quinta-feira, 27 de novembro de 2025

 

“AQUELE TREM”

ou

(UMA GRATA E

EMOCIONANTE

SURPRESA.)


 

 



          Vivo repetindo que é ótimo ir ao Teatro com grandes expectativas e voltar dele pleno de satisfação, depois de tê-las comprovado ou, até mesmo, quando superam o que esperávamos; no entanto mais gratificante é quando elas não são robustas e o resultado supera, e, às vezes, em muito, as nossas expectações, como se deu na noite de ontem (26/11/2025), no Teatro Poeirinha. Falo de um belo solo, “AQUELE TREM”, espetáculo que faz parte de uma mostra, uma ocupação, com origem em São Paulo, onde foi sucesso em algumas temporadas, chamada “ANÔNIMAS”, que reúne, além desta peça, mais duas: “Inventário” e “Criatura, Uma Autópsia”, às quais ainda assistirei.



 

SINOPSE:

Uma menina, criada no interior das Minas Gerais, que, entre jogo de amarelinha, briga de galo e beijo roubado, vê sua meninice ser surrupiada.

Agora, esse corpo crescido manifesta toda a perturbação familiar, os abusos e abandonos que a memória, por sobrevivência, tentava esconder e que agora vêm à tona.

 

 


 

         Antes de mais nada, congratulo DENISE DIETRICH por sua coragem em se despir de sua real persona e dividir, com os espectadores, as memórias de um passado, o qual ela, e nenhuma outra mulher, deveria ter vivido, à parte as brincadeiras e a ingenuidade da infância.



       O que ela nos conta é comum a tantas outras meninas, que nunca quiseram ou tiveram a oportunidade de exorcizar seus demônios, como ela o faz. Uma bombástica declaração da intérprete e autora do texto, extraída do excelente “release” que me foi enviado pela assessoria de imprensa (STELLA STEPHANY), “Quando surgiu a hashtag ‘#meuprimeiroassedio’, em 2015, li vários relatos, alguns de amigas bem próximas, que nunca tinham confidenciado algo parecido antes. Fiz força para lembrar se tinha acontecido comigo também. E resgatei muitas coisas, inclusive uma boca molhada, cheirando a cachaça, que me beijou quando tinha 6 anos. Percebi aí que o racional escondia algumas lembranças como forma de sobrevivência. Mas que no corpo, em algum lugarzinho, estava marcado. Meu corpo reverberava o que a memória camuflava. E foi também por sobrevivência que revirei meu porão.”.



         O que nos é dado ver é um espetáculo autobiográfico e documental, que nos surpreende com um olhar da atriz sobre a própria história pessoal, da menina criada no interior das Gerais, sobrinha-neta da grande estrela internacional de cinema Marlene Dietrich, que parece ser apenas um mero detalhe na peça, porém é de imensa importância.



 DENISE, desde muito jovenzinha, manifestava seu desejo de ser uma atriz, ainda sem saber bem o que fosse aquilo e de seu parentesco com a consagrada estrela do cinema norte-americano. Embora tal ligação parental fosse motivo de orgulho para a família, ela passou a vida ouvindo que sua escolha profissional a igualava a uma prostituta (Sempre é tempo de nos lembrarmos de que, no passado, as atrizes eram “registradas” com a mesma carteirinha atribuída às chamadas “mulheres de vida fácil”).



          É confortável e confortante saber que a atriz conseguiu superar todos os traumas do seu conturbado passado, a partir do momento em que percebeu quão libertária e poderosa foi aquela sua famosa antepassada, responsável por DENISE atingir a sua determinação, pela qual o espectador agradece e festeja.   



         Quem é “rato-de-TEATRO”, como eu, sente, no ar, ao primeiro contato com o espetáculo, se valeu a pena o deslocamento até o Teatro. A pessoa percebe, no ar que respira, uma energia positiva; dá-se conta de que algo de bom está por vir. Foi assim que me senti ontem, sendo o primeiro a adentrar o auditório e me instalar na primeira fila do Poeirinha. Isso porque, com um vasto e gostoso sorriso, a atriz recebe o público, oferecendo-nos uma dose de uma gostosa cachacinha mineira, que até repeti (Não sou alcoólatra! Momento descontração.). Ali, começa o elo que nos une. Isso ao som, ao fundo, de uma versão da canção “Aline”, originalmente interpretada por Christophe, cantor e compositor francês que marcou a juventude deste crítico e a quem conheci, pessoalmente, numa sua visita a São Paulo, há mais de 50 anos



         Durante esse prólogo, trava-se um delicioso bate-papo, bem informal, entre a atriz e os espectadores, e vai sendo construída uma saudável intimidade e aproximação entre palco e plateia. Passado esse “pontapé inicial”, seguem-se – não me lembro de quantas – as distintas partes do solo, o qual prende, totalmente, a atenção das pessoas, durante os 80 minutos de duração da peça, tempo esse que flui muito naturalmente e nos deixa, ao final, com aquele “gostinho de quero mais”.



        O texto de DENISE, mesmo quando alude a passagens tristes, e tão indesejáveis, é claro e leve. Em momento nenhum, notamos a ideia de vitimização, visto que a atriz consegue se sobrepor a tudo, até mesmo a rir um pouco de suas situações mais embaraçosas, mesmo à custa de sofrimento, como quem se fez valer da psicoterapia para seu autoconhecimento. E como é gostoso ouvir aquele texto, cheio de expressões do “mineirês”, naquela voz agradável, marcada pelo inconfundível sotaque do “mineiro raiz”. Não conhecia a atriz nem seu trabalho, mas agradeço aos “Deuses do TEATRO”, pela oportunidade de poder considerá-la, a partir de ontem, uma excelente profissional das tábuas. 



Os elementos de criação, como cenografia, figurino e iluminação, por exemplo, ajudam na minha classificação positiva do espetáculo (Ver FICHA TÉCNICA.), bem como me agradou, sobremaneira, a pressão do dedo de ERICA MONTANHEIRO, à frente de uma direção precisa e bastante inventiva.


 



FICHA TÉCNICA:

Dramaturgia: Denise Dietrich

Direção: Erica Montanheiro

Assistência de Direção: Ana Elisa Mattos

 

Atuação: Denise Dietrich

 

Direção de Movimento: Bruna Longo

Cenografia e Arte: Kleber Montanheiro

Desenho de Luz: Gabriele Souza

Figurino: Erica Montanheiro

Iluminação: (Não divulgado)

Trilha Sonora: Erica Montanheiro

Diretora Audiovisual: Julia Rufino

Caracterização Vídeo Marlene: Beto França

“Design” Gráfico: Kleber Montanheiro

“Videomapping”: Rafael Marreiros

Costureira Roupa de Cima: Zenilda Bezerra

Cenotécnico: Evas Carretero

Assessoria de Imprensa: JS PONTES (João Pontes e Stella Stephany)

Fotos: Danilo Apoena


 





 

FICHA TÉCNICA DA “MOSTRA ANÔNIMAS”:

Idealização: Bruna Longo, Denise Dietrich e Erica Montanheiro

Produtor Associado e Direção Técnica da Mostra: Flávio Tolezani

Consultoria Cenotécnica da Ocupação: Kleber Montanheiro 

Artes Gráficas: Kleber Montanheiro e Patrícia Cividanes

Fotos: Danilo Apoena, Kim Leekyung e Marcelle Cerutti 

Operador de Luz: Bruno Aragão

Operador de Som e Vídeo / “Videomapping”: Rafael Marreiros

Direção de Produção: Erica Montanheiro

Produção Executiva: Bruna Longo e Denise Dietrich

“Marketing” Digital: Lead Performance

Realização Lolita & La Grange Produções Artísticas, Teatro Volátil Produções Artísticas e Cia. desaFRONTe

Apoio: Antro Positivo


 


 


         “O solo propõe um pacto documental, ao convidar o público a tornar-se cúmplice dessa narrativa”. E não há quem consiga se livrar, mesmo que conscientemente, dessa “cumplicidade”, graças ao conjunto da obra, que faz parte de um projeto que joga luz sobre o silenciamento histórico de artistas mulheres”.  

 


 

FICHA TÉCNICA DO PROJETO/MOSTRA/OCUPAÇÃO “ANÔNIMAS”:

Idealização: Bruna Longo, Denise Dietrich e Erica Montanheiro

Produtor Associado e Direção Técnica da Mostra: Flávio Tolezani

Consultoria Cenotécnica da Ocupação: Kleber Montanheiro

Artes Gráficas: Kleber Montanheiro e Patrícia Cividanes

Fotos: Danilo Apoena, Kim Leekyung e Marcelle Cerutti

Operador de Luz: Bruno Aragão

Operador de Som e Vídeo / Videomapping: Rafael Marreiros

Direção de Produção: Erica Montanheiro

Produção Executiva: Bruna Longo e Denise Dietrich

Marketing Digital: Lead Performance

Realização Lolita & La Grange Produções Artísticas, Teatro Volátil Produções Artísticas e Cia. desaFRONTe

Apoio: Antro Positivo

Assessoria de Imprensa: JSPontes Comunicação – João Pontes e Stella Stephany




 

 


SERVIÇO ("AQUELE TREM"):

Temporada: De 06 de novembro até 17 de dezembro de 2025.

Local: Teatro Poeirinha.

Endereço: Rua São João Batista, nº 104 – Botafogo – Rio de Janeiro.

Telefone: (21) 2537-8053.

Dias e Horários: às terças e quartas-feiras, às 20h.

Valor dos Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada).

Vendas: www.sympla.com.br ou na bilheteria do Teatro Poeira, de 3ª feira a sábado, das 15h às 20h, e domingo, das 15h às 19h.

Capacidade: 50 lugares.

Duração: 80 minutos.

Classificação Etária: 12 anos.

Acessibilidade: SIM.

Gênero: Monólogo Dramático.


 



         Deixei o Teatro Poeirinha tomado de muita alegria e emoção, arrependido por não ter esperado a atriz e ter dito a ela o quanto admirei o espetáculo e o seu trabalho, e com uma canção na cabeça, o que, sem querer dar nenhum “spoiler”, será entendido por quantos aceitarem a minha RECOMENDAÇÃO DO ESPETÁCULO. Trata-se de “Naquele Trem”, uma belíssima composição, tão linda quanto a peça, de três gênios da MPB, Ronaldo Bastos, João Donato e Caetano Veloso, na singela interpretação de Adriana Calcanhoto. Como fui ao Teatro utilizando carros de aplicativo, não pude ouvir no meu carro tive que esperar chegar à minha casa, para ter acesso à canção, primeira coisa que fiz:

 

“NAQUELA ESTAÇÃO”

Você entrou no trem,
E eu na estação
Vendo um céu fugir.
Também não dava mais
Para tentar
Lhe convencer
A não partir...

E, agora, tudo bem...
Você partiu
Para ver outras paisagens.
E o meu coração, embora
Finja fazer mil viagens,
Fica batendo, parado
Naquela estação...

 

 


 


         Dispensável é dizer que RECOMENDO O ESPETÁCULO!!!

 

 



FOTOS: DANILO APOENA.

 

 

É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO BRASILEIRO!

 

 

 

 














 














 




































































terça-feira, 25 de novembro de 2025

 

“O PEQUENO

CIENTISTA PRETO”

ou

(UMA BOA IDEIA

QUE DEU CERTO.)

 


         Um bom espetáculo de TEATRO, seja para adultos, seja para crianças, só pode dar certo na dependência de muitos fatores combinados, mas é certo que o embrião de tudo é sempre uma boa ideia, o que não quer dizer que toda boa ideia tenha que desaguar numa produção de qualidade. É muito triste, infelizmente, ver, às vezes, uma ótima proposta resultar numa produção teatral duvidosa, por quaisquer e mais variados que sejam os motivos. Por outro lado, é para nos regozijarmos bastante, quando encontramos uma inspiração tão interessante quanto necessária ganhar forma num palco, como ocorre com o espetáculo infantil “O PEQUENO CIENTISTA PRETO”, já em final de temporada no Teatro 1 do SESC Tijuca.

 

 


 

 

SINOPSE:

Foi brincando no quintal de sua Avó Zilda, em meio a muitas plantas e ervas, que Zuni (uma corruptela da palavra “Junior”) (JUNIOR DANTAS), um menino muito curioso, passou a sonhar em ser cientista.

Observando a senhora colher folhas, para preparar banhos, chás, temperos e fazer vários experimentos, o personagem a vê como uma grande cientista, com quem aprende o poder das ervas e das plantas medicinais.

Acompanhado de Kito, seu amigo imaginário, Zuni resolve viajar em sua máquina do tempo e, nessa trajetória, encontra cientistas negros brasileiros.


 



 

Assim vai se desenvolvendo a história do espetáculo inédito “O PEQUENO CIENTISTA PRETO”, solo escrito e interpretado por JUNIOR DANTAS, com direção de DÉBORA LAMM, com uma FICHA TÉCNICA composta por conceituados artistas de criação.




         Por que este espetáculo deu certo? Em primeiro lugar, pela dupla intenção do idealizador do projeto, autor do texto e, também, o intérprete do único personagem vivo no palco, o pequeno Zuni: resgatar e difundir o poder e utilidade das plantas, trazendo à tona a "sabença" dos ancestrais, e homenagear veneráveis cientistas negros que, num país de memória curta, correm o risco de cair no apagamento, o que jamais poderá acontecer.




      Num mundo moderno, regido pela Ciência, que sempre deve ser respeitada e acatada, estruturado por uma tecnologia avançada e imerso na parafernália digital, é preciso que se chame a atenção para a sabedoria ancestral milenar, ainda que não totalmente esquecida, a qual se fixa muito no poder das plantas, seja para curar, seja para proporcionar outros benefícios e prazeres.




Numa linda homenagem a seus ancestrais, JUNIOR DANTAS escolheu a figura de uma avó, negra, Avó Zilda, sua própria avozinha paterna, e mergulha nas suas reais vivências de uma criança do interior do nordeste, que passou sua infância entre a rua e o quintal da idosa, aprendendo, com uma pessoa mais velha, como se beneficiar das plantas, pessoa essa, provavelmente, iletrada, mas cheia de saberes, adquiridos na “escola da vida”. O menino se admirava de como a Avó Zilda conhecia e sabia tudo sobre ervas, “as que servem para banhos, chás, para benzer, para cuidar do cabelo, para curar machucado, para aliviar resfriado...”. Estamos diante valorização do saber popular, que não pode ser varrido para debaixo do tapete.




  Só isso já bastaria como um excelente aval para esta peça, mas, de forma muito inteligente, o autor do texto ainda encontra um ótimo gancho para homenagear pessoas de notório saber, que, cada uma em sua área, tiveram, ou ainda têm, seu nome projetado na galeria dos notáveis brasileiros, sendo todos negros, o que é muito bom. São mencionados e homenageados Sônia Guimarães, Jaqueline Góes, Rosemary dos Santos Isaías, Mílton Santos, Maria Beatriz Nascimento, Antônio Bispo dos Santos e Conceição Evaristo.




O menino, que, como tantos outros, sonhava em se tornar um grande cientista (Quem não, quando criança?!), enxergava, naquela sábia avó, uma inventora de coisas fantásticas. Como ela poderia descobrir que tais plantas tinham este ou aquele poder, quando administradas a pessoas, como ele, sem falar nas rezas, como benzedeira? Assim, era como se ela também fosse uma cientista.



    

         Este é o quarto solo de JUNIOR DANTAS voltado para a infância e faz parte de uma trilogia, iniciada com a peça “O Pequeno Príncipe Preto”, seguida de “O Pequeno Herói Preto”, todos com excelentes resultados. Aqui, o multiartista mistura linguagens em cena, para contar a história de Zuni, a partir de suas próprias vivências e experiências durante sua infância, além, é claro, de suas observações ao seu redor, no mundo em que vivemos. O ator, que também se destaca em produções para os adultos, descobriu um ótimo filão para homenagear e valorizar a sua raça, ao mesmo tempo que conseguiu, com seu talento e carisma, conquistar o público infantil.




          Formada pela escola de TEATRO do Teatro Tablado, referência maior em TEATRO Infantil, no Rio de Janeiro, e uma das mais importantes do Brasil, DEBORA LAMM conhece todos os macetes e as manhas para a direção de um espetáculo voltado para os pequenos e aplica toda a sua vasta experiência na área nesta montagem, com excelentes soluções de marcação, contando com a colaboração de ótimos profissionais de criação, como CACHALOTE MATTOS, responsável pela simples cenografia, que atende, plenamente, às necessidades da montagem; CARLA COSTA, assinando um curioso e alegre figurino; e BRISA LIMA, criadora uma bela iluminação.


DEBORA LAMM e JUNIOR DANTAS.


     Fazem parte, ainda, da rica FICHA TÉCNICA, DENISE STUTZ, na assistência de direção e na direção de movimento; MUATO, na composição das canções originais e na direção musical; CÁTIA COSTA, na preparação corporal; e DANTE, o consagrado bonequeiro, responsável pela fascinante boneca da Vovó Zilda. Enriquecem também a peça as participações, em “off”, do pequeno TOMÉ PISMEL VERLINGS, que faz a voz de Kito; DAMIANA INÊS, a da Vovó Zilda; e CONCEIÇÃO EVARISTO, a de um Cientista.    

 

 




FICHA TÉCNICA:

Idealização: Junior Dantas

Obra Original e Texto: Junior Dantas

Direção: Debora Lamm

Diretora Assistente e Direção de Movimento: Denise Stutz

 

Atuação: Junior Dantas

 

Cenário: Cachalote Mattos

Figurino: Carla Costa

Iluminação: Brisa Lima

Composições Originais e Direção Musical: Muato

Consultoria de Texto: Kiusam Oliveira

Preparação Corporal: Cátia Costa

Bonequeiro: Dante

Voz do Kito: Tomé Pismel Verlings

Voz da Vovó Zilda: Damiana Inês

Voz Cientista: Conceição Evaristo

Programação Visual: Hannah23

Técnica e Operadora de Luz: Jessica Catharine

Técnica e Operadora de Som: Raquel Brandi e Mar Zenin

Assessoria de Imprensa: Marrom Glacê – Gisele Machado e Bruno Morais

Fotos: Rodrigo Menezes

Mídias Sociais: Rodrigo Menezes e Junior Dantas

Intérpretes Culturais de Libras: Jhonatas Narciso e Lorraine Mayer

Fotografia, Direção de Vídeo e Edição: Rodrigo Menezes

Desenho de Som: Raquel Brandi

Assistente de Produção: Alisson Rocha

Produtor Executivo: Leandro Melquiades

Direção de Produção: Damiana Inês

Produção: Bloco Pi Produções


 


 




SERVIÇO:

Temporada: De 01 a 30 de novembro de 2025.

Local: Sesc Tijuca - Teatro 1.

Endereço: Rua Barão de Mesquita, nº 539 - Tijuca - Rio de Janeiro.

Dias e Horários: Sábados e domingos às 16h; 6ªs feiras (07, 14 e 28/11), às 11h e 15h (sessões extras para escolas e instituições).

Valor dos Ingressos: R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia-entrada, para casos previstos por lei, estendida a professores e classe artística, mediante apresentação de registro profissional, convênio e programa Mesa Brasil); R$ 5 (associados Sesc); Gratuito (público PCG).

Bilheteria - Horário de funcionamento: De 3ª feira a 6ª feira, das 7h às 19h30min; sábados, das 9h às 19h;

Domingos, das 9h às 18h.

Classificação Indicativa: Livre.

Duração: 45 minutos.

Gênero: TEATRO Infantil.


 



 

         O TEATRO infantil e, também, o infantojuvenil, entre nós, normalmente erram mais do que acertam, o que é uma grande pena, com produções para lá de “equivocadas” (Contém eufemismo.). Dessa forma, é para ser muito festejada a encenação de um ótimo espetáculo como “O PEQUENO CIENTISTA PRETO”, que eu, naturalmente, RECOMENDO.

 

 

 

 

FOTOS: RODRIGO MENEZES.



 GALERIA PARTICULAR:



 

 

É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO BRASILEIRO!