domingo, 21 de julho de 2019



MULHERES
DE

SHAKESPEARE
(TUDO COMEÇA NUMA 
BOA IDEIA.
ou
O LADO “B” DE SHAKESPEARE?)






            É TEATRO, que se fala? Então, é preciso começar por uma boa ideia. Depois, que essa boa ideia se concretize, na forma de um bom texto. E depois? Um bom diretor deve tomar as rédeas, se querem montar esse texto. E a próxima etapa? Escalar um bom elenco e procurar quem, de talento, se associe ao projeto, para a criação e execução da parte técnica. Assim, chegamos a um bom espetáculo teatral? Nem sempre, infelizmente, porque outros fatores podem ser mais fortes e lutar contra as melhores intenções. Os DEUSES DO TEATRO têm lá a sua força, mas seu poder, infelizmente, é limitado. Não é, porém, o caso de “MULHERES DE SHAKESPEARE”, uma gratíssima surpresa, para mim, deste início de segundo semestre teatral no Rio de Janeiro. Mas surpresa por quê? Vamos lá!






            Falar (em ou de) e fazer Shakespeare é sempre um grande desafio e não é para os fracos. Meio milênio de Shakespeare merece todo o nosso respeito. Já vi verdadeiras obras-primas e tristíssimos e inesquecíveis desastres em montagens de peças do bardo inglês, ou que falavam dele. Isso já basta para me deixar de orelha em pé, quando me convidam para assistir a algo a que seu nome esteja ligado. Em contrapartida, saber que alguém, THELMA GUEDES, teve uma boa ideia, baseada numa profunda e criteriosa pesquisa de ANA GUASQUE, a de escrever um texto baseado nas personagens femininas do consagrado dramaturgo, sabendo-se do talento de THELMA, já é sinal de “vem coisa boa por aí”.




            Conhecer o trabalho das duas atrizes que formam o elenco, ANA GUASQUE e SUZY RÊGO, ambas de grande gabarito, também colabora para que a vontade de ir ao Teatro aumente, mesmo sem conhecer o trabalho do diretor, o inglês LUKE DIXON (Prazer, Mr. DIXON!) e não ter tido a oportunidade de conhecer, previamente, a ficha técnica, o que, aliás, pouco adiantaria, uma vez que são, quase todos, profissionais que trabalham em São Paulo, onde conheço muito menos gente de TEATRO do que no Rio, por aqui morar. Sendo assim, minha expectativa era boa, como quase sempre, mas foi superada. Foi, portanto, uma grata surpresa.




            Infelizmente, por total falta de tempo, a minha proposta, ao escrever esta crítica, é atender ao meu desejo de enaltecer um bom trabalho, em TEATRO, esperando, despretensiosamente, poder contribuir para a sua divulgação, sem, contudo, me estender nos comentários e me aprofundar nos detalhes, como de praxe, fixando-me, somente, no básico e naquilo que mais me chamou a atenção nesta montagem, que não foi pouco.       









SINOPSE:

Duas atrizes se encontram, em um Teatro, para uma reunião de elenco, convidadas que foram, por um diretor, por telefone, para a encenação de “uma peça de Shakespeare”, que elas não sabem qual será, quando são surpreendidas por um temporal.

Enquanto esperam pelo diretor e o restante da equipe, que não conseguem vencer a forte chuva e não chegam, deparam-se com as mulheres de Shakespeare, memórias femininas, que perpassam os séculos. E esse encontro faz com que se voltem para si mesmas, revendo e questionando os próprios conflitos.

A peça reúne as personagens femininas de Shakespeare em um mosaico multifacetado e leve, alternando momentos dramáticos com humor, com textos que transitam entre a transgressão, a submissão, a ambição e o amor.

Mulheres decididas e autoconfiantes, mulheres submissas, castas, doces, apaixonadas, ousadas, enigmáticas, loucas, santas, trágicas, cômicas, únicas compõem esse painel colorido e cuidadosamente selecionado.









Pois bem! Não só é boa a ideia como THELMA GUEDES escreveu um ótimo texto, inteligente, acessível a qualquer nível de público, alternando, na dose certa, escrita própria e passagens de cenas das peças de Shakespeare, o drama e o humor, este mais por conta da personagem de SUZY, aliás completamente diferente da que é representada por ANA.




Shakespeare e o “pai” de uma extensa e riquíssima galeria de personagens, com destaque para os masculinos. Sempre que nos reportamos ao nome do grande mestre da dramaturgia universal, vêm, à nossa cabeça, os nomes de heróis e vilões, como Romeu, Mercúcio, Hamlet, Macbeth, Ricardo III, Iago, Cláudio, Otelo, Petrúquio, Rei Lear... E onde ficam as mulheres? Qual a sua importância nas tramas escritas por ele? São personagens importantíssimas, ricas, para a estruturação das tramas. Algumas são heroínas, frágeis, coração puro e ingênuo; outras, mulheres fortes, perspicazes, traidoras, astuciosas, gananciosas... Algumas delas estão presentes, no texto de “MULHERES DE SHAKESPEARE”, chamando-nos a atenção para muitos detalhes que, até então, talvez, não tivéssemos, ainda, a oportunidade de perceber nas peças. São articuladoras ou articuladas, agentes e pacientes. É a elas que chamo de “lado B”.




Como já foi dito, por direito e merecimento, repito que esta montagem foi baseada numa extensa pesquisa, realizada pela atriz e bailarina ANA GUASQUE, sobre as figuras femininas na obra de William Shakespeare (1564-1616). Segundo o “release”, enviado por JULYANA CALDAS (JC ASSESSORIA DE IMPRENSA), “A encenação surgiu da necessidade de dar voz a essas personagens, criadas há cinco séculos, uma época em que as mulheres não possuíam espaço na sociedade e sequer podiam subir ao palco – elas eram interpretadas por homens mais jovens, que possuíam a voz mais aguda” (Aconselho, a quem não viu, que assistam ao filme “Shakespeare Apaixonado”, uma película britano-estadunidense, de 1988.)




Como não tenho condições de me estender, nos comentários, e para estimular os que me leem a ir ao Teatro Fashion Mall – Sala 2, na última semana da temporada carioca, depois de muito sucesso, de público e de crítica, alcançado em São Paulo, devo acrescentar, com relação ao texto, apenas, que é gostoso de se ouvir e prende a atenção do espectador durante todo o tempo de duração do espetáculo. É preciso nos “ganchos”, para que uma personagem feminina dê passagem a outras, num desfile de boas interpretações das duas atrizes.




ANA e SUZY, como as personagens atrizes, são as “MULHERES DE SHAKESPEARE”, não se conheciam e não têm seus nomes revelados, durante a peça. Na cena final, frustradas, por não ter havido o esperado ensaio, porém, por outro lado, felizes por terem exercitado seus talentos e tido a oportunidade de discutir a importância daquelas personagens nas histórias e nas suas vidas pessoais, elas se apresentam, mutuamente, antes da saída, quando pretendem dividir um carro de aplicativo, de volta às suas casa e vidas pessoais, de uma forma que me impede a revelação, para evitar um “spoliler”. O segredo deve ser conservado e constatado pelos que forem assistir à peça.




As duas personagens, “pessoas físicas”, são bem diferentes. A de SUZY é experiente, com trinta anos de profissão, espirituosa, um pouco sarcástica, sim, mas reveladora, principalmente na parte final da peça, de uma índole boa, até com um certo instinto maternal, com relação à personagem de ANA, uma jovem atriz, cheia de sonhos e esperanças, disposta a enfrentar todos os sacrifícios e obstáculos pela profissão. Um belo jogo dramático, muito bem representado pelas duas atrizes.




Agradaram-me muito o trabalho de direção, do inglês LUKE DIXON, que teve como assistente, KYRA PISCITELLI, assim como os elementos técnicos: o cenário, modesto, criativo e adequado, de AUGUSTO VIEIRA; o conjunto do figurino, assinado por SILVANA CARVALHO; a iluminação, precisa, de MÁRIO DE CASTRO; a agradável direção musical, adequada às cenas, sempre que a música é requisitada, a cargo de SÉRVULO AUGUSTO; e o pouco de coreografia, que há na peça, de ANA GUASQUE, que também tem formação nessa área.   









FICHA TÉCNICA:

Texto: Thelma Guedes
Direção: Luke Dixon
Assistente de Direção: Kyra Piscitelli

Elenco: Ana Guasque e Suzy Rêgo

Cenógrafo: Augusto Vieira
Figurinista: Silvana Carvalho
Assistente de Figurino e Aderecista: Alex Leandro
Iluminador: Mário de Castro
Direção Musical: Sérvulo Augusto
Coreografias: Ana Guasque
Visagista: Rocla Lala
Fotógrafos: Ary Brandi e Lu Gebara
Coordenação de Projeto: Ana Guasque
Assistente de Produção: Isadora Mazon, Malu Guasque, Denise Rossi
Arte Gráfica: Gabriela Cima
Conteúdo Pedagógico para Formação de Plateias: Kyra Piscitelli
Monitoria de Formação de Plateias: Kyra Piscitelli
Tradução e Produção Material em Braille: Bruna Schatschineider e AB Consultoria em Inclusão e Acessibilidade
Edição de Vídeos: Fabiano Colatto e Maurício Schenato
Produção Audiovisual: MSDrops Locução Vídeos
Rádio: Sérvulo Augusto Marketing Digital
Redes Sociais: Byah De Ferrante
Assessoria de Imprensa: JC Assessoria de Imprensa -  Julyana Caldas
Contabilidade: Suprema Associados
Assessoria Jurídica: Marise Gomes Siqueira
Idealização e Realização: Ana Guasque Artes & Entretenimentos
Patrocínio: Lojas Renner










SERVIÇO:

Temporada: De 06 a 28 de julho de 2019.
Local: Teatro Fashion Mall – Sala 2.
Endereço: Estrada da Gávea, 899 - Loja 97 - São Conrado, Rio de Janeiro – RJ.
Telefone: (21) 2422-9800.
Dias e Horários: Às 6ªs feira e aos sábados, às 21h; aos domingos, às 19h.
Valor dos Ingressos: 6ª feira e domingo: 60,00 (inteira), 30,00 (meia entrada); sábado: 70,00 (inteira), 35,00 (meia entrada).
Vendas pela Ingresso Rápido.
Classificação Etária: 12 anos.
Duração: 80 minutos.
Gênero: Comédia.




            


            É com alegria que recomendo este espetáculo, na certeza de que os que aceitarem a minha recomendação não se arrependerão.


E VAMOS AO TEATRO!!!

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RESISTAMOS!!!
COMPARTILHEM ESTE TEXTO, 
PARA QUE, JUNTOS, POSSAMOS DIVULGAR
O QUE HÁ DE MELHOR NO
TEATRO BRASILEIRO!!!




(FOTOS: ARY BRANDI
e
LU GEBARA.)



As atrizes e a autora do texto, Thelma Guedes.



GALERIA PARTICULAR:
(FOTOS; GILBERTO BARTHOLO
e
KYRA PISCITELLI.)







Com as queridas Ana Guasque e Suzy Rêgo.

































































ERA MEDEIA

 (O QUE ERA PARA SER,
MAS ACABOU NÃO SENDO,
EMBORA QUASE FOSSE.)






Na minha eterna luta contra a falta de tempo, mas com vontade de escrever sobre todos os espetáculos de que gosto, vejo-me, agora, fazendo uso de um tempinho “fabricado”, para tecer alguns comentários, ainda que poucos, mas com muita vontade, contrariando uma marca pessoal de aprofundamento nas minhas críticas, sobre uma peça que me agradou pela ideia do argumento, pelo texto bem escrito e pela boa interpretação do casal de atores, principalmente. Chama-se “ERA MEDEIA”, e está em cartaz, encerrando a temporada, curta, no dia 28 de julho (2019), na Sala Multiuso do SESC COPACABANA (VER SERVIÇO.).









SINOPSE:

A peça se passa durante os ensaios de uma adaptação da tragédia “Medeia”, de Eurípedes, pano de fundo para uma discussão, que passa pelo machismo, o abuso de poder, a exposição da vida privada e a importância do processo na criação artística.

Em cena, estão EDUARDO HOFFMANN (PEDRO LOBO) e ISABELLE NASSAR (VERÕNICA ALBUQUERQUE)

No fundo, trata-se de uma inaceitável exposição da relação pessoal entre um diretor “contemporâneo” e uma atriz, durante o ensaio aberto, à revelia desta.






            A ética está em discussão. Como utilizar seus valores éticos e saber se eles são verdadeiros e corretos? Até que ponto vai a vaidade humana, na pele de um diretor de TEATRO, e seu desejo de medir força, impor-se a um ser mais fragilizado? Três itens abomináveis reunidos num só roteiro: machismo, abuso de poder e exposição da vida privada.




            A falta de ética, o desrespeito de um ser humano por outro já começa quando o diretor convida amigos e conhecidos, para assistirem a um ensaio aberto de uma peça, a tragédia “Medeia”, numa adaptação “contemporânea”, em forma de um monólogo, sem, ao menos, ter avisado à atriz, pegando-a de surpresa e, obviamente, provocando seu descontentamento, sua desaprovação, que darão margem a tantas discussões e percalços que acontecem durante aquilo que deveria ser um simples ensaio, mas que acaba se tornando uma “lavagem de roupa suja”, provocada, de forma cruel, pelo diretor, aproveitando-se da sua condição de macho e superior, hierarquicamente, naquele processo.




PEDRO LOBO é o que se pode chamar de um “diretor excêntrico”, que, para mim, merece outros adjetivos, impublicáveis. Infelizmente, há alguns, em atividade, no TEATRO BRASILEIRO, incensados por algumas pessoas, que não devem entender nada do que seus grandes "mitos" desejam expressar, mas não querem, esses espectadores, receber a pecha de ignorantes e/ou conservadores, se é que haja algo a ser expresso e entendido, nas montagens loucas, feitas por esse "gênios", só para eles mesmos e suas "turminhas". Comigo não se criam.




VERÔNICA ALBUQUERQUE, uma atriz insegura, afastada dos palcos há algum tempo, vindo de uma carreira de modelo, porém consciente de seu ofício e não se adapta à proposta louca, bizarra, estapafúrdia de seu diretor, com quem já tivera um relacionamento íntimo, no passado, que acabou por gerar um filho, abortado. VERÔNICA não consegue – e isso é muito compreensível – enterrar esse fantasma.




“O público é convidado a assistir a um ensaio aberto do espetáculo, no qual estão trabalhando juntos. Aos poucos, o passado deles vem à tona, e os espectadores passam a ser testemunhas de um acerto de contas íntimo entre os personagens.” (Retirado do “release”, enviado por RACHEL ALMEIDA – RACCA COMUNICAÇÃO).




Ainda extraído do referido “release”: “A escolha de ‘Medeia’, como o texto que os personagens ensaiam, tem um propósito: é um ícone da representação de uma mulher que rompe com os padrões sociais estabelecidos. Apesar de tomar atitudes cruéis, ela é uma personagem que não fica à mercê das decisões e escolhas dos homens à sua volta”, explica o ator e diretor EDUARDO HOFFMANN. “E aí é que está a contradição. O diretor está montando ‘Medeia’ justamente para enaltecer a força dessa mulher, que rompe com os padrões repressivos e, no entanto, o modo como ele lida com a atriz (que já foi mulher dele) é extremamente repressor e abusivo”, acrescenta.





            Ainda extraído do “release”: “A partir da exposição da vida íntima do ex-casal, ‘ERA MEDEIA’ também faz uma reflexão sobre por que o público de hoje parece se interessar mais pelos bastidores da criação do que pela própria criação”. E acrescenta o diretor: “O fato de estarmos vivendo uma realidade social e política extremamente espetacularizada contribui para que o caráter ficcional da arte esteja, cada vez mais, com sua potência diminuída. E já faz bastante tempo que os ‘reality shows’ tornaram as pessoas personagens mais interessantes, aos olhos do público, do que os personagens criados nas obras de ficção. É uma extrema necessidade de ser arrebatado pelo REAL, até porque o cotidiano atual está extremamente teatralizado”.




            Em tempos bicudos, de perseguição á classe artística, principalmente aos que fazem “balbúrdia” no TEATRO, e sem patrocínio, é de se louvar que o espetáculo seja mais uma prova de resistência dos artistas e amor à arte e à profissão. Com parcos recursos financeiros, os envolvidos no projeto conseguiram montar uma peça simples, descomplicado e de excelente qualidade.



           
            Gostei muito do texto, inspirado num argumento de MARINA MONTEIRO, o qual, além de cumprir com a sua função, de levar o público a discutir e refletir sobre temas tão delicados e importantes, é, ao mesmo tempo, bem humorado, bem escrito, inteligente e se aproveita, o autor, o próprio EDUARDO HOFFMAN, que, além de ser um dos protagonistas, também dirige, de forma correta, a peça (Cobra o escanteio, corre para cabecear e marcar o gol, pega a bola, no fundo das redes, e a leva ao centro do campo, para o reinício do jogo.), para fazer uma crítica muito interessante a um certo tipo de “diretor cabeça”, que não fazem muito a minha. Ou melhor, o “muito” está sobrando.




            A dupla, EDUARDO e ISABELLE atua de forma bem entrosada, ambos com ótimas interpretações, bem naturais e convincentes, generosamente lançando a bola um para o outro. Ambos têm seus momentos de destaque e não os desperdiçam.



           
            Os elementos técnicos funcionam em harmonia: a concepção cenográfica, de CÉSAR AUGUSTO e EDUARDO HOFFMAN; a iluminação, de RENATO MACHADO; o figurino, de TIAGO RIBEIRO, bem interessante o da atriz, que usa uma veste com a qual ela dialoga, fazendo com que a peça de roupa assuma várias formas; e a trilha sonora, de JOÃO MELLO e GABRIEL REIS.




            A boa direção contou com a luxuosa supervisão de CÉSAR AUGUSTO, e não posso deixar de mencionar a importância de GUILHERME NANNI, corajosamente, abraçando o projeto e produzindo, heroicamente, a montagem.







FICHA TÉCNICA:


Texto e Direção: Eduardo Hoffmann
Supervisão Artística: César Augusto
Argumento: Marina Monteiro

Elenco: Isabelle Nassar e Eduardo Hoffmann

Concepção Cenográfica: Cesar Augusto e Eduardo Hoffmann
Figurino: Tiago Ribeiro
Costura: Ateliê das Meninas (Maria e Zezé)
Produção de adereços: Patrícia Ramos
Iluminação: Renato Machado
Trilha Sonora: João Mello e Gabriel Reis
Arte gráfica e Identidade Visual: Márcio de Andrade
Produção de Vídeos: Celavi Filmes (Eduardo Paganini e Jamal Dizete)
Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)
Fotografia: Renato Mangolin

Produção: Guilherme Nanni




           






SERVIÇO:

Temporada: De 11 a 28 de julho de 2019. 
Local: Sesc Copacabana / Sala Multiuso
Endereço: Rua Domingos Ferreira, 160, Copacabana – Rio de Janeiro.
Telefone: (21) 2547-0156
Dias e Horários:  De 5ª feira a domingo, às 18h.
Valor dos Ingressos: R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia entrada: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência).
Duração: 60 minutos.
Lotação: 80 pessoas.
Classificação Etária: 14 anos.
Gênero: Comédia Dramática







            Infelizmente, as temporadas de TEATRO estão “encolhendo”, a cada dia, privando as pessoas de se deliciarem com muitos espetáculos em cartaz, como é o caso deste. Os profissionais ensaiam, trabalham pesado, por meses, para fazerem 12 apresentações, condensadas em três semanas. Considero isso um grande absurdo e falta de respeito, para com os artistas. Mas é, infelizmente, o quadro a que reduziram o TEATRO no Brasil, principalmente, no Rio de Janeiro. A esperança é de que se transfiram para um outro Teatro, encarando uma segunda temporada, pelo que torço muito.




            Recomendo bastante a peça!!!






E VAMOS AO TEATRO!!!

OCUPEMOS TODAS AS SALAS DE ESPETÁCULO DO BRASIL!!!

A ARTE EDUCA E CONSTRÓI!!!

RESISTAMOS!!!
COMPARTILHEM ESTE TEXTO, 
PARA QUE, JUNTOS, POSSAMOS DIVULGAR
O QUE HÁ DE MELHOR NO
TEATRO BRASILEIRO!!!











(FOTOS: RENATO MANGOLIN.)