de outros
autores, saúde
mental na adolescência, os limites da escuta, a responsabilidade dos pais
e o despreparo das famílias modernas diante da depressão, são da
maior pertinência e merecem ser desenvolvidos com o esmero e a profundidade que
a eles se dedicou o dramaturgo FLORIAN ZELLER. Os personagens são
extremamente bem construídos, com suas idiossincrasias, acertos e defeitos, às
vezes estes expressos por frases, aparentemente, ingênuas, mas que machucam mais
ainda o jovem Nicolas, agravando a sua luta por um viver sadio e
feliz. Vai, aqui, um aplauso para CAROLINA GONZALES, que se incumbiu de
uma ótima tradução dos perfeitos diálogos originais da
peça. Gosto muito da estrutura física do texto, com a
divisão em cenas, mais ou menos, curtas, e bastante dinâmicas. ZELLER
sabe com que intensidade deve pressionar o dedo em feridas abertas e, quiçá, incicatrizáveis.
Sabe traduzir, em palavras e ações, a o interior de cada personagem, o que lhes vai na alma. Trabalha,
profundamente, cada um deles individualmente, para que possam se enfrentar no
conjunto. Desenvolve seu “plot” com a precisão de um destacável
artesão das linhas e tecidos, costurando os dramas e conflitos, uns aos outros,
sem “gorduras” nem omissões. É formidável a surpresa que o autor
nos reserva para o final da trama, que, embora nos pegue desprevenidos, já pode
ser, mais ou menos, imaginada, por conta de indícios que vão surgindo ao longo
da narrativa, dos quais, talvez, a maioria dos espectadores não se dê conta.
A depressão, infelizmente, considerada, por muitas pessoas ignorantes, “frescura”, é um transtorno mental sério, e mais ainda quando se manifesta na adolescência, indo além da tristeza comum e afeta, de forma profunda, o comportamento, o humor e a rotina do jovem. Aquele que é diagnosticado com esse transtorno se apresenta com uma irritabilidade constante, desenvolvendo um comportamento de raiva, mau humor e hostilidade. Afasta-se de amigos, passa tempo excessivo trancado no quarto e evita conversas. Demonstra perda de foco, desinteresse pelo futuro, desesperança, falta de sentido na vida, culpa excessiva e falta de energia para atividades, antes, prazerosas. Nada diferente de como Nicolas age e reage. E pensar que, além de um acompanhamento médico especializado, são muito importantes, para uma desejada cura, a escuta e o acolhimento.
Este texto, talvez, nas mãos de outro
profissional de direção, pudesse se tornar até piegas, já que
traz uma pesada carga dramática, que precisa ser muito bem dosada pelo diretor,
exatamente como se comportou LÉO STEFANINI. Um competente diretor,
sensível, acima de tudo, como LÉO, sabe que, tendo em mãos um texto
da melhor qualidade e um elenco que responde à altura do que lhe
é cobrado, não precisa “inventar a roda”; deve pautar-se na
melhor decodificação possível das intenções do autor; enxergar a melhor maneira
de como cada ator/atriz deve se comportar, quando se veste do seu personagem;
dosar as emoções; e procurar encontrar as melhores marcações no palco. Tudo
isso LÉO STEFANINI demonstra ter seguido, à risca, acabando por
construir um espetáculo primoroso, que prende a atenção do público durante um
pouquinho mais de uma hora, tempo mais que suficiente para que a história seja
contada.
O texto provoca uma reflexão sobre as
relações familiares e os mistérios insondáveis da mente. “A depressão em
adolescentes é tema fundamental, na reflexão sobre nossa sociedade atual. Não
faltam dados que comprovam o aumento exponencial de casos, em todas as classes
sociais, em grande parte dos países do mundo. Não à toa, a peça se tornou uma
febre, sendo montada em todos os continentes. E poder jogar luz sobre o tema é
importante, para impactar o público de maneira única, provocando a reflexão
sobre os caminhos possíveis para a redução de um quadro alarmante”,
explica STEFANINI. O diretor ainda conta que a encenação é
completamente pautada pelo trabalho com os atores. “O público vai
acompanhar um espetáculo em ‘close’, valorizando cada detalhe da trama através
de seus olhares e expressões. Neste sentido, não há ‘pirotecnia’ na cena. O
cenário, a luz e a trilha seguem a sinteticidade proposta pelo texto”,
acrescenta.
Os quatro personagens principais do drama – o
filho, o pai, a mãe e a madrasta - são bem difíceis de serem
interpretados. Esse é meu pensamento. Como já disse, no parágrafo anterior,
qualquer deslize, principalmente por excesso, nesta obra, poderia fazer dela um
“dramalhão mexicano”, que tenho certeza não seria o desejo de seu
autor. Trata-se de um forte drama, não resta a menor dúvida, mas não comporta,
de jeito algum, histrionismo, que, certamente, soaria falso, no conjunto da
obra. O elenco do espetáculo foi preciosamente escalado, cada um
dando o melhor de sua verdade cênica, para que fosse atingido o altíssimo
padrão de qualidade da peça. Reservo meus mais efusivos aplausos para GABRIEL
BRAGA NUNES e ANDREAS TROTTA, pai e filho, respectivamente.
GABRIEL, um reconhecido, e conhecido, ator, por tantos trabalhos já executados, representa Pedro, o pai de Nicolas, que se separa da mãe do adolescente, Ana, deflagrando o cerne da trama, o estopim para a explosão da bomba. Após a separação, Pedro vive uma nova rotina, a que tem direito, com uma segunda companheira, Sofia, com quem tem um filho bebê, Theo. Pedro tenta, empenhadamente, acolher Nicolas e resolver o problema, com conselhos e boa vontade, mas bate nos limites da própria compreensão diante da gravidade da depressão do filho, não conseguindo se livrar de um sentimento de culpa, que não deveria alimentar. Agregue-se a isso a necessidade de dividir suas atenções com Nicolas, a nova esposa e o bebê. O trabalho de GABRIEL BRAGA NUNES é marcante e irretocável, principalmente em certas cenas, de embate direto, “tête-à-tête”, com o filho. Não penso ser exagero dizer que considero seu melhor trabalho nos palcos.
ANDREAS TROTTA é das surpresas mais agradáveis que o TEATRO me reservou nos últimos tempos. O jovem ator, de 23 anos, com rosto e corpo de um “debutante”, incorpora, com total dedicação e talento, seu personagem, de 16 anos, que não enxergamos, no palco, nada além do que ele seria, de verdade, não se tratasse de uma ficção. É emocionante ver e aplaudir o trabalho desse rapaz, que jamais, antes, eu vira em cena, mas que, a partir de agora, espero não perder nenhuma peça de cujo elenco ele faça parte. Seu personagem, Nicolas, é de dificílima composição, um jovem deprimido, entediado e, profundamente, desorientado. Para de frequentar a escola e sente um forte vazio existencial. Ele troca a casa da mãe pela do pai, na tentativa de encontrar rumo, mas sofre com uma dor que os adultos não conseguem alcançar. Graças ao perfeito trabalho do ator, o personagem reage, “comme il faut”, diante de cada situação, de acordo com o que pede a cena, com todos os personagens com os quais contracena. Sua postura corporal e suas máscaras faciais, para expressar seu grau de fragilidade, de quem sempre está na defensiva, merecem todos os meus mais efusivos aplausos Que prazer indescritível nos causa o trabalho de ANDREAS nesta peça!
Não me ocorre se, apenas nesta temporada (Não
sei como foi em São Paulo, de onde a peça partiu, depois de muitas temporadas na capital paulista e apresentações em outras cidades, para aportar no Rio de
Janeiro.), a titular do papel da mãe de Nicolas, Ana,
é interpretado, de 5ª feira a sábado, por MARIA FLOR e, aos
domingos, é MARIA RIBEIRO quem sobe ao palco, fazendo as vezes
de alternante, como aconteceu na sessão em que estive presente.
É, portanto, sobre o trabalho desta que dissertarei. A personagem Ana
é a mãe de Nicolas e ex-esposa de Pedro. Vive exausta
e tomada pela angústia, sob o enorme peso de ter que conviver com um
adolescente deprimido. Ela não sabe mais como lidar com o comportamento do
filho e pede socorro ao ex-marido, para dividir, com ele, o peso da situação. Com
um mínimo de empatia, qualquer espectador pode sentir, por ela, aquele drama,
graças à atuação da atriz. Percebo, nas palavras e comportamentos da
personagem, também, uma parcela de culpa, pelo estado do filho. O autor do
texto, ao final da história, após dois anos de uma ocorrência marcante, define
o destino de três dos personagens principais, menos o de Ana, muito
bem interpretado por MARIA RIBEIRO.
O papel de Sofia,
a segunda esposa de Pedro e, consequentemente, madrasta de Nicolas,
é vivido por BRUNA MIGLIORANZA, cujo trabalho, em TEATRO,
salvo engano, também eu não conhecia e aprovei bastante. É bem interessante a
importância dessa personagem na trama, a maneira como deveria se comportar no
desenrolar da história. Sofia, embora não o seja, não deixa de
parecer ser uma rival de Ana, esta amada pelo filho, e, como não
poderia deixar de ser, não aceita por este. Quando comunicada, pelo marido, que
o adolescente passaria a morar com o casal, a princípio, como era de se esperar,
reage negativamente à ideia, muito natural de se compreender, porém, a
convivência diária com o enteado, a quem também procurava ajudar, fê-la se
sentir útil no processo de recuperação de Nicolas, surgindo um
bom relacionamento entre os dois, embora estivesse sempre cobrando, do marido,
mais atenção ao filho de ambos, Theo. BRUNA se sai muito
bem na pele de sua personagem.
Além desse quarteto, ainda aparecem, quase ao final
da peça, em papéis secundários, também bem executados, com a discrição
necessária, LUCIANO SCHWAB, no papel de um médico psiquiatra,
e MARCIO MARINELLO, como assistente deste.
Praticamente, todas as cenas se passam, ora na casa do pai, ora na
da mãe, mas, por motivos óbvios, visto que as mudanças de cena acontecem
num curtíssimo tempo, o cenário é o mesmo, mas o espectador fica
sabendo em qual ambiente a cena se dará, por meio de uma inscrição, projetada
numa pequenina tela, ao alto do palco, ideia extremamente interessante e
operacional. O cenário é simples – a sala de estar de uma
casa de classe média -, porém bonito e elegante, trabalho de DANIEL DISTZER. YAKINI RODRIGUES desenhou os figurinos bem de acordo com a identidade de cada
personagem. O desenho de
luz, criado por CESAR PIVETTI, se
presta a valorizar todos os elementos dispostos em cena, sejam pessoas, sejam
objetos.
FICHA TÉCNICA:
Texto: Florian Zeller
Tradução: Carolina Gonzales
Direção: Léo Stefanini
Elenco: Maria Flor, Gabriel Braga Nunes, Bruna
Miglioranza, Andreas Trotta, Marcio Marinello e Luciano Schwab (Maria Ribeiro,
aos domingos, alterna com Maria Flor)
Cenografia:
Daniel Distzer
Figurino: Yakini Rodrigues
Desenho de Luz: Cesar
Pivetti.
Trilha Sonora Original: Sérvulo Augusto.
Operação de Luz e Som: Magnus Nicollas
Técnico de Palco: Bruno Caraíba
Camareira: Iara Margarida
Assessoria de Comunicação: Dobbs Scarpa
Fotografia: Ronaldo Gutierrez.
Direção de Produção: Thiago Wenzler.
SERVIÇO:
Temporada: De 13 de agosto a 13 de setembro de 2026.
Local: Teatro Fernanda Montenegro Copacabana
Palace.
Endereço: Avenida Nossa Senhora de Copacabana, nº 261, Copacabana – Rio de Janeiro.
Horário: De 5ª feira a sábado, às 20h; domingo, às
18h.
Valor dos Ingressos: Plateia: R$ 150 (inteira) e R$
75 (meia-entrada); Balcão: R$ 120 (inteira) e R$ 60 (meia-entrada); Frisa: R$
100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada).
Venda dos Ingressos: Pela plataforma SYMPLA (com
cobrança de taxa de serviço) e na bilheteria do Teatro (sem cobrança de taxa de
serviço).
Horário de funcionamento da bilheteria: Atendimento
em dias de espetáculo, a partir das 16h.
Duração: 65 minutos.
Classificação Etária: 16 anos.
Gênero:
Drama.
“O FILHO” não se propõe a
entreter ou divertir; é, isto sim, um espetáculo que funciona como um grito de
alerta para um incomensurável problema, que vem crescendo, assustadoramente, na
sociedade de hoje, em todo o mundo. Sendo assim, a peça desperta a atenção e
preocupação do espectador para um problema universal. RECOMENDO, COM O MAIOR EMPENHO, ESTE ESPETÁCULO.
FOTOS: RONALDO GUTIERREZ.
É preciso ir ao TEATRO,
ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a
arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais.
Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de
melhor no TEATRO.
Nenhum comentário:
Postar um comentário