quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

 

“JOB”

ou

(EXCELENTE MODELO

DE UM MODERNO “THRILLER” PSICOLÓGICO.)

 

 



 

Está em cartaz no antigo Teatro Adolpho Bloch, atual TotalEnergies (Jamais me acostumarei com esse ridículo nome.), um espetáculo que vem ratificar a minha opinião de que a temporada teatral de 2026, no Rio de Janeiro, começou com uma excelente safra de espetáculos. Falo de “JOB”, um “thriller” psicológico da melhor qualidade, escrito pelo jovem dramaturgo norte-americano MAX WOLF FRIEDLICH, de apenas 30 anos, uma feliz realidade, entre os de sua contemporaneidade. Sua notoriedade vem, exatamente, da escrita de seu texto “JOB”, que aborda saúde mental, ética e o submundo do universo digital, peça aclamada na Broadway. FRIEDLICH é reconhecido como uma das vozes proeminentes da nova geração de dramaturgos dos Estados Unidos, focado em temas intensos da cena atual. “JOB” estreou no Soho Playhouse Off-Broadway, em 2023, com total aprovação da crítica, sendo transferida para o Connelly Theatre, para cumprir uma temporada estendida. O espetáculo marca a estreia do dramaturgo na Broadway, no Helen Hayes Theatre.



Depois de um grande sucesso na capital paulista, a peça desembarca no Rio, numa marcante tradução de ALEXANDRE TENÓRIO. A direção caiu nas mãos de FERNANDO PHILBERT, um dos mais conceituados encenadores brasileiros, e a montagem traz BIANCA BIN e EDSON FIESCHI na interpretação do casal de personagens.



 

SINOPSE:

Jane (BIANCA BIN) é especialista em filtrar conteúdo impróprio, na internet, funcionária exemplar de uma grande empresa de tecnologia.

Após acumular anos e anos, sendo testemunha do ambiente extremamente tóxico das redes sociais, ela tem um colapso na firma em que trabalha, acaba sendo afastada de seu cargo e obrigada a frequentar o consultório de um terapeuta, o Dr. Loyd (EDSON FIESCHI).

A partir desse encontro, a trama de “JOB” se desenrola em um “thriller” psicológico com um final totalmente imprevisível e aberto.


 

 


Assistindo à peça, é fácil entender por que ela foi tão bem recebida pela crítica e pelo público norte-americano e muito aplaudida pelos brasileiros. Toda a ação se dá no tempo de uma sessão de psicoterapia, quando a personagem Jane é encaminhada, pela cúpula de uma importantíssima empresa à qual ela prestava serviço como uma grande especialista no atendimento ao usuário, tendo como foco laboral ser uma “moderadora de conteúdos”.



Por conta de seu trabalho, a jovem sofria uma incomensurável pressão psicológica, provocada pelo conteúdo pleno de toxidade com que travava contato, nos subterrâneos da internet. Foi o ter que lidar com toda a sorte de abusos digitais, das mais diversas origens, que a levou a uma situação crítica de colapso – entrou em surto -, o que a fez ser afastada de sua função, até que apresentasse um laudo, de um psiquiatra, dizendo que ela estava apta a continuar na sua lida diária.



A ação da peça, tão logo após o terceiro sinal, já surpreende o espectador pelo modo como se trava o primeiro contato entre médico e paciente (Não darei “spoiler”). A posição de Jane, de “autoproteção”, já poderia ser considerada um falso clímax, que vai se repetir por mais vezes. A moça, praticamente, não larga uma bolsa que carrega, por um motivo óbvio, facilmente perceptível no decorrer da peça.



Toda a dialogação se dá num clima de muito mistério e suspense, que, aos poucos, vai se descortinando e levando o espectador, ao final da peça, a uma quase incredulidade, ante as revelações, entre momentos de diálogos calmos e outros nervosos e, até mesmo, agressivos, numa “montanha- russa” sem fim.



Considero deveras interessante um detalhe no título da peça, mantido do original, visto que ele se reveste de um curioso pormenor, qual seja o de poder ser, dubiamente, compreendido como “trabalho, emprego, tarefa, serviço, ocupação”, numa tradução literal da língua inglesa para o português, ao mesmo tempo que é a mesma grafia do nome de um patriarca bíblico, “Job”, em inglês, e , em português, aquele que se tornou conhecido por sua extrema fé e paciência, sentimentos exercitados, mutuamente, pelos dois personagens. A manutenção do original inglês, no título, intencionalmente ou não, é um detalhe que, realmente, me chamou a atenção.



Acostumado a trabalhar com uma equipe de grandes profissionais de criação, mais uma vez, PHILBERT se valeu de seus nomes de confiança, para dar forma à sua magnífica montagem. Assim, temos uma bela cenografia, assinada por NATÁLIA LANA, que reproduz, bem e com muito bom gosto, o ambiente de uma sala de consultas psicológicas ou psiquiátricas, com pontuais e belos detalhes de decoração; figurinos discretos (RONALD TEIXEIRA), bem ao molde dos personagens; uma luz bem “intervencionista”, de VILMAR OLOS, seguindo o clima de tensão das cenas; e uma sucessão de sons que acompanham essas tensões, um ótimo trabalho de trilha sonora, a cargo de MARCELO ALONSO NEVES. É interessantíssimo o diálogo travado entre iluminação e sonoplastia, no decorrer do espetáculo.



A psiquê dos personagens é bastante difícil de ser construída, correndo o risco, se não for bem executada, de os tornar falsos e piegas, entretanto o resultado final dos embates entre a dupla é totalmente positivo, mérito de BIANCA BIN e EDSON FIESCHI, os quais sabem dosar cada emoção de seus personagens, mantendo uma sucessão constante de altos e baixos, no que diz respeito às reações de cada um deles: um “dominador” e um “dominado”, um “mais forte” e outro “mais frágil”, sendo que Jane leva uma real vantagem sobre Loyd, no aspecto “autotensional” (Perdão pelo neologismo.).





 Acredito que, num patamar mais discreto, a peça também critica os usuários das redes sociais, para o perigo a que estamos expostos, quando, ao se fazer uso delas, não sejam considerados o bom senso e a empatia, chamando-lhes a atenção para tais carências.

 

 



 

FICHA TÉCNICA:

Texto: Max Wolf Friedlich

Tradução: Alexandre Tenório

Direção: Fernando Philbert

 

Elenco: Bianca Bin e Edson Fieschi

 

Cenografia: Natália Lana

Figurinos: Ronald Teixeira

Iluminação: Vilmar Olos

Trilha Sonora: Marcelo Alonso Neves

“Design” Gráfico: Bárbara Lana

Assessoria de Imprensa: Pedro Neves (Clímax)

Fotos: Robert Schwenck (estúdio) e Annelize Tozetto (cena)

Direção de Produção: Lilian Bertin

Coordenação Geral de Produção: Luciano Borges

Realização: Borges & Fieschi Produções Culturais


 





SERVIÇO:

 

Temporada: De 10 de janeiro a 22 de fevereiro de 2026.

Local: Teatro TotalEnergies (Sala Adolpho Bloch).

Endereço: Rua do Russel, nº 804 – Glória – Rio de Janeiro.

Dias e Horários: 6ª feira e sábado, às 20h; domingo, às 18h.

OBSERVAÇÕES:

1) Sessões duplas nos sábados, dias 24 e 31/01 – às 18 e 20h.
2) Não haverá sessão nos dias 13, 14 e 15/02 (Carnaval).

Valor dos Ingressos: Plateia Central: R$ 150 (Inteira) / R$ 75 Meia-entrada): Plateia Lateral: R$ 50 (Inteira) / R$ 25 (Meia-entrada). – CONSULTAR POSSIBILIDADE DE DESCONTOS.
Duração: 65 minutos.
Classificação Etária: 14 anos.
Gênero: Drama.


 


 


     Reúnam-se um sofisticado e muito bem escrito texto, uma direção minuciosa e extremamente segura e atores assaz comprometidos com o seu ofício, e estamos diante de um espetáculo de indiscutível excelente qualidade, como “JOB”, que RECOMENDO MUITO.

 

 

 

 

 

FOTOS: ROBERT SCHWENCK (estúdio) e

ANNELIZE TOZETTO (cena).

 

 

 

É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO BRASILEIRO!
















































































sábado, 24 de janeiro de 2026


“FAFÁ DE BELÉM,

O MUSICAL”

ou

(ALEGRIA, BELEZA E EMOÇÃO RESUMEM TUDO.)



         Acho que a idade é a grande responsável, além das decepções que a vida nos reserva (é do jogo), mas o fato é que venho me tonando, a cada dia, mais cético, de uma forma geral, e isso, logicamente, também se estende ao TEATRO.



Recebi convite para assistir ao espetáculo “FAFÁ DE BELÉM, O MUSICAL”, em cartaz no Teatro Riachuelo do Rio de Janeiro, numa temporada “razoável” – poderia ser bem maior - de quase dois meses, o que já é ótimo, nos dias de hoje, e confesso que, apesar da magnífica FICHA TÉCNICA da peça, fui, já bastante “escolado”, com a melhor das expectativas, mas, também, com uma “pontinha de dúvida”. Apesar de reconhecer o talento e a riquíssima e bem construída trajetória da homenageada, perguntava-me, sem o menor pudor de um "São Tomé", se Fafá de Belém valeria mesmo um musical, se seria merecedora de uma dramaturgia que a colocasse no centro das atenções, e confesso que bastou a cena de abertura da peça, para eu me render e me arrepiar e já ficar convencido de que tinha valido muito a pena o meu deslocamento até aquele Teatro.



         “FAFÁ DE BELÉM, O MUSICAL” é das coisas mais alegres, belas e emocionantes que já vi nos últimos tempos, uma produção impecável, que, em quase três horas de duração, só faz arrancar aplausos de uma plateia que se sente recompensada por estrar naquela casa de espetáculos. Quase 180 minutos de puro entretenimento da melhor qualidade: alegria, beleza e emoção.



Quanto a ser merecedora de um musical em torno de si, cheguei à conclusão de que a homenagem já deveria ter sido prestada há muito mais tempo, exatamente da forma como é feita, principalmente pelo fato de que, além de ser lembrada, obviamente, como uma grande artista, que, realmente, é, uma das melhores intérpretes da Música Popular Brasileira, Fafá é valorizada e reverenciada, muito merecidamente, na mesma proporção, ou mais até, como uma cidadã “verdadeiramente de bem”, acima de qualquer suspeita, uma estupenda figura humana, altruísta, sempre engajada nas grandes causas sociais e simpática às mais importantes e necessárias reivindicações da massa.



 

SINOPSE:

Unindo TEATRO musical, política, ecologia e memória afetiva, “FAFÁ DE BELÉM, O MUSICAL” celebra cinco décadas de trajetória da cantora, exaltando sua força artística e de cidadã brasileira.

O espetáculo utiliza a linguagem do TEATRO musical, para narrar a trajetória de uma das mais importantes cantoras da música brasileira.

A jornada se inicia pela Floresta Amazônica, berço e cenário de origem da artista.

Através das lendas e mitos dos povos da floresta – indígenas, ribeirinhos, marajoaras, entre outros-, é contada e cantada a saga de Fafá de Belém, a “menina que veio do Norte”.

A narrativa é construída em três planos: o presente, durante a gravação de um documentário, em homenagem aos seus 50 anos de carreira, no histórico Teatro da Paz, em Belém; o passado, por meio das memórias da infância, em uma Belém lírica, marcada por mitos e lendas amazônicas; e o futuro, a construção da carreira da artista, da capital paraense para o mundo.


 


 

         De saída, parabenizo JO SANTANA, pela idealização do espetáculo e pela sua coragem em erguê-lo, com total acerto e responsabilidade. Depois, estendo meus cumprimentos a GUSTAVO GASPARANI e EDUARDO RIECHE, por, tão bem, terem traduzido, em palavras, a homenagem a Fafá, por meio de um texto tão vibrante, claro e completo, uma dramaturgia muito bem construída, em dois momentos bem distintos, que não contempla uma mínima “barriga”. Quanto a GASPARANI, este merece parabéns em dobro, por conta da cirúrgica direção com que conduziu a montagem. O espetáculo traz a marca registrada de um dos melhores diretores de musicais deste país.



         No primeiro ato, travamos contato com as lembranças da infância de Fafá, misturadas a lendas da região amazônica, como a do Cobra Grande, a do Boto e a do Tamba-Tajá, narrando a trajetória da menina cabocla, que saiu de Belém para conquistar o Brasil. A atmosfera regional é marcada pelo coro “Carimbó-Siriá”, um coletivo de atores-músicos, que acompanha as diferentes fases da cantora. É a parte do espetáculo em que nos é dado conhecer sua relação familiar, cultural e religiosa, base de sua identidade artística. Entre os destaques desse ato, estão a relação amorosa com o músico Raul Mascarenhas, apresentada em paralelo com a lenda do Boto, e o Círio de Nazaré, extremamente emocionante, que culmina no encontro de Fafá com o Papa. Vamos às lágrimas.



         No segundo ato, o clima se transforma: o regional amazônico dá lugar à estética urbana da diva da MPB. Ficamos diante de uma Fafá consagrada, como artista, politizada e dona do seu discurso. É nessa parte que vemos a homenageada totalmente engajada no movimento das “Diretas Já”, ressaltando a sua participação superlativa naquelas manifestações por todo o Brasil. Outro momento marcante e bastante leve e descontraído é a homenagem de um grupo de “drags”, interpretando sucessos “bregas” da cantora, celebrando o apoio de Fafá à comunidade LGBTQIAPN+. Temos, ainda, sua forte ligação com Portugal, incluindo uma cena no Cassino Estoril, onde Fafá foi homenageada pelo povo irmão português, além de outra em que o DJ Zé Pedro entra, muito alegre, para colaborar na criação do álbum “Do Tamanho Certo Para O Meu Sorriso”, inspirado no “tecno-brega” paraense, reconectando Fafá às raízes de sua terra. Este segundo, e último, ato traz, ainda, o sucesso mundial do remix de “Emoriô” e outras canções que marcam o repertório, abusivamente eclético, da cantora, sem falar no encerramento da peça, que não poderia ser mais apoteótico, levando a plateia à loucura, ao som da emblemática toada “Vermelho”, do Boi Garantido, de Parintins, uma das grandes paixões de Fafá de Belém.



 

“VERMELHO” (BOI GARANTIDO)

(Chico da Silva - 1996) 

A cor do meu batuque
Tem o toque e tem o som da minha voz.
Vermelho, vermelhaço, vermelhusco,
Vermelhante, vermelhão.

O velho comunista se aliançou
Ao rubro do rubor do meu amor,
O brilho do meu canto tem o tom
E a expressão da minha cor.
Vermelho!
 

Meu coração!

Meu coração é vermelho, hey, hey, hey!
De vermelho, vive o coração, ê-ô-ê-ô!
Tudo é Garantido após a rosa vermelhar,
Tudo é Garantido após o Sol vermelhecer.

Vermelhou o curral.
A ideologia do folclore avermelhou.
Vermelhou a paixão.
O fogo de artifício da vitória vermelhou.

 

 


           Via de regra, os grandes musicais têm, em comum, alguns pontos como a exuberância na cenografia, nos figurinos e na iluminação, e este não foge à regra, representado por vários cenários, magnífica obra de RONALD TEIXEIRA; múltiplos figurinos encantadores, de CLAUDIO TOVAR, misturando cores, texturas e formas, tudo harmoniosamente combinado, sem falar na exuberância dos bordados; e um desenho de luz que valoriza e amplia toda a beleza em cena, trabalho impecável – mais um – de PAULO CESAR MEDEIROS. Acresça-se, a toda essa maravilha plástica, o trabalho de adereços, do aderecista escultor GABRIEL BARROS.



 Por ser um musical, merecem destaque a corretíssima direção musical, a cargo de MARCELO ALONSO NEVES, e a alegre e bem desenhada coreografia, assinada por RENATO VIEIRA.



 Tudo é potência neste espetáculo, e não seria o elenco a destoar do quadro. São 14 estupendos artistas, para dar conta de uma série enorme de personagens, visto que alguns se prestam a interpretar vários papéis. Uma exceção é o trio de atrizes que dão vida a Fafá de Belém. São elas LUCINHA LINS (dias atuais), HELGA NEMETIK (Fafá cantora) e LAURA SAAB, neta de Fafá de Belém (Fafá menina), esta uma bela adolescente, incipiente ainda, como atriz, como seria natural, porém já demonstrando que é do ramo. Uma jovenzinha graciosa, que corresponde às expectativas, na interpretação da avó. Mas são, como não poderia deixar de ser, LUCINHA e HELGA as “cerejas do bolo”, que brilham, com um turbilhão de luzes, nesta vitoriosa montagem. Ambas não se utilizam da mimese para se aproximar da homenageada, porém trazem certas marcas, na postura e na voz, que fazem com que nos lembremos de Fafá, inclusive nas gargalhadas fartas, expressivas e espontâneas da artista. A marca principal do elenco é a total equiparação de talentos entre todos, sem exceções.


 

 

FICHA TÉCNICA:

Idealização: Jô Santana

Texto: Gustavo Gasparani e Eduardo Rieche.

Direção Artística: Gustavo Gasparini

Pesquisa: Rodrigo Faour

 

Elenco: Lucinha Lins (atriz convidada), Helga Nemetik, Laura Saab, Ananda K, Clarah Passos, Daniel Carneiro, Diego Luri, Fernando Leite, Gabriel Manitta, Keren Silveira, Mona Vilardo, Naieme, Sérgio Dalcin e Thuca Soares

 

Músicos: Maestro/Regência: Glauco Berçot, Bateria: Bruno Martins, Baixo: Didier Fernan, Percussão: Fábio D´Lélis, Cordas: Frank Russo

 

Assistência de Direção: Iléa Ferraz

Direção Musical: Marcelo Alonso Neves

Assistência de Direção Musical: Glauco Berçot

Coreografia: Renato Vieira

Assistência de Coreografia: Soraya Bastos

 

EQUIPE DE CENOGRAFIA:

Cenografia: Ronald Teixeira

Cenógrafo Assistente: Pedro Stamford

Cenógrafo Projetista: George Bravo

Aderecista Escultor: Gabriel Barros

Cenotécnico: GT Cenografia - Guilherme Tommasi

Assistente de Cenografia e Cenotecnia: Ricardo Junior

 

EQUIPE DE FIGURINO:

Figurinos: Claudio Tovar

Assistentes de Figurino: Paulo Raika e Rodrigo Cachoeira

Costureiros (as): Marien Modas, Lugall e Dilan Jara

 

Iluminaçlão: Paulo Cesar Medeiros

Desenho de Som: Bruno Pinho e Paulo Altafim

Visagismo: Beto Carramanhos

“Design” Gráfico da Cenografia: Flavio Graff

 

EQUIPE DE COMUNICAÇÃO:

Fotos “still”: Leo Aversa

Fotos de Cena: Nil Caniné (Fotógrafa Oficial)

“Design” Gráfico: DOROTÉIA DESIGN: Adriana Campos, Flávia Pacheco, Pedro Cancelliero e Iara Moraes

“Marketing”: Edu Santos

“Marketing” Cultural e Parcerias: Gheu Tibério

Assistente de “Marketing” Cultural e Parcerias: Paula Rego e Pedro Ribeiro

Assessoria de Imprensa: Amigos Comunicação (Mauricio Aires e Rogério Alves)

“Clipping”: Top Clip

“Social Media”: Stace Mayka

“Performance”: V2P

 

EQUIPE DE PRODUÇÃO:

Direção de Produção: Carmem Oliveira e Renato Araújo

Assistente Produção: Thales Huebra

Estagiária de Produção: Leticia Ribeiro

“Chef”: Osmar Ribeiro

Copeira Ensaio: Lidiane Silva

 

EQUIPE ADMINISTRATIVA:

Direção Financeira e Leis de Incentivo: Janaína Reis

Assistente Administrativo: Marcela Lima

 

JURÍDICO E CONTABILIDADE:

Assessoria Jurídica: FRANCEZ ADVOGADOS – Andrea Francez, Myrna Malanconi e João Pedro Batista

Contabilidade: Yara Brasil

 

EQUIPE TÉCNICA:

Direção Técnica: Ricardo Santana

Maquinista: Kadu Carvalho

Contrarregra: Bubu

Peruqueira Chefe: Raquel Reis

Peruqueiro: Vandinho Cardin

Camareiros (as): Ligia Silva, Alessandra Persan e Paulo Raika

Operador de Som: Jeff Almeida

Microfonista: Michael de Alexandria

Operador de Luz: Ale Farias

Fisioterapia: CTDJ - Centro de Terapias Debora Jardim

 

Produção: Charge Produções e Fato Produções

 


 

 






SERVIÇO:

Temporada: De 15 de janeiro a 08 de março de 2022.

Local: Teatro Riachuelo.

Endereço: Rua do Passeio, n.º 38/40, Centro, Rio de Janeiro.

Dias e Horários: 5ª e 6ª feira, às 20h; sábado e domingo, às 17h.

OBSERVAÇÃO: NÃO HAVERÁ APRESENTAÇÕES NOS DIAS DE CARNAVAL.

Capacidade de Lotação: 999 lugares.

Valor dos Ingressos: Plateia VIP: R$ 200 (inteira) / R$ 100 (meia-entrada); Plateia: R$ 180 (inteira) / R$ 90 (meia-entrada); Balcão Nobre: R$ 100 (inteira) / R$ 50 (meia-entrada); Balcão Simples: R$ 40 (inteira) / R$ 20, (meia-entrada).

Vendas na Bilheteria do Teatro (sem taxa de serviço) ou no “site” www.ingresso.com (com taxa de serviço.

Horário de Funcionamento da Bilheteria do Teatro: De 3ª feira a sábado, das 14h às 19h. Em dia de

espetáculo, das 14h até o horário de início da sessão.

Classificação Indicativa: 12 anos.

Gênero: Musical.


 


 

 

         Não que seja meu desejo – muito pelo contrário -, mas é impossível esquecer este espetáculo, das coisas mais positivas a que assisti nos últimos tempos, por toda a sua complexa e muito bem desenvolvida estrutura e pelos valores positivos que o musical passa ao público. De certo, voltarei a assistir a ele. Dispensável seria dizer que RECOMENDO, COM O MAIOR EMPENHO, “FAFÁ DE BELÉM – O MUSICAL”.

 

 

 

 

 

FOTOS: NIL CANINÉ 

(Fotos Oficiais.)

(E algumas extraídas de 

Redes Sociais.)

 

 

 

GALERIA PARTICULAR:



Com Lucinha Lins.



Com Helga Nemetik.
(Foto: Silvero Pereira.)



É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem esta crítica, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO BRASILEIRO!