sábado, 3 de janeiro de 2026

“BALANÇO TEATRAL - 2025”



          Durante doze dias do último mês de dezembro, publiquei, numa das minhas redes sociais, relações mensais correspondentes a espetáculos, artistas e técnicos que, na minha avaliação, foram merecedores de uma modesta honraria criada por mim, o “SELO DE QUALIDADE O TEATRO ME REPRESENTA”, que não tinha nada a ver com “o melhor isto ou aquilo”; eram apenas nomes daquilo que me agradou, com destaque, em TEATRO, durante a temporada de 2025.

 

         Agora, muito avesso ao termo “retrospectiva”, passo a fazer um BALANÇO do que representou, para mim, o ano teatral de 2025, fazendo menção a tudo o que me impactou, sobremaneira, por este ou aquele motivo, com relação aos 196 espetáculos a que assisti, sendo 148 na minha cidade, o Rio de Janeiro, 29 em São Paulo e 19 em Curitiba, por ocasião do “Festival de Curitiba”.

 

 Seguindo uma determinação prática particular, reduzi, drasticamente, a frequência com que eu ia aos teatros – praticamente, todos os dias - por motivos absolutamente meus, os quais não valem a pena ser divididos com quem me honra com sua leitura. Resolvi optar pela “qualidade”, em detrimento da “quantidade”, do que não tenho me arrependido. Confesso que esperava mais, entretanto não posso apenas me queixar daquilo que me foi dado ver e apreciar. Muita coisa recebeu o meu rótulo de BOM, MUITO BOM, ÓTIMO e OBRA-PRIMA.

 

  Por razões as mais diversas possíveis, computadas “in totum”, a 8 espetáculos de “TEATRO declamado” eu aplaudi intensamente e me despertaram o desejo de revê-los, o que, infelizmente, não tive condições de fazer. São eles (Tudo o que eu apontar será na ordem em que assisti às peças.): “O MERCADOR DE VENEZA”, “A BALEIA”, “A MÉDICA”, “(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA”, “DOIS PAPAS”, “UM JULGAMENTO – DEPOIS DO INIMIGO DO POVO”, “A MÁQUINA” e “SENHORA DOS AFOGADOS”.

 

  O  mesmo eu gostaria de ter feito com relação a alguns espetáculos musicais. São eles: “ROCKY - O MUSICAL”, “RAY: VOCÊ NÃO ME CONHECE”, “TORTO ARADO”, “WICKED”, “CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”,JERSY BOYS – A HISTÓRIA DE FRANKIE VALLI E OS FOUR SEASONS”, “DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”, “TITANÍQUE – UMA COMÉDIA COM OS HITS DE CÉLINE DION” e “CHORUS LINE”.

 

  Com bastante tristeza, registro que um importantíssimo gênero teatral, que eu valorizo muito, responsável por um bom peso no processo de formação de futuras plateias, o TEATRO Infantil e Infantojuvenil, teve uma representação pífia, destacando-se apenas 3 peças: “A INCRÍVEL VIAGEM DO QUINTAL”,RITINHA ROCK & ROLL – RITA LEE PARA CRIANÇAS” e “O PEQUENO CIENTISTA PRETO”. Isso é profundamente lamentável!!! Confesso, também, que reduzi muito a minha ida a esse tipo de espetáculo, por não suportar mais ver tantas produções de baixa qualidade desfilando pelos palcos.

 

  Os monólogos são um gênero que vem crescendo bastante, nos últimos anos, e, em 2025, não foi diferente. Assisti a bastantes solos e a maioria me agradou, revelando-me algumas interessantíssimas surpresas. Fui assaz impactado por espetáculos como estes: “O JULGAMENTO DE ZÉ BEBELO”, fechando uma linda trilogia; “O CÉU DA LÍNGUA”, uma verdadeira OBRA-PRIMA no gênero; “PA!”, revelando o talento de Guilherme Logullo; “PEDRINHAS MIUDINHAS”; “DONATELLO”, um verdadeiro poema, que muito me fez chorar; e “O MOTOCICLISTA NO GLOBO DA MORTE”, um verdadeiro “soco na boca do estômago”. Reservo, ainda, para o final dos comentários relativos a este gênero, três trabalhos surpreendentes, de três grandes atrizes vindas de São Paulo, com uma proposta de “ocupação”, no Teatro Poeirinha, montagens surpreendentes e de fazer arrepiar. Refiro-me a Denise Dietrich, em “AQUELE TREM”, Bruna Longo, em “CRIATURA, UMA AUTÓPSIA”, e Erica Montanheiro, em “INVENTÁRIO”.

 

  Como a “espinha dorsal” que sustenta qualquer espetáculo, muitos(as) textos/dramaturgias, em qualquer gênero, me pegaram de jeito - originais, em versões ou adaptações -, como é o caso de “O CÉU DA LÍNGUA” (Gregório Duvivier e Luciana Paes), “NEBULOSA DE BACO” (Marcos Damaceno), “O SOM QUE VEM DE DENTRO” (Clara Carvalho), “O MERCADOR DE VENEZA” (Bruno Cavalcanti), “TORTO ARADO” (Elísio Lopes Júnior, Fábio Espírito Santo e Aldri Anunciação), “A BALEIA” (Luís Artur Nunes), “EDDY – VIOLÊNCIA E METAMORFOSE” (Luiz Felipe Reis e Marcelo Gabrovski), “A MÉDICA” (Diego Teza), “PEQUENO CIRCO DE MEDIOCRIDADES” (Leonardo Netto), “(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA” (Rodrigo Portella), “DOIS PAPAS” (Rui Xavier), “O MOTOCICLISTA NO GLOBO DA MORTE” (Leonardo Netto), “O FORMIGUEIRO” (Thiago Marinho), “NAS SELVAS DO BRAZYL” (Pedro Kosovski),UM JULGAMENTO – DEPOIS DO INIMIGO DO POVO” (Christiane Jatahy, Lucas Paraizo e Wagner Moura); eA MÁQUINA (Adriana Falcão e João Falcão).

 

        É quase um consenso que “o cinema é a arte do diretor e o TEATRO é a arte do ator”, entretanto alguns diretores provaram que também são esplêndidos “nas tábuas”. Em 2025, brilharam as estrelas de Luciana Paes (“O CÉU DA LÍNGUA”), Felipe Hirsh (“AVENIDA PAULISTA – DA CONSOLAÇÃO AO PARAÍSO”), Rodrigo Portella (“RAY: VOCÊ NÃO ME CONHECE”), Marcos Damaceno (“NEBULOSA DE BACO”), Cláudio Torres Gonzaga (“VALSA Nº 6”), Daniela Stirbulov (“O MERCADOR DE VENEZA”), Luís Artur Nunes (“A BALEIA”), Nelson Baskerville (“A MÉDICA”), John Stefaniuk (“WICKED”), Bruce Gomlevsky (“PEDRINHAS MIUDINHAS”), Tauã Delmiro (“REPÚBLICA LEE – UM MUSICAL AO SOM DE RITA”), Jorge Farjalla (“CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”), Bruce Gomlevsky, de novo, (“HAMLET”), Rodrigo Portella, mais uma vez, (“(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA”), Gustavo Barchilon (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”), Rodrigo Portella, sempre ele, (“O MOTOCICLISTA NO GLOBO DA MORTE”), Daniel Herz (“NAS SELVAS DO BRAZYL”), Beto Brown  (“A CONSTRUÇÃO”), Christiane Jatahy (“UM JULGAMENTO – DEPOIS DO INIMIGO DO POVO”), João Falcão (“A MÁQUINA”), Monique Gardenberg (“SENHORA DOS AFOGADOS”), Bárbara Guerra (“CHORUS LINE”) e Eric Lenate (“INVENTÁRIO”).

 

    Os atores em “TEATRO declamado” que mais se destacaram, na minha visão, foram André Celant (“O SOM QUE VEM DE DENTRO”), Dan Stulbach (“O MERCADOR DE VENEZA”), José de Abreu (“A BALEIA”), João Côrtes (“EDDY – VIOLÊNCIA E METAMORFOSE”), Zécarlos Machado e Celso Frateschi (“DOIS PAPAS”), Gustavo Gasparani e Isio Ghelman (“NAS SELVAS DO BRAZYL”) e Wagner Moura e Danilo Grangheia (“UM JULGAMENTO – DEPOIS DO INIMIGO DO POVO”).  

 

   Passando às atrizes em “TEATRO declamado”, mereceram os meus mais efusivos aplausos estas: Paula Cohen (“FINLÂNDIA”), Rosana Stavis e Helena de Jorge Portela (“NEBULOSA DE BACO”), Patrícia Selonk (“DIAS FELIZES”), Glaucia Rodrigues (“O SOM QUE VEM DE DENTRO”), Clara Carvalho (“A MÉDICA”) e Nathalia Timberg (“A MULHER DA VAN”).

 

      Na área dos musicais, encantaram-me os atores Alan Rocha (“MARTINHO CORAÇÃO DE REI – O MUSICAL”), Daniel Haidar (“ROCKY – O MUSICAL”), Cesar Mello (“RAY: VOCÊ NÃO ME CONHECE”), Raphael Elias (“DJAVAN, O MUSICAL: VIDAS PRA CONTAR”) e Henrique Moretzsohn (“JERSY BOYS – A HISTÓRIA DE FRANKIE VALLI E OS FOUR SEASONS”). Quanto às “cantrizes”, na mesma rubrica, destaco Letícia Soares (“RAY: VOCÊ NÃO ME CONHECE”), Lilian Valeska, Larissa Luz e Bárbara Sut (“TORTO ARADO”), Bianca Tadini e Fernanda Biancamanno (“TERRITÓRIO DO AMOR”), Myra Ruiz e Fabi Bang (“WICKED”), Mel Lisboa (“RITA LEE – UMA AUTOBIOGRAFIA MUSICAL”), Emanuelle Araújo (“CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”), Suzana Santana, Samantha Schmütz e Laura Castro (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”) e Tati Christine (“MUDANÇA DE HÁBITO”).

 

      Gostaria muito de poder realçar nomes de atores e atrizes em TEATRO Infantil e Infantojuvenil, contudo – Fiquei muito triste. - não consegui encontrar nomes que merecessem um destaque suplementar.

 

         O gênero monólogo exige muito do talento dos atores e atrizes. Chamaram-me muito a atenção, entre os homens, João Pedro Zappa (“AQUELES QUE DEIXAM OMELAS”), Gilson de Barros (“O JULGAMENTO DE ZÉ BEBELO”), Gregório Duvivier (“O CÉU DA LÍNGUA”), Andriu Freitas (“ABSOLVIÇÃO”), Guilherme Logullo (“PA!”), Chico Diaz (“A LUA VEM AS ÁSIA”), Ricardo Lopes (“PEDRINHAS MIUDINHAS”), Vitor Rocha (“DONATELLO”), Du Moscovis (“O MOTOCICLISTA NO GLOBO DA MORTE”) e Marcelo Olinto (“A CONSTRUÇÃO”). As atrizes, no mesmo gênero, foram: Luisa Thiré (“VALSA Nº 6”), Ester Laccava (“OSSADA”), Denise Dietrich (“AQUELE TREM”), Bruna Longo (“CRIATURA, UMA AUTÓPSIA”), Milla Fernandez (“TIP (ANTES QUE ME QUEIMEM, EU MESMA ME ATIRO NO FOGO)”) e Erica Montanheiro (“INVENTÁRIO”).

 

    Sempre lembrando que ator e atriz não são coadjuvantes; coadjuvantes são os(as) personagens, destaco, entre os atores, nessa função e em qualquer gênero, Reynaldo Machado e Robson Nunes  (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”). Detendo-me nas atrizes, em semelhante condição, aplaudi bastante Luisa Thiré, Gabriela Freire e Alice Borges (“A BALEIA”), Débora Reis (“RITA LEE – UMA AUTOBIOGRAFIA MUSICAL” e “Clara Nunes “A Tal Guerreira”), Carol Godoy e Eliana Guttman (“DOIS PAPAS”) e Vânia Canto (“MUDANÇA DE HÁBITO”).

 

         Muitas vezes, um espetáculo me chama muito a atenção por força de seu elenco, coeso e talentoso, capaz de fazer com que eu sempre me lembre dos espetáculos por causa da atuação em grupo. Vários elencos mereceram o meu destaque no ano que terminou. São os de “AVENIDA PAULISTA – DA CONSOLAÇÃO AO PARAÍSO”, “MENINAS MALVADAS”, “ROCKY – O MUSICAL”, “RAY: VOCÊ NÃO ME CONHECE”, “REI LEAR”, “OS MAMBEMBES”, “O MERCADOR DE VENEZA”, “A MÉDICA”, “DZI CROQUETTES SEM CENSURA”, “PEQUENO CIRCO DE MEDIOCRIDADES”, “REPÚBLICA LEE – UM MUSICAL AO SOM DE RITA”, “CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”, “(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA”, “JERSY BOYS – A HISTÓRIA DE FRANKIE VALLI E OS FOUR SEASONS”, “DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”, “O FORMIGUEIRO”, “A MÁQUINA”, “SENHORA DOS AFOGADOS”, “CHORUS LINE” e “TITANÍQUE – UM COMÉDIA COM OS HITS DE CÉLINE DION”.

 

         É comum assistir a espetáculos nos marcaram pela força do seu visual, pela plasticidade, representada esta pela cenografia, os figurinos e a iluminação. No quesito cenografia, é impossível não se lembrar dos cenários (Aqui incluo a rubrica “direção de arte”.) de Daniela Thomas e Felipe Tassara (“AVENIDA PAULISTA – DA CONSOLAÇÃO AO PARAÍSO”), Adam Coch (“MENINAS MALVADAS”), Sergio Marimba (“VALSA Nº 6”), J C Serroni (“DIAS FELIZES”), Carmem Guerra (“O MERCADOR DE VENEZA”), Bia Junqueira (“A BALEIA”), Marisa Bentivegna (“A MÉDICA”), Morgan Large (“WICKED”), Nicolás Boni (“HAIR”), Marco Lima (“CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”), Eric Lenate (“DOIS PAPAS”), Chriz Aizner (“DRÁCULA – UM TERROR DE COMÉDIA”), Natália Lana (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”), Dina Salem Levy (“NAS SELVAS DO BRAZYL”), Teca Fichinski (“A CONSTRUÇÃO”), Marília Piraju (“SENHORA DOS AFOGADOS”), Natália Lana, mais uma vez, (“CHORUS LINE” e, novamente, em “TITANÍQUE – UM COMÉDIA COM OS HITS DE CÉLINE DION”), Bruna Longo e Kleber Montanheiro (“CRIATURA, UMA AUTÓPSIA”) e Erica Montanheiro e Eric Lenate (“INVENTÁRIO”).

 

          Quer pela exuberância, quer pela criatividade ou por sua significação dentro de uma obra teatral, meus olhos brilharam intensamente diante dos figurinos das seguintes peças e seus artistas criadores: Claudio Tovar (“MARTINHO CORAÇÃO DE REI – O MUSICAL”), Fabio Namatame (“ROCK IN RIO – 40 ANOS – O MUSICAL”), Elisa Faulhaber e Brunella Providente (“O CÉU DA LÍNGUA”), Fabio Namatame, outra vez, (“MÚSICAS QUE FIZ EM TEU NOME” e "MENINAS MALVADAS"), KAREN BRUSTTOLIN (“RAY – VOCÊ NÃO ME CONHECE”), Teca Fichinski (“VALSA Nº 6”), CARLOS ALBERTO NUNES (“A BALEIA”), Morgan Large (“WICKED”), Luiz Claudio Silva e Jorge Farjalla (“CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”), Carol Roz (“DOIS PAPAS”), Bruno Oliveira (“DRÁCULA – UM TERROR DE COMÉDIA”), Karen Brustollin, novamente, (“JERSEY BOYS – A HISTÓRIA DE FRANKIE VALLI E OS FOUR SEASONS”), Fabio Namatame, de novo ele, (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”), Wanderley Gomes (“NAS SELVAS DO BRAZYL”), Almir França e Marcelo Olinto (“A CONSTRUÇÃO”), Cris Garrido (“A MÁQUINA”), Cássio Brasil (“SENHORA DOS AFOGADOS”), Theo Cochrane (“CORUS LINE” e “TITANÍQUE – UM COMÉDIA COM OS HITS DE CÉLINE DION”), Kleber Montanheiro (“CRIATURA – UMA AUTÓPSIA”) e Carol Badra e Leopoldo Pacheco (“INVENTÁRIO”).

 

        Por sua função de bem iluminar o que deve estar em evidência e ocultar o oposto, criando imagens difíceis de serem apagadas da nossa mente, alguns artistas de criação me chamaram a atenção com seus trabalhos de iluminação ou “desenho de luz”: Ana Luzia de Simoni (“O CÉU DA LÍNGUA”), Aurélio de Simoni (“ABSOLVIÇÃO”), Beto Bruel (“AVENIDA PAULISTA – DA CONSOLAÇÃO AO PARAÍSO”), Paulo Cesar Medeiros (“MAMMA MIA”), Luiz Paulo Nenen (“VALSA Nº 6”), Wagner Pinto e Gabriel Greghi (“O MERCADOR DE VENEZA”), Luciano Reis (“TORTO ARADO”), Wagner Freire (“A MÉDICA”), Ben Cracknell (“WICKED”), Vinícius Zampieri (“HAIR”), Elisa Tandeta (“PEDRINHAS MIUDINHAS”), Cesar Pivetti (“CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”), Rodrigo Marçal e Rodrigo Portella (“(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA”), Tulio Pezzoni (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”), Sergio Martins (“MUDANÇA DE HÁBITO”), Adriana Ortiz (“A CONSTRUÇÃO”), César De Ramires (“A MÁQUINA”), Wagner Pinto e Sarah Salgado (“SENHORA DOS AFOGADOS”), Tulio Pezzoni, novamente, (“CHORUS LINE”), Maneco Quinderé (“TITANÍQUE – UM COMÉDIA COM OS HITS DE CÉLINE DION”), Kleber Montanheiro (“CRIATURA – UMA AUTÓPSIA”) e Aline Santini (“INVENTÁRIO”).

 

         Quando presente numa peça, a trilha sonora/direção musical, via de regra, agrega valores à montagem, como nos casos de: Marcelo Alonso Neves (“SONHO ENCANTADO DE CORDEL – O MUSICAL”), Jorge de Godoy (“ROCKY – O MUSICAL”), Claudia Elizeu e André Muato (“RAY: VOCÊ NÃO ME CONHECE”), Marcelo Castro (“MAMMA MIA”), Marco França e Márcio Guimarães (“RITA LEE – UMA AUTOBIOGRAFIA MUSICAL”), Fernanda Maia (“CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”), Federico Puppi (“(UM) ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA”), Jorge de Godoy, de novo, (“JERSEY BOYS – A HISTÓRIA DE FRANKIE VALLI E OS FOUR SEASONS”), Gui Leal (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”), Ricco Viana e João Falcão (“A MÁQUINA”), Felipe Botelho (“SENHORA DOS AFOGADOS”), Jorge de Godoy, mais uma vez, (“CHORUS LINE”) e Thiago Gimenes (“TITANÍQUE – UM COMÉDIA COM OS HITS DE CÉLINE DION”).

 

         A maneira como os atores se deslocam em cena, bem como os passos que desenvolvem num desenho coreográfico, nos musicais, também são de grande importância, num espetáculo, e deixam suas marcas: Assim, destaco, nesse quesito duplo – coreografia/direção de movimento – alguns nomes: Rafael Machado (“MARTINHO CORAÇÃO DE REI – O MUSICAL”), Mariana Barros (“ROCK IN RIO – 40 ANOS – O MUSICAL”), Danilo Santana (“MENINAS MALVADAS”), Mariana Barros, mais uma vez, (“MAMMA MIA), José Carlos Arandibo (Zebrinha) (“TORTO ARADO”), Floriano Nogueira (“WICKED”), Gabriel Malo (“CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”), Kátia Barros (“JERSEY BOYS – A HISTÓRIA DE FRANKIE VALLI E OS FOUR SEASONS”), Rafa L (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”), Alonso Barros (“MUDANÇA DE HÁBITO”), Lavinia Bizzoto (“A COSNTRUÇÃO”), Bárbara Guerra (“CHORUS LINE”) e, mais uma vez, Alonso Barros (“TITANÍQUE – UM COMÉDIA COM OS HITS DE CÉLINE DION” ).

 

         Um item que passa despercebido pela maioria dos críticos de TEATRO, e que eu valorizo tanto, por ajudar muito os atores na construção de seus personagens, é o visagismo. Aqui, relaciono os que mais me impressionaram: Carlos Pompeio (“MENINAS MALVADAS”), Alberto Alves (“TORTO ARADO”), Mona Magalhães (“A BALEIA”), Shary Camerini (“DZI CROQUETTES SEM CENSURA”), Anderson Bueno (“RITA LEE – UMA AUTOBIOGRAFIA MUSICAL”), Simone Momo (“CLARA NUNES – A TAL GUERREIRA”), Alisson Rodrigues (“DRÁCULA – UM TERROR DE COMÉDIA”), Feliciano San Roman e Carlos Pompeio (“JERSEY BOYS – A HISTÓRIA DE FRANKIE VALLI E OS FOUR SEASONS”), Dicko Lorenzo (“DREAMGIRLS – EM BUSCA DE UM SONHO”), Louise Helène (“A MÁQUINA”), Sonia Ushiyama Souto (“SENHORA DOS AFOGADOS”), Feliciano San Roman, mais uma vez, (“TITANÍQUE – UM COMÉDIA COM OS HITS DE CÉLINE DION”) e Carol Badra e Leopoldo Pacheco (“INVENTÁRIO”). Ao ser convidado a assistir a um espetáculo e, possivelmente, avaliá-lo, os críticos de TEATRO recebem, em anexo, um “release”, contendo dados sobre a peça, incluindo a FICHA TÉCNICA. Ocorre que, vez por outra, esta chega incompleta, faltando o nome de algum profissional que “colocou um tijolinho naquela construção”, o que considero desagradável e uma injustiça. Desse modo, gostaria de destacar, também, um nome – que ficou faltando – do profissional responsável pelo visagismo da peça “A CONSTRUÇÃO”.

 

         Assim, encerro, já em 2026, os trabalhos relativos ao pretérito 2025, “aquecendo as turbinas” para mais um ano teatral, que espero seja ainda mais produtivo do que o anterior. Aproveito o ensejo para dedicar um FELIZ ANO-NOVO aos que me honram com a leitura do que publico neste blogue.

 

 

 

 

É preciso ir ao TEATRO, ocupar todas as salas de espetáculo, visto que a arte educa e constrói, sempre; e salva. Faz-se necessário resistir sempre mais. Compartilhem este texto, para que, juntos, possamos divulgar o que há de melhor no TEATRO BRASILEIRO!