quarta-feira, 18 de março de 2026

“8º PRÊMIO

DO HUMOR – RJ”

 



(Crédito: Roberto Filho.)


         Tive o privilégio, a alegria e o prazer de ter sido convidado, mais uma vez, para a festa de premiação do “8º PRÊMIO DO HUMOR – RIO”, anteontem (16 de março de 2026), no Teatro TotalEnergies, em todas as suas dependências. Foi uma noite que ficará marcada, na minha mente, como um grande encontro da alegria e da amizade. E do grande reconhecimento aos profissionais do HUMOR. Muitos amigos presentes, numa salutar confraternização. Com um grande amante e incentivador das boas COMÉDIAS, prezo e valorizo muito essa premiação, criada pelo ator e humorista FABIO PORCHAT, visando a incentivar e qualificar, constantemente, os profissionais e projetos relacionados à COMÉDIA, além de resgatar e divulgar a memória do gênero no Brasil.


       Infelizmente, neste país, por total ignorância e preconceito, de uma forma geral, a COMÉDIA é relegada a um patamar que, absolutamente, não lhe cabe, de inferioridade, em relação a outros gêneros teatrais. Muito ao contrário do que pensam os leigos, a COMÉDIA é um gênero primoroso, de dificílima concepção e realização, apesar de, por infelicidade, muitos produtores se envolverem em montagens de “gosto muito duvidoso”, para usar um eufemismo. Mas uma boa COMÉDIA tem lá o seu grande valor. Se tem!!!



            O evento foi dividido em três momentos: Recepção, com um coquetel de boas-vindas, no “foyeur” do Teatro, seguido da solenidade de anúncio dos indicados e premiação aos vencedores; finalmente, a festa, propriamente dita.



   O “PRÊMIO” abraça 5 categorias, a saber: “Melhor Texto”, “Melhor Direção”, “Melhor ‘Performance’”, “Melhor Espetáculo” e “Prêmio Especial”. Com relação ao Texto, os indicados foram: Cecilia Ripoll, por “Como nos Livros”; Gregório Duvivier e Luciana Paes, por “O Céu da Língua”; Gustavo Vilela, por “O Dinossauro de Plástico”; Thiago Bomilcar Braga, por “Édipo, de Novo?”; e Thiago Marinho, por “O Formigueiro”. Sagraram-se vencedores Gregório e Luciana, aquele representado por sua mãe, Olívia Byngton, acompanhada por Fernando Padilha, produtor do espetáculo, e Luciana Paes, pelo fato de Greg estar em turnê de grande sucesso, na Europa, com abertura de sessões extras, exatamente com “O Céu da Língua”. O troféu foi entregue por Hélio de Lá Peña.



Na categoria Direção, as indicações foram para Caio Riscado, por “Imbróglia”; Debora Lamm, por “Toda Donzela Tem um Pai que É Uma Fera”; Luciana Paes, por “O Céu da Língua”; Rohan Baruck, por “Maldita”; e Thiago Bomilcar Braga, por “Édipo, de Novo?”. O prêmio foi para Debora Lamm, entregue por Cacá Mourthé.



   “Performance” teve como indicados: Bruce Gomlevsky, por “Toda Donzela Tem um Pai que É Uma Fera”; Bruna Guerin, por “Canções que eu Guardei pra Você”; Carmen Frenzel, por “Você Ri de Quê?”; Goos Meeuwsen, por “Como um Palhaço – Like a Clown”; Gregório Duvivier, por “O Céu da Língua”; Gustavo Mendes, por “A Manhã Seguinte”; Heloisa Périssé, por “Avesso do Avesso”Rodrigo Fagundes, por “O Formigueiro”; e Suzy Brasil, por “Uma Noite Horripilante”. Rodrigo Fagundes foi o premiado, tendo recebido seu troféu das mãos de Bruno Mazzeo.



            Para a escolha do “Melhor Espetáculo”, estavam concorrendo “O Céu da Língua”; “Como um Palhaço – Like a Clown”; “Édipo, de Novo?”; “Imbróglia”; e “Toda Donzela Tem um Pai que É Uma Fera”. Mais uma vez premiado, a láurea coube a “O Céu da Língua”. Ao seu produtor, Fernando Padilha, entregou o prêmio Zezé Polessa.




            Finalmente, a última premiação, o “Prêmio Especial”, tendo como indicados: Bel FlaksmanJuliana Brisson e Laura de Castro, pela atuação conjunta e construção colaborativa da dramaturgia em “Imbróglia”; Elenco de “Maldita”, pela atuação conjunta no espetáculo; Julio Adrião, pela curadoria do projeto “Três Histórias que Mudaram a História”; Pedro Nêgo, pela direção musical de “Toda Donzela Tem um Pai que É uma Fera”; e Rafael Raposo e Christina Streva, pelo projeto do “Cabaré do Gláucio”. Este último sagrou-se vencedor, e o prêmio foi entregue por Érico Braz



          Formaram o júri deste “8º PRÊMIO DO HUMOR – RJ”: Alice Borges, atriz e diretora; Éber Inácio, ator, diretor e dramaturgo; Rafael Teixeira, jornalista; e Josie Antello, atriz.



            Em seguida, deu-se uma merecida homenagem a MARCO NANINI. Sim, o “PRÊMIO DO HUMOR”, a cada ano, homenageia um dos grandes nomes da COMÉDIA brasileira, e NANINI foi o desta edição. PORCHAT, organizador e apresentador do evento, chamou, ao palco, Marcelo Adnet e Luis Lobianco, para que homenageassem a grande personalidade. O ator foi aplaudido de pé e lembrado pela plateia, por sua vitoriosa trajetória em várias mídias, como o TEATRO, a televisão e o cinema. Na ocasião, assim se pronunciou FABIO PORCHAT: “É uma felicidade ver o prêmio chegar ao oitavo ano com força, potência e respeitado pela classe. Isso só me motiva a fazer cada vez mais. Homenagear MARCO NANINI foi, praticamente, realizar um sonho de infância. É um cara que eu cresci assistindo e que sempre me inspirou”.







         Agradeço a Tânia Barbato, que faz parte da equipe de assessoria de imprensa de FABIO PORCHAT, pelo suporte que me deu com um “release” do evento. Já estamos nos preparando para a próxima edição; espero que com um novo patrocínio, visto que o “PRÊMIO” perdeu o que tinha e FABIO não interrompeu a sequência de edições, bancando tudo com recursos próprios, contando com algumas parcerias, de gente que acredita no seu projeto.

 

 



FOTOS: GILBERTO BARTHOLO



GALERIA PARTICULAR

(Fotos: Ana Cláudia Matos.)



Com Fábio Porchat.



Com Rodrigo Fagundes.



Com Debora Lamm.



Com um Arlequim e um Pierrô.



Com Luciana Paes.




Com Fernando Padilha.







É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO BRASILEIRO!































































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